Segunda-feira o ano chega ao fim e eu e meus botões estamos aqui pensando no 2012 que se vai. Foi um ano bastante interessante para mim, principalmente no quesito musical. Descobri muita coisa nova e acabei percebendo que estou numa fase meio indie, mas atual. Com essa ideia em mente, resolvi fazer um post com uma breve retrospectiva musical, mostrando para vocês um pouquinho do que mais marcou o meu 2012. Lembrando que nem tudo o que vou mostrar aqui foi lançado este ano, tá? Preparados? Então, vamos!


Lana Del Rey
Conheci Lana Del Rey em janeiro, às vesperas do lançamento do álbum Born To Die. Gostei tanto, mas tanto que tive que escrever um post sobre a cantora e suas incríveis músicas com um toque de retrô e sonoridade moderna (que você pode ler aqui). Me acabei de escutar o álbum lançado no início do ano, porém, não caí de amores pelo Paradise Edition. Como a faixa título já apareceu por aqui, vou compartilhar com vocês outra faixa que gosto bastante: Summertime Sadness. (Para escutar, clique aqui).

Ed Sheeran
Já contei para vocês como conheci o Ed Sheeran aqui. Desde então, não consigo largar as músicas desse sujeito ruivo e incrivelmente fofo. Seu álbum de estreia, + (pronúncia: plus), fez a trilha sonora do meu ano com toda a certeza dessa vida. Como no outro post já falei bastante sobre ele, vou compartilhar apenas o vídeo de Give Me Love (clique aqui para escutar), a minha música preferida.

Feist 
Nunca liguei para Feist. E, para ser bem sincera, nunca escutei de verdade nenhum de seus trabalhos até conhecer a música Graveyard em um episódio de One Tree Hill. A mesma música também fez parte da quinta temporada de Gossip Girl. Como gostei muito da música, resolvi escutar o álbum em que a dita cuja se encontra: Metals, de 2011. Por ter uma sonoridade que remete a dias frios, este álbum marcou principalmente o meu inverno de 2012. A faixa escolhida para aparecer aqui no post é The Bad In Each Other. (Para escutar, clique aqui)

Angus & Julia Stone 
Os irmãos australianos Angus e Julia Stone formaram um dueto e inciaram suas carreiras musicais em 2006. Porém, a blogueira que vos escreve só teve acesso à dupla em 2012...não se sabe o porquê. Acredito que a faixa de maior sucesso deles tenha sido Big Jet Plane, do álbum Down The Way, lançado em 2010 e que eu cansei de escutar nas rádios este ano. A dupla faz um som meio folk-indie bastante relaxante. Ótimo para noites de verão ou tardes de inverno chuvosas. Para o post, escolhi a música que considero a mais bela da banda: Yellow Brick Road (clique aqui para escutar). O solo de guitarra no final é muito amor.  ❤

Gotye 
Outro que bombou na minha vida esse ano foi o belga-australiano Gotye - que na verdade se chama Wolden De Backer, mas ok. Neste post aqui, falei bastante sobre o álbum de estreia do cantor e mostrei as minhas faixas preferidas. Apenas acrescentarei que Gotye fez a trilha sonora da minha vida até uns dois meses atrás, quando simplesmente cansei de escutar. A voz dele lembra um pouco a do Sting - e, me matem, mas tem horas que parece a do Bono - e suas músicas combinam muito com dias de outono, meio nubladinhos. A escolhida para o post - obviamente - é a conhecidíssima Somebody That I Used To Know (se ainda tiver coragem de escutar, clique aqui), porém em sua versão original, e não naquele remix HORROROSO que já tive o desprazer de escutar nas rádios.

