(Ou: Aquele com meus doze posts preferidos)

Como ficou combinado no ~post de aniversário~ do blog, hoje resolvi continuar as celebrações e irei listar os posts que mais me marcaram no último ano, seja porque adorei tê-los escrito ou porque me ocorreram em um ímpeto de inspiração e se mostraram uma experiência reveladora. Não são necessariamente os mais comentados ou visualizados, mas são os meus preferidos, meus queridinhos, aqueles que me fazem sorrir quando lembro de como foi trazê-los ao mundo. #proudmama

Então se você é novo por aqui, acho que essa listinha pode ser interessante caso você queira me conhecer um pouco melhor ou ter uma ideia do tipo de coisa que eu gosto de escrever. Shall we begin?

Fangirl
Além de ser o terceiro post do blog, o que já o torna bastante especial, foi com ele que, pela primeira vez em algum tempo, me senti confortável para falar o que achei de um livro. Penso, inclusive, que foi o primeiro texto 100% com a cara deste espaço.  E o mais legal é que não fiquei pensando muito bem no que dizer, não problematizei, não me importei se o livro poderia ter algum elemento incômodo a alguém. Ler Fangirl foi uma experiência maravilhosa, que chegou na hora certa e aqueceu meu coração; e escrever sobre o livro foi exatamente igual. Também adorei procurar os gifs e imagens para acompanhar.

Chaos and The Calm
Fazia um milhão de anos que não me sentia musical e, principalmente, apta para escrever ~direito~ sobre música. Só que em meio ao turbilhão de 7x1 que foi 2016, entrei em contato novamente com meu lado que precisa de música para lidar com as complicações da vida e, dentre todas as maravilhas que o Spotify me apresentou, está o disco de estreia do James Bay. No texto, falei sobre ele, Chaos and The Calm (2015) e da minha relação com as músicas. Também me permiti fingir que faço parte da Crítica Especializada™ e fiz um faixa-a-faixa do disco.

Vou escrever para me lembrar
Além de ser a minha introdução para o BEDA 2016, foi quando escrevia o post que percebi o porquê de ainda manter um blog pessoal. Apesar de ter mais ou menos uma ideia do que iria escrever, deixei que as palavras fluíssem sem pensar muito para onde estavam indo e adorei o resultado. Me diverti bastante escolhendo as fotos, fazendo as montagens e, claro, estabelecendo relações com trechos de músicas da Taylor Swift. ♥
Este foi o primeiro ~texão~ do blog e, sinceramente, até hoje não sei explicar de onde ele veio. Lembro que já tinha esgotado meus posts programados para o BEDA do ano passado e, tranquilamente, me sentei para escrever qualquer coisa em que conseguisse pensar. Já era quase meia-noite de uma segunda-feira, eu estava sem sono e simplesmente escrevi. Foi tudo muito ~orgânico~ e, de verdade, não fazia ideia do que viria como resultado e muito menos que tinha tanta coisa guardada dentro de mim e que precisava ser colocada para fora.

#feelingsaretheonlyfacts
Mais um que nasceu no BEDA 2016 e, com certeza, aquele que mais me fez gargalhar enquanto escrevia e me sentir absolutamente ridícula. Quando decidi que participaria do desafio, a única promessa que me fiz foi a de escrever qualquer coisa sobre o One Direction e eis que este post nasceu. Tudo na experiência de escrevê-lo pode ser descrito com *screams internally* e AKBHBUFEIDWKJANNSAPANDHE AAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHH eu amo este post e irei sempre protegê-lo. 2016 foi um ano para ser muito fangirl, foi um ano para me permitir amar as coisas tal qual uma adolescente de 15 anos e esse texto é exatamente isso. ONE DIRECTION MELHOR BANDA REPASSEM


