Faltando pouco menos de três horas para o dia terminar eu já resolvi aparecer aqui com o uptade das leituras do dia. O motivo? Cansei de ler por hoje.

Aliás, gostaria de saber, só eu sinto um tipo diferente de cansaço na hora de acordar? Sério, nem depois de horas na academia e aulas de pilates me senti tão cansada/sonolenta e com tanta dificuldade para levantar pela manhã, rs. Me digam se isso também acontece com vocês, ok?

Sobre as leituras: hoje, pela manhã, li as 85 páginas que faltavam de "Convite para um homicídio". Ainda não me decidi se irei fazer uma resenha, porém, vou me adiantar e dizer que achei a Miss Marple uma velhinha muito legal. De verdade! O caso investigativo também foi uma surpresa bastante agradável, pois além de nos envolver em sua narrativa, a Agatha não deu nenhum ponto sem nó. Tudo se encaixa no final. Nem preciso dizer que fracassei em todas as minhas teorias para descobrir quem era o assassino, né? #MissMarpleTroll

Depois, na parte da tarde, resolvi começar "Elixir", da Hilary Duff a.k.a. um dos meus ídolos da pré-adolescência. Apenas direi que, além de não esperar muito do livro, não sabia absolutamente NADA da história. Juro. Devo ter lido a sinopse quando o livro foi lançado, mas me esqueci e não li novamente. Dessa forma, tudo nessa leitura está sendo uma surpresa - até agora - bastante agradável. Parei na página 85.

♥ Total de páginas lidas: 170

Estou satisfeita com o meu desempenho e, por hoje é só. Vou passar o resto da minha noite me dedicando ao Netflix :)


Eu deveria ter feito esse post antes da meia-noite, mas isso não aconteceu por dois motivos: 1) minha conexão estava bem instável -e acredito que ainda esteja - e 2) estava tão envolvida em minha leitura que nem percebi que o dia já tinha terminado.

Em termos de produtividade, meu dia foi igual ao de ontem, com a diferença de eu ter lido uma página a mais, rs. Ainda estou lendo "Convite para um homicídio", da Agatha Christie; livro muito envolvente, completamente viciante e bastante imprevisível. Desde que comecei a leitura já imaginei umas cinco ou seis possíveis soluções para o crime e, em quase todas, tenho errado. #MissMarpleTroll

A intenção da madrugada é terminar a leitura e, se o sono permitir, iniciar o próximo livro da maratona...que ainda não decidi qual será \o/

♥ Total de páginas lidas: 166 

Mais uma vez, gostaria de ter lido mais, porém, não estou descontente com meu desempenho, porque, novamente, li mais do que o dobro do que costumo ler normalmente. E, por mais que eu tente, não consigo passar o dia todo lendo. Faço pausas, porque chega uma hora que fico com dor de cabeça. Hoje, por exemplo, pausei para assistir um pouco de séries no Netflix, rs!

A enquete para decidir qual será a próxima resenha do blog já está encerrada e o o escolhido foi "Lugar Nenhum". A resenha será publicada na quinta-feira, ok? 

Agora, vou ficando por aqui! Boa noite e boas leituras para as corujinhas da madrugada :)


Estava meio em dúvida sobre como faria as atualizações do meu andamento na Maratona Literária e resolvi fazer um post por dia ao longo dessa semana, ok? Cada dia venho aqui, faço minhas observações e aí, no final da maratona, faço um vídeo de encerramento! O que acham?

A minha intenção original para iniciar a Maratona Literária era escolher um daqueles livros que citei no post de ontem, mas, como ainda não tinha terminado de ler "O oceano no fim do caminho", do Neil Gaiman, resolvi que iria começar a minha maratona com ele. Ou melhor, com as 112 páginas que restavam para terminar. Concluí a leitura por volta das 13h de hoje e já comecei a postar minha citações preferidas no meu diário de leitura (Tumblr). Em linhas gerais, vou adiantando que gostei do livro, mas ainda não tenho uma opinião certa a respeito; já comecei a escrever a resenha dele e devo publicá-la aqui em breve.

Algumas horas depois, durante a tarde, comecei a ler "Convite para um homicídio", da Agatha Christie. Estou escrevendo este post às 23h45 do dia 29 e já li cinquenta e três páginas. Por enquanto estou gostando. O crime já aconteceu e a investigação vai começar. Como disse no vídeo, esse é o primeiro livro que leio com a Miss Marple e estou ansiosa e curiosa para saber mais sobre a personagem. Aguardemos.