Blue Foundation 
E, para finalizar a retrospectiva: Blue Foundation. A primeira vez que escutei Blue Foundation foi assistindo Crepúsculo, que tem Eyes On Fire (clique aqui para escutar) na trilha sonora. Na época, 2008, nem liguei. Mas, esse ano resolvi escutar o álbum Life of a Ghost e o fato é que, no momento, este é o álbum da minha vida. Tudo e todas as faixas neste trabalho me agradam. Tudo. Sem exceções. Uma experiência bem agradável que realizei em 2012 foi escutar o Life of a Ghost enquanto lia A Culpa é das Estrelas, do John Green. O resultado foi harmonioso e agradável. Indico o álbum para noites/madrugadas de insônia e dias de temperatura amena.


(Para escutar os álbuns completos, basta clicar nas capas)


Já posso riscar mais um livro da minha lista de metas de leitura para 2013: "Marina", do Carlos Ruiz Zafón. Minha primeira leitura de 2012 foi um livro dele e, desde então, estou completamente apaixonada por sua forma de escrever.

"Ninguém entende nada da vida enquanto não entender a morte"

Em "Marina", Zafón nos faz viajar novamente pela Barcelona do passado. Desta vez, o leitor se encontra no final da década de 1970 e acompanha a história do adolescente Óscar Drai. Estudante de um colégio interno católico e bastante rígido, Óscar é um rapaz responsável que adora passar suas horas vagas passeando pelo centro de Barcelona, desvendando os mistérios das construções históricas da cidade. Em um de seus passeios, repara pela primeira vez a presença de um antigo casarão, escondido em um canto de uma rua igualmente escondida.

Curioso - principalmente pela presença de um gato atacando um pardal -, Óscar se aproxima da casa apenas para ficar ainda mais intrigado com o canto de uma voz feminina que parece sair da construção. No momento em que decide entrar na casa para descobrir o que está acontecendo, Óscar tem a sua vida mudada para sempre.

Alguns dias depois, Óscar conhece Marina, uma jovem encantadora com idade próxima à sua e que adora mistérios. Juntos, os dois resolvem visitar o antigo cemitério da cidade e descobrem que em todos os últimos domingos do mês uma dama vestida de preto costuma visitar uma lápide sem identificação, exceto por uma marca: uma borboleta negra. Unidos pela curiosidade, Óscar e Marina decidem seguir a dama de preto e desvendar o seu mistério. Com esse gancho, Zafón nos faz voltar a um passado ainda mais distante, apresentando um mistério bastante envolvente.

Sei que sou suspeita para falar dos livros do autor, mas achei "Marina" realmente muito bom. A narrativa é muito gostosa e envolvente, do tipo que prende o leitor. Os personagens são cativantes e, aos poucos, sentimos vontade de saber um pouco mais sobre eles. O mistério central do livro também não decepciona, fazendo com que a cada fim de capítulo o desespero para descobrir o desfecho da história aumente (o livro tem poucas páginas, o que motivou ainda mais a minha vontade de terminar). Um dos aspectos que mais gosto na forma de escrever do Zafón é a forma como ele descreve as situações, fazendo uso de expressões criativas e divertidas sem deixar o leitor entediado. Com "Marina", por vezes, me arrepiei com os acontecimentos narrados que beiram o bizarro. É um misto de Edgar Allan Poe e...não sei o quê. A "investigação" de Óscar e Marina nos leva a perceber que a misteriosa dama de preto é apenas a ponta do iceberg e Zafón nos guia numa incrível jornada ao passado, cheia de altos e baixos e grandes reviravoltas. 

Em linhas gerais, "Marina" é um livro de mistério, com uma narrativa agradável e surpreendente. Indico à todos que - assim como eu - amam os livros do Zafón e também para aqueles que nunca leram nada do autor (se quiserem saber um pouco mais sobre ele, leiam a resenha que fiz sobre o livro "O jogo do anjo"). Ah, vale lembrar que este livro não faz parte da série do Cemitério dos livros esquecidos escrita pelo autor.


A minha lista de leituras para o ano que vem já pode eliminar um livro! As vantagens de ser invisível, de Stephen Chbosky, nos traz a história de Charlie, um adolescente não muito sociável que está prestes a iniciar o High School - algo como o Ensino Médio que temos por aqui - em uma nova escola.