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Chegamos ao fim da terceira semana de BEDA e este é o momento em que eu digo para vocês: meus caros, não aguento mais. Escrevo este post de domingo às 00h33 de segunda-feira, ainda pilhada por conta do episódio mais recente de Game of Thrones. Acabei de olhar para o meu ~cronograma~ e me dei conta de que atingi a marca de cinco posts atrasados, além de manter o padrão de zero posts programados para a próxima semana. E o que você vai fazer?, vocês me perguntam. Não faço a menor ideia e suponho que o ideal seja dizer que deixarei a vida me levar e o que tiver que ser, será.
Apesar de este ser um post diarinho com resuminho da última semana, tenho sido uma ~blogueira~ tão relapsa, que nem sequer me lembrei de fazer fotos e, na real, não é como se tivesse muita coisa para fotografar. Primeiro, porque não aconteceram muitas coisas de impacto na minha vida na última semana; além disso, o frio atingiu um ponto tão ridículo que a única contribuição de São Pedro à capital paulista tem sido mandar cataratas vindas de um céu sempre cinzento, além de horroroso. 'Cês já devem imaginar o meu humor por conta disso, né? Imagino que sim, mas caso você seja novo por aqui e não me conheça muito bem, lá vai: meu nome é Michelle, mas pode me chamar de Michas,  e EU ODEIO DIAS FRIOS.

Nem vou perder o nosso tempo gastando caracteres para descrever a minha relação com o frio e o quanto esse clima afeta o meu ~emocional~. Apenas saibam que foi feio. A bad bateu e bateu forte, daquele jeito meio destruidor, que já chega tacando pedra e atropelando. Daí, junta com os descaralhamentos habituais da cabeça, desentendimentos familiares e a sempre infeliz TPM...voilá! Temos um pesadelo da vida real. Assim, sem nenhum arrependimento, decidi simplesmente operar no modo automático porque nem eu estava me aguentando. Basicamente, vivi os últimos sete dias lidando com as minhas obrigações e enrolada em cobertores nas horas vagas, normalmente acompanhada do catálogo da Netflix e, em dias menos piores, bedando e tentando acompanhar os bloguinhos das amigas. E esse foi o máximo de self-care que fiz por mim, porque tem dias que a gente precisa mesmo sentir a derrota.
Felizmente, como tudo nessa vida passa - menos os dias frios, aparentemente -, o fim de semana trouxe #paz, ânimo e até um pouco de leveza. Às vezes, a gente só precisa apertar o botão de pausa dos sentimentos e se colocar de volta no lugar, na medida do possível; e esse processo pode ser um tanto desgastante e é por isso que, em partes, não aguento mais. Agosto já dura 84 anos e eu estou exaaaaaaaaaausta!!! Só queria um dia de sol na praia para poder contemplar o mar!!!! AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHH #eu

Perdoem o chororô, mas o blog é meu, a festa é minha e eu choro se eu quiser. E agora, para não passar a sensação de que passei a última semana me destruindo em lágrimas - não confirmo e nem nego a veracidade de tal afirmação -, vou compartilhar os highlights do período de um jeito meio aleatório porque não ~mantive um diário~ e já esqueci os dias em que as coisas aconteceram. #maiseuainda

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Acho que já comentei por aqui que sou uma pessoa que escuta álbuns. Não que esta seja uma regra absoluta, pois tenho minhas trilhas sonoras preferidas e até me arrisco a escutar e a montar playlists. Mas, ainda assim, de forma geral, não costumo escutar músicas avulsas. Não sei se sempre fui desse jeito, ou se foi um hábito que desenvolvi ao longo dos anos; o que importa é que eu  sou uma pessoa que escuta álbuns. Gosto de pensar que há um porquê de todas aquelas faixas estarem reunidas no mesmo trabalho de um artista, que provavelmente queria passar uma mensagem por trás disso. E, no geral, sinto que as músicas reunidas em um mesmo disco costumam trazer a mesma vibe. Fico realmente abalada quando estou escutando uma música e a próxima se revela algo completamente diferente, de outro estilo, com outra atmosfera, outra batida. Enfim, é o tipo de coisa que ~corta o clima~, sabem? Eu levo muito a sério esse tipo de coisa. 
Uma das minhas intenções com essa edição do BEDA era falar mais sobre minhas aventuras musicais como alguém que escuta álbuns e tinha, inclusive, determinado que faria isso aos domingos. Como podemos ver, já tivemos dois domingos no mês e em nenhum deles falei sobre música. Ou sobre qualquer coisa, já que estes posts ainda estão nos rascunhos (risos nervosos). Daí que decidi que hoje, já que não tinha nenhuma ideia de post planejada, iria falar sobre o assunto. Como ando operando no modo 45 do segundo tempo, obviamente me utilizo de um meme. E já que não encontrei nenhum que me interessasse, criei o meu. No caso, me inspirei nas tags Com que filme eu vou? e Dias da semana em livros. E assim, sem mais delongas, senhoras e senhores, eis o Meme dos Disquinhos!