♥ Total de páginas lidas: 165

Normalmente, leio entre 50 e 60 páginas por dia. Depende muito da minha vontade e do livro em questão. Gostaria de ter lido mais hoje, mas, considerando que li mais que o dobro, vou me contentar! Será que o livro da Agatha vai me fazer querer ler mais páginas amanhã? Não sei, mas conto para vocês amanhã, ok? Agora, vou ficando por aqui! Boa noite e boas leituras para todos!


Resolvi participar da Maratona Literária. Para quem não sabe do que estou falando, a Maratona Literária é um evento organizado pelos blogs Amount of Words, Bookeando, Burn Book, Café com Blá Blá Blá, Por Essas Páginas e Psychobooks com um objetivo bem simples: fazer com que a gente leia mais do que costuma ler normalmente. Tem metas? Tem, mas cada um estipula as suas de acordo com as suas necessidades, tempo para ler e ritmo de leitura. 

A maratona terá início às 00h00 do dia 29 de julho e terminará no dia 04 de agosto. As inscrições devem ser feitas no blog Café com Blá Blá Blá, até às 23h59 de hoje (28/07)!

Eu nunca participei de maratonas literárias, mas vou confessar que fiquei super curiosa para saber como funciona uma depois de ter acompanhado um evento parecido realizado por canais literários gringos que eu acompanho. Por isso, resolvi participar! Não tenho ideia de como será o meu desempenho, mas pretendo mantê-los atualizados por aqui ao longo da semana e fazer um vídeo com a conclusão.

Como já comentei, detesto cumprir leituras impostas, por isso, não vou estabelecer nenhuma meta muito concreta. O que quero mesmo é ler mais do que leio todos os dias e conseguir concluir a leitura de, pelo menos, dois livros. Quais livros? Ainda não sei, mas resolvi montar uma lista com alguns dos livros abandonados na minha estante. Irei escolher as minhas leituras a partir desses livros e de acordo com o meu humor :)

Eis a minha listinha de livros: 

Convite para um homicídio, Agatha Christie
As virgens suicidas, Jeffrey Eugenides
Fazendo meu filme 2 - Fani na terra da rainha, Paula Pimenta
Elixir, Hilary Duff
The Silver Linings Playbook (O lado bom da vida), Matthew Quick
House of Secrets, Chris Columbus e Ned Vizzini
O príncipe da névoa, Carlos Ruiz Zafón 
Por isso a gente acabou, Daniel Handler
Paper Towns, John Green
Lola e o garoto da casa ao lado, Stephanie Perkins

Gostaria de deixar bem claro que não pretendo ler todos esses livros em apenas uma semana. A intenção é de ler pelo menos dois. Estou ansiosa para ver como é que vou me sair nessa maratona, rs. 

E aí, já participaram de alguma maratona literária? Vão participar dessa? Alguém aí já leu algum dos livros que eu listei? Se sim, quais recomenda?


Pois bem, mais um vez, cá estou, com resenhas atrasadas! Me desculpem! Mas é como eu sempre digo: antes tarde do que nunca, né? Vamos lá!

"A Seleção" é o primeiro livro de uma trilogia distópica (?) escrita por Kiera Cass e vai nos apresentar a um mundo em que, após quatro guerras mundiais, os Estados Unidos deixaram de existir, surgindo em seu lugar Iléa - um país jovem dividido em oito castas comandadas por uma monarquia. A diferença social entra as castas de Iléa é gritante; os integrantes das castas um a quatro tem vidas confortáveis, com luxos e riquezas e nada lhes faz falta; a partir da casta cinco, a qualidade de vida só vai piorando conforme os números vão aumentando. Sendo assim, integrantes da casta cinco passam dificuldades, mas ainda conseguem se manter. Já os da casta oito vivem na miséria.

America Singer, a protagonista, faz parte da casta cinco - a dos artistas - e vive com seus pais e dois irmãos mais novos. Há dois anos, America começou a namorar com Aspen -que está uma casta abaixo da sua - e sonha em se casar com ele. Aspen é mais realista, pois enxerga a sua condição social e sabe que não será capaz de oferecer muitas oportunidades para America, principalmente porque precisa assumir a função de "homem da casa" e sustentar a sua família desde que seu pai faleceu.

A vida de ambos vai mudar quando a Seleção é anunciada. Trata-se de um evento promovido pelo palácio e que visa a escolha de uma esposa para o príncipe Maxon. Todas as moças com idades entre 16 e 20 anos poderão se inscrever e 35 serão selecionadas para participar de uma competição no palácio. Tudo será televisionado. #thebachelor #bigbrother

Não apenas a vida da futura princesa será melhor, mas a de todas as participantes, pois a cada dia que uma moça permanece na competição, sua família recebe uma quantia em dinheiro. Mesmo quando eliminada, a participante é elevada para a casta três; se vencer, toda a sua família é elevada à casta um. Sabendo desses benefícios, a mãe de America insiste para que ela se inscreva, pois a Seleção é uma oportunidade de melhorar a vida da família. Apenas para satisfazer a vontade da mãe, America se inscreve e se surpreende ao saber que foi selecionada. E vou parar por aqui.