Charlie é um garoto tímido, do tipo que está sempre sozinho, se isola e não costuma socializar muito com outras pessoas. A ideia de iniciar o High School em uma escola nova é muito assustadora, por isso, ele resolve que precisa contar o que acontece com ele - os fatos, suas lembranças, suas sensações, etc. - para alguém de confiança, alguém que não tentou dormir com aquela pessoa naquela festa. Dessa forma, o livro é escrito por Charlie em forma de cartas em que ele vai narrando o que aconteceu. As cartas sempre iniciam com "Dear friend" e terminam com "Love always, Charlie" - a edição que li é em inglês, por isso, as citações não estão em português.

Conforme a leitura avança, podemos conhecer um pouco da família de Charlie e a sua ligação com cada um de seus membros; o interessante é que ele nunca menciona o nome de ninguém, chamando sempre de "meu pai", "minha irmã", "meu avô", etc., e a única exceção é a sua Tia Helen. Desde a primeira carta, já fica claro que Charlie tem uma ligação muito forte com a sua tia e que algo muito ruim aconteceu com ela, mas ele demora um pouco para nos explicar o que aconteceu.

Já no começo, fica claro que Charlie é um garoto problemático que já precisou fazer muita terapia para superar algum trauma que só fica claramente explicado na parte final do livro - até lá, o leitor já formou inúmeras teorias -, e que está relacionado à sua dificuldade de socializar, de participar na vida. Em sua nova escola, Charlie encontra apoio nas amizades de Patrick - o garoto mais legal da escola, super engraçado e amigo de todos - e Sam, uma garota doce, simpática e, de certa forma, ingênua.

Mesmo sabendo que Charlie passou por algo traumático, a narrativa nas cartas nem sempre é pesada. Muito pelo contrário, em alguns momentos é engraçada, em outros, traz reflexões e, em outros, apenas nos conta as histórias dos personagens ou a rotina de Charlie em um determinado dia. É uma leitura bem simples e agradável. Com o tempo, já estava tão envolvida com a história, que considerava Charlie meu amigo. Sentia as alegrias dele e sofria com suas tristezas.

"When we got out of the tunnel, Sam screamed this really fun scream, and there it was. Downtown. Lights and buildings and everything that makes you wonder. Sam sat down and started laughing. Patrick started laughing. I started laughing. And in that moment, I swear, we were infinite".

O livro me lembrou muito O apanhador no campo de centeio, de J. D. Salinger, um dos meus livros preferidos e um clássico que aborda justamente questões da adolescência, como se sentir deslocado e a dificuldade em se adaptar ao mundo dos adultos. Aliás, este é um dos livros que Charlie lê e nos fala sobre. Seu professor de literatura, Bill, percebe as dificuldades de Charlie e lhe indica uma série de livros que possam lhe ajudar de alguma forma. Eis alguns títulos: O apanhador no campo de centeio, O grande Gatsby, On The Road, O sol é para todos, Este lado do paraíso, Uma ilha de paz, Almoço nu e A vida nos bosques.

Além das referências literárias, Charlie nos traz várias indicações musicais. Como o livro se passa no início dos anos 1990 (entre agosto de 1991 e agosto de 1992), a maioria delas são conhecidas: The Smiths, Nirvana, Fletwood Mac, Smashing Pumpkins, U2 e por aí vai. Uma experiência bem legal é ler o livro escutando as músicas.

As vantagens de ser invisível é um livro sobre a adolescência e traz temas fortes como violência, uso de drogas, abuso e homossexualidade. Mas tudo de uma maneira bem sutil e delicada. Quando a leitura acaba, a saudade bate e ficamos curiosos para saber mais sobre a vida de Charlie e de seu universo. Indico à todos que, como eu, amam O apanhador no campo de centeio.