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Em abril meu blog completou um ano e estou com o rascunho deste post salvo desde aquela época. Minha intenção era ter aproveitado a tentativa de quase-BEDA para publicar um texto sensacional no dia exato do aniversário do blog. Uma breve análise da barra lateral indica que a tentativa não só foi um fracasso, como a quantidade de posts foi paupérrima. E é isso aí, vida que segue, tem outros desafios. E cá estou, quatro meses e um dia depois, tentando novamente. Dessa vez, determinada a obter êxito. 

Pois bem, em abril meu blog completou um ano. Juro que não quero parecer piegas ao dizer coisas como aaaaah-nossa-mas-parece-que-foi-ontem!, mas sim, parece que foi ontem. Claro que, analisando em retrospecto, me dou conta de que mais de 365 dias se passaram desde aquela madrugada de insônia na qual, sem ter muito o que fazer além de pensar na vida, decidi alterar todo o layout da página e publicar o texto que iniciaria o próximo capítulo da minha existência na world wide web. Como disse, estava vivendo muitas e constantes revoluções internas - de certa forma, ainda estou - e cada dia era uma novidade, uma nova Michelle, uma nova quantidade de ideias e concepções sendo destruídas e construídas. E nessa de tentar me (re) encontrar, voltei também a escrever.
É engraçado como, sem nos dar conta, parte de nós adormece. E aí, um belo dia - ou uma não tão bela madrugada -, decide acordar. Desde que comecei a existir na Internet, em 2005, ter um lugar para chamar de meu se fez essencial e foram algumas as residências. Todas elas, aliás, de acordo com as fases que vivia. Tive Flogão (!!!!) para comentar os filmes que eu assistia na época em que aspirava me tornar uma crítica de cinema especializada para poder entrevistar o Steven Spielberg. E como se a ambição já não fosse enorme, decidi que precisava criar também uma conta para expressar todo o meu amor por Star Wars. Como podemos ver, minha versão adolescente já gostava de escrever sobre aquilo de que era entusiasta. 

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Hoje foi um dia de cão. Então, se me permitem - e é claro que permitem porque quem manda nesse negócio aqui sou eu -, irei, tal qual minha amiga Sharon, me utilizar de um meme para não deixar a peteca cair de vez. Como estou com vontade de falar sobre livros, decidi responder a Guilty Reader Tag, criada pela mocinha do canal Read Like Wild Fire e que vi a Catriona, do Little Book Owl, respondendo. Pelo título, a proposta do meme é confessar nossas culpas enquanto leitores e eu só me dei conta disso depois de já ter respondido as questões (risos). Para ser franca, não me senti muito culpada, mas tudo bem porque foi legal responder. #eu
Já presenteou alguém com algum livro que você ganhou de presente?
Não sei se presentear seria a melhor palavra; mas, de certa forma, sim, já fiz isso. Sempre que faço aquela faxina anual na minha estante, separo os livros que vão embora. Aí, pergunto para minha irmã e duas amigas se elas têm interesse em algo. Se sim, então ~dou de presente~ para elas. Se não, ~dou de presente~ para uma biblioteca.

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