(Ou uma lista de motivos pelos quais amo Supernatural)

Eu sei que ando monotemática, mas semana passada teve Supernatural Day e eu não posso evitar. Caso você não saiba do que eu estou falando, calma que eu te explico: no dia 13 de setembro de 2005 foi ao ar o primeiro episódio de Supernatural e o resto é história. Hoje, onze anos depois, a série é a mais longa da emissora The CW, conta os dias para a estreia da 12ª temporada e continua com uma forte e crescente base de fãs. Assim, 13 de setembro é dia de celebrar a série.

Como 2016 é o ano em que redescobri o meu amor pela série, que tem sido a melhor coisa que assisti nos últimos meses, não poderia deixar a ocasião passar em branco por aqui. Então, mesmo com atraso, decidi fazer uma lista de motivos que me fizeram gostar da série e que me motivam, depois de mais de uma década, a continuar investindo o meu tempo na saga dos Winchester.

Mas antes, só por precaução, verifiquem se tem sal na cozinha, se certifiquem de que a prataria está ao alcance de suas mãos, desenhem umas armadilhas do diabo no chão e no teto e usem sangue humano para fazer aquele símbolo anti-anjo nas paredes. E agora, sem mais delongas, senhoras e senhores, eis a minha lista de motivos para amar Supernatural.

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Aí, eu senti vontade de gravar vídeo. E como era de noite e eu não tinha certeza se a vontade ia permanecer até de manhã, preferi gravar do jeito que estava mesmo, meio como eu fazia quando criei o canal. O resultado é um vídeo meio sem critério e pouca edição -  e, claramente, sem organização -, no qual eu falo um pouco sobre o que estou lendo no momento, séries que assisti nos últimos dias e mais umas coisas aleatórias.

Por achar que esse tipo de vídeo tem mais a cara do que eu faço aqui, no Twitter e na newsletter, vou deixá-lo só no blog. Penso que é uma boa alternativa para o Snapchat, que eu adoro, mas que some com tudo que eu falo por lá depois de 24h. Se a brincadeira der certo, repito mais vezes. E vou parar por aqui porque qualquer outra explicação já está no vídeo :)

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Agora que já consegui descansar um pouquinho desde que o BEDA terminou, vou dar continuidade ao meu Projeto Pessoal™ de manter esse blog mais ou menos atualizado. Hoje é dia de sentar e tentar fazer uma prévia do Michas Awards 2016, ou mais ou menos isso. No caso, vou responder a TAG dos 50% - originalmente literária, criada pelo canal Read Like Wild Fire e traduzida pelo Geek Freak -, porém como já estamos em setembro, fiz uma regrinha de três (sou de humanas, mas fica a dica para os futuros vestibulandos: muita coisa pode ser resolvida com regra de três) e agora ela é dos 75%. E como 2016 não tem sido um ano muito gentil no departamento de livros, me tornei uma pessoa das séries. Logo, fiz algumas adaptações condizentes com este meu novo eu. Ah, e nem preciso dizer que ninguém me indicou mas eu resolvi fazer mesmo assim, né? Ok.

Sem mais delongas, senhoras e senhores, peguem seus baldes de pipoca, se acomodem em seus sofás, abram a Netflix em outra aba do navegador e - talvez - adicionem itens às listas de vocês. Shall we begin?


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(Ou: #BlogDay feat. Despedida do BEDA)
Trilha sonora sugerida para o post
Hoje é o Blog Day e não consigo pensar em data e pauta melhores para finalizar o BEDA (THIS IS NOT A DRILL)! Aprendi com Natália que esta data foi escolhida para celebrar a blogosfera porque os números 3108, quando colocados dessa forma, parecem formar a palavra blog. Achei o fato curioso e resolvi compartilhar a informação. Durante esse dia especial pensei um pouco sobre a minha história na blogosfera e como, sem prestar muita atenção ao fato, o universo dos blogs vem marcando a minha vida há bastante tempo.

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Chegamos ao penúltimo post do BEDA e não vou mentir: estou exausta. Não me levem a mal, adorei o desafio, mas é que arranjar tema para trinta e um posts seguidos não é uma missão fácil. No entanto, sinto que aprendi algumas coisas durante a brincadeira e gostaria de registrá-las aqui.

Com organização, dá tudo certo (ou quase). Quando comecei a cogitar a ideia de participar do BEDA, um dos primeiros pensamentos que me ocorreram foi o de que seria impossível porque eu não conseguiria ter a disciplina para manter a regularidade dos posts. Na época, o blog estava respirando com a ajuda de aparelhos e essa visão fazia sentido. Porém, insisti na ideia, decidi montar um planner e logo percebi que o desafio não seria inviável. Ao longo do mês - apesar de alguns atrasos -, ter um ~cronograma~ dos posts e dos temas sobre os quais gostaria de escrever facilitou bastante a vida.

Não exigir demais dos posts. Vou ser sincera, um dos motivos para deixar o blog quase morto e de ter relutado em participar do BEDA é que sou um pouco ~perfeccionista~ com aquilo que escrevo. Não me considero nenhuma grande escritora contemporânea para me dar ao luxo de pensar dessa forma, mas é assim que as coisas são por aqui e eu sempre acho o resultado daquilo que escrevi meio ruim. Porém, em tempos de BEDA, ignorei esse pensamento porque se não fizesse isso, não teria post (quase) todo dia.

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