Desde que me despedi de "Harry Potter", em 2007, nunca mais encontrei uma série que me viciasse e me deixasse com vontade de devorar os livros imediatadamente. Isso mudou este ano, porque conheci não uma, mas DUAS séries que me encantaram demais. A primera foi a de "Jogos Vorazes". Juro que li tudo em mais ou menos quinze dias. A segunda ainda não terminei, mas já estou completamente apaixonada pelo enredo, pela narrativa e, principalmente, pelos personagens.

Lembra quando estávamos na escola e a professora de História falava sobre a Grécia Antiga, a Mitologia Grega e todos aqueles deuses do Monte Olimpo? Então, agora imagine que toda a parte que envolve a mitologia, os deuses, os heróis e monstros fosse verdadeira. É sobre isso que o livro "O ladrão de raios" trata.

Primeiro livro da série Percy Jackson e os Olimpianos, "O ladrão de raios", de Rick Riordan, nos traz a história de Perceu Jackson - ou Percy, como ele prefere ser chamado - um menino nova iorquino de doze anos que leva, aparentemente, uma vida normal. Percy mora com sua mãe e com seu padrasto fedorento em um apartamento no Upper East Side, porém, não os vê com muita frequência pois passa a maior parte do tempo em colégios internos, de onde acaba sendo sempre expulso. Os motivos das expulsões são variados, mas sempre envolvem uma série de acontecimentos estranhos, como uma professora que simplesmente resolve atacá-lo em uma excursão à um museu. Ah, antes de atacar, a professora se transformou em um monstro.

Após mais um desses acontecimentos estranhos, Percy acaba conhecendo o Acampamento Meio-Sangue, um lugar onde os heróis - filhos de mortais e deuses - treinam suas habilidades e aprendem a se defender de possíveis ataques de monstros. Lá, Percy conhece Quíron, um centauro responsável pelo treinamento dos heróis, que lhe explica que os deuses do Olimpo existem de verdade, assim como todos os mitos gregos. Ao mesmo tempo, descobre-se que um artefato muito importante e valioso foi roubado do Monte Olimpo e Percy se transforma no principal suspeito. Na companhia de seus amigos Grover, um sátiro, e Annabeth, filha de Atena, Percy parte em uma missão para recuperar o artefato, provar a sua inocência e proteger o mundo Ocidental de mais uma guerra entre os deuses.

A princípio, a minha opinião sobre a série era negativa e...preconceituosa. Sim, preconceituosa, porque o pouco que eu sabia da história era baseado no filme - que eu não assisti, diga-se de passagem. Mas aí, depois de uma certa insistência da minha irmã e de uma amiga, tive que ceder e ler. A narrativa, feita pelo próprio Percy, é muito divertida, simples e cheia - mas assim, cheeeia - de sarcasmo. Do começo ao fim, o Percy tem umas tiradas animais. Sério. Perdoem o vocabulário, mas é que só consigo definir assim. Claro que as tiradas são próprias de um garoto de 12 anos, né? Mas nem por isso são menos divertidas.

Até a metade do livro, estava achando tudo muito bacana, mas de alguma forma, parecia que a leitura não tinha engatado. Eu estava lendo rápido e tal, mas não conseguia entender qual era a do livro, porque estava tudo muito simples, tudo muito previsível. Mas, é claro que Rick Riordan não ia fazer isso comigo. Ele tinha que me surpreender no final. E foi justamente aí que Percy me ganhou. Devorei o segundo volume e, no momento, estou lendo o terceiro - tão maravilhoso e surpreendente quanto os volumes anteriores.

Outra coisa bem interessante, é a forma como a Mitologia Grega é apresentada no livro: "se você está familiarizado com esses personagens ancestrais, vai ficar impressionado pelo modo como Riordan os utiliza. Se não os conhece, esta será uma apresentação empolgante". Esta citação foi retirada do jornal The Guardian, e aparece na capa do Livro Três, "A Maldição do Titã", e serve muito bem para explicar a sensação que tive ao ler o livro. Fiquei impressionada pela maneira como Riordan "brinca" com os deuses em sua história e o melhor é que tudo faz sim muito sentido. Indico a leitura à todos aqueles que gostam de uma boa aventura. E que fique claro que não é porque se trata de um livro escrito para um público infanto-juvenil que a história é boba e sem graça, viu?