***

Quando resolvi ler "A Seleção" estava vivendo uma fase de quase ressaca literária, em que praticamente nada me interessava, de forma que uma série YA era tudo de que eu precisava. Não porque seja um gênero que o senso comum insiste em menosprezar, mas por ser algo mais "leve", no sentido de fazer uso de uma linguagem mais simples, com maior facilidade de compreensão. E encontrei tudo isso na leitura, assim como um enredo que me prendeu do começo ao fim, com personagens cativantes e interessantes. Por incrível que pareça, contrariei minha tendência a sempre detestar a protagonista de livros YA, e gostei bastante da America; também não me incomodei com o triângulo amoroso - porque sim, tem um desses em "A Seleção" também - que, acredito, será melhor desenvolvido na sequência.

Alguns aspectos na estrutura da história não ficaram claros, mas como acompanhamos a narrativa da America, dá para compreender o porquê de isso acontecer. America é mais ou menos como a Katniss Everdeen nesse aspecto, pois não sabe absolutamente nada do que acontece no cenário político de Iléa - em partes porque não presta atenção e/ou não se interessa, em partes porque as autoridades "escondem" muita coisa. Acredito também que esse aspecto será melhor esclarecido no segundo livro, que eu pretendo ler. 

Em linhas gerais, achei que "A Seleção" foi um bom início de trilogia, um livro interessante e diferente do que costumo ler. Os personagens são coerentes com o contexto em que estão inseridos e é fácil acreditar neles, no que eles acreditam ser certo. Gosto disso quando estou lendo, gosto de acreditar nos personagens. Recomendo a leitura para quem se interessa por futuros distópicos - mesmo que, aparentemente, eles não sejam o foco principal -, reality shows estilo "The Bachelor" e - por que não? - triângulos amorosos.


Não sei se vocês perceberam, mas eu tô numa fase de preferências por animações. Quase toda semana assisto algum filme no formato e me divirto como se não houvesse amanhã. E é impossível falar em animação sem pensar na Disney, né? Por isso, e aproveitando essa fase, não consegui me segurar e tive que responder essa tag que vi no canal da Bia. Eu sei que disse que não ia postar os vídeos do canal por aqui, a não ser que eles fossem pertinentes ou estivessem relacionados ao post no blog...mas não aguentei! Tive que vir compartilhar esse vídeo com quem me acompanha só por aqui.




Já estamos na metade de julho e só agora eu resolvi escrever sobre os últimos filmes que assisti. Novamente: antes tarde do que nunca, né? Pois bem, hoje venho falar sobre dois filmes que assisti em junho e outro que assisti no começo de julho. Vamos lá?

Cry-Baby (Cry-Baby, 1990)
Direção: John Waters | Gênero: Comédia/musical | Avaliação: 2/3

Sinopse: O filme é situado na cidade de Baltimore, em 1954, lar de Cry-Baby Walker (Johnny Depp), um adolescente bad boy e líder dos Farrapos, um grupo musical formado por delinquentes juvenis. Ele é chamado de Cry-Baby porque chora com apenas um olho. A vida de Cry-Baby começa a mudar quando ele se apaixona por Allison Vernom-Williams (Amy Locane), a perfeita garota rica e certinha que vive com a avó. Ao contrário do que se esperaria, Allison também se apaixona por Cry-Baby e aí, é só preocupação para a sua avó - que considera o jovem uma péssima influência para a sua neta - e Baldwin (Stephen Mailer), namorado de Allison e líder dos Quadrados/Caretas, que resolve iniciar uma guerra contra os Farrapos. No meio disso, o filme também conta com números musicais.

Comentários: Quando terminei de assistir a esse filme, fiquei me perguntando qual era o objetivo do diretor e cheguei à conclusão de que acho que era para ser algum tipo de sátira. Juro que se não fosse pelo Johnny Depp - anos-luz de distância do ator famoso de hoje - teria parado de assistir no meio, sério. Fiquei constrangida e com vergonha alheia enquanto assistia. Mas, calma, que não é como se o filme não tivesse nada de bom, porque tem. Os figurinos são bem graciosos, as músicas são bem divertidas - em sua maioria - e é sempre bom ver Johnny Depp no início da carreira, né? Já dava para perceber o tipo de ator versátil que ele era e que continua a ser. Resumindo: não recomendo, a não ser que você curta filmes do tipo "Sessão da Tarde" ou seja fã do Johnny Depp ou não se incomode com um leve constrangimento.