 (Ou: Sobre ser livre para ler o que quiser)

Há algumas semanas (ou foi um mês?) o blog Happy Batatinha lançou o Meme Literário de Um Mês, no qual cada dia os blogueiros tinham que responder à uma pergunta relacionada às suas leituras. Não participei do meme, mas andei lendo as respostas de um monte de gente por aí e foi bem legal - tanto para ver sugestões, quanto para conhecer um pouquinho mais dos blogueiros e blogueiras que sigo. Enfim, entre todas as perguntas, teve uma em especial que me chamou atenção e gostaria de compartilhar com vocês um pouco do que penso sobre o assunto, ok? 

O que você acha da elitização da literatura?(Você acha que realmente só é intelectualizado aquele que lê os clássicos da literatura? Que ler 1000 livros “de banca” não equivalem a 10 clássicos? O que você acha das pessoas que criticam a literatura “para a massa”, os blockbusters literários? É mesmo possível julgar o nível de intelecto de uma pessoa pelo que ela lê? Você tem algum preconceito literário?)

Não gosto de pensar em literatura como algo elitizado. Claro que para mim é fácil dizer, já que tive acesso à educação de qualidade e pais que sempre me incentivaram a ler. Nem todo mundo pode ter isso. Porém, já cansei de encontrar gente com as mesmas oportunidades que eu tive e que não gosta de ler, acha que é perda de tempo. Da mesma forma, já encontrei muita gente que não teve acesso à uma boa educação, mas que foi atrás, correu atrás de seus sonhos e que já leu muito mais que os leitores assíduos que encontramos por aí. Claro que a "elite" tem um acesso muito mais fácil aos livros, até porque, infelizmente, livros ainda são muito caros aqui no Brasil.

Outro ponto que gostaria de destacar é que a leitura é uma forma de lazer, logo, espera-se que seja algo divertido. Se uma pessoa se diverte lendo Nicholas Sparks e Cinquenta tons de cinza, ótimo! Se gosta de Franz Kafka e George Orwell, ótimo também! Se gosta de leitura teórica/acadêmica e isso te faz feliz, perfeito! O que importa é você ser feliz lendo o que você gosta de ler. Eu, particularmente, não consigo ler romances de banca, mas não tenho absolutamente nada contra quem o faz. Da mesma forma, não costumo ler muito chick-lit, detestei Crepúsculo e não tive o mínimo interesse pela trilogia Cinquenta tons. Ah, também não manjo quase nada de literatura brasileira (shame on me, I know). Isso tudo me faz uma pessoa melhor ou pior? Claro que não. 

Sendo assim, ninguém deveria ser julgado por gostar de Stephenie Meyer, Meg Cabot, E.L. James, Paulo Coelho, Dan Brown ou qualquer outro escritor que pisa ou que já tenha pisado neste planeta. Até onde eu sei, o Brasil é um país livre, uma democracia e, sendo assim, cada um de seus cidadãos é livre para gostar do que quiser e para ler o que quiser. Com exceção do vestibular.

E não, não se pode medir o intelecto de ninguém com base em suas preferências literárias. A gente é tudo o que a gente lê, vê e escuta; e com isso quero dizer que muito do que a gente consome culturalmente influencia em nossa maneira de pensar e de enxergar o mundo e seus indivíduos. Com isso em mente, eu procuro manter um certo equilíbrio em minhas leituras, que variam entre best-sellers e clássicos. Mas essa sou eu, esse é o meu jeito de enxergar as coisas e ele funciona para mim. Quem sou eu para sair dizendo para as pessoas o que elas podem ou não podem fazer? O que devem ou não devem ler? 

O mais importante é a pessoa gostar de ler e se divertir fazendo isso. E com essa afirmação, eu finalizo o post de hoje.

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PS: amanhã será a minha banca de TCC. Por favor, me desejem sorte! Obrigada! Beijos