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Atlantis - O Reino Perdido (Atlantis: The Lost Empire, 2001)
Direção: Gary Trousdale e Kirk Wise | Gênero: Animação/aventura/ficção-científica | Avaliação: 5/5

Sinopse: Milo Tatch é um historiador e explorador completamente fascinado pelo mito de Atlântida, a cidade perdida. Mesmo sabendo que até então, ninguém havia sido bem sucedido na busca pela cidade, Milo acredita que o fracasso das expedições ocorreu devido a um erro de tradução. Suas teorias se provam corretas quando, inesperadamente, recebe um mapa com a exata localização da cidade. Assim, bancado por um excêntrico magnata e acompanhado por uma tripulação de experts, Milo embarca em um submarino à procura de Atlântida, encontrando uma série de obstáculos ao longo da viagem.

Comentários: Gosto de pensar que poucas pessoas conhecem "Atlantis", por isso quase ninguém fala sobre esse filme super subestimado. É uma das animações mais divertidas, criativas e cheias de aventura lançadas pelos Estúdios Disney nos anos 2000. No formato 2D - que eu acho bem mais legal que 3D -, essa animação me encantou muito quando assisti no cinema, há mais de dez anos, e continua a me encantar. Vale muito à pena assistir pelos personagens cativantes, pelo "clima de mistério" e pela história em si, que é bem criativa, diferente do que estamos acostumados a ver em filmes de animação.

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Meu Malvado Favorito 2 (Despicable Me 2, 2013)
Direção: Chris Renaud e Pierre Coffin | Gênero: Animação/comédia | Avaliação: 5/5

Sinopse: Gru, Agnes, Edith, Margo e os adoráveis minions estão de volta! Dessa vez, uma agência que combate vilões precisa da ajuda de Gru - agora aposentado de sua antiga profissão e um exemplar pai de família - para encontrar o responsável pelo roubo de um composto químico poderoso que estava em desenvolvimento em um laboratório secreto no ártico. Gru se recusa a ajudar, preferindo se dedicar ao seu novo negócio no ramo de geleias, mas ao voltar para casa, o Dr. Nefário - cientista com quem sempre trabalhou - pede demissão, pois sente falta de ser mal. Surpreso com a notícia e sabendo que seus Minions não estão obtendo sucesso na fabricação de geleias, Gru muda de ideia e resolve ajudar a agência a encontrar o ladrão do composto. Para isso, vai contar com a ajuda de Lucy, uma agente secreta e grande admiradora de Gru.

Comentários: Não sei por onde começar, porque adorei esse filme do começo ao fim. Não mudaria absolutamente nada. Adorei ver o Gru como um paizão, que se veste até de princesa encantada para alegrar a festinha de aniversário da Agnes; adorei as cenas no restaurante mexicano; adorei os minions, que ganham muito mais destaque nesse filme...aliás, como não amar os minions? Onde eu compro minions de verdade? Adorei a investigação do roubo e adorei a Lucy! Ai, sério, não sei mais o que falar, porque não quero estragar o filme para quem ainda não assistiu. Porque sim, esse filme é muito, muito, muito amor <3

Recomendadíssimo para quem é fã de animação, filmes para a toda a família e, claro, para todos os que amaram o primeiro filme! 


Imagine a seguinte situação: você vive em 1996, não sabe o que é internet banda larga e depende do CD-ROM da AOL para mandar mensagens instantâneas para seus amigos. Agora, imagine que, ainda neste contexto distante, você ganhe de presente um computador com o melhor sistema operacional da época - o Windows 95 - e que, no instante em que você faz o login na sua conta AOL, uma página estranha aparece na tela: Facebook. 

Esse é o início de "O futuro de nós dois", de Jay Asher e Carolyn Mackler, que traz a história de Emma e Josh, dois adolescentes, vizinhos e amigos desde a infância. Logo no começo do livro, ficamos sabendo que Emma e Josh não estão se falando, pois um acontecimento recente acabou por enfraquecer a amizade deles. Porém, as coisas acabam mudando, quando o pai de Emma decide presenteá-la com um computador. Enquanto isso, Josh ganha um CD-ROM da AOL, mas não tem a permissão dos pais para se conectar à internet - nos anos 1990 as coisas eram diferentes. Dessa forma, Josh resolve dar o CD para Emma, que fará melhor uso dele.

Até aí, tudo bem. Mas as coisas se complicam quando Emma faz o login na conta AOL pela primeira vez e acontece exatamente a situação descrita no início desse texto. Ao acessar o site "estranho" chamado Facebook, Emma descobre como será a sua vida quinze anos mais tarde...e não gosta nada do que vê. Assustada e confusa, ela decide mostrar a sua "descoberta" para Josh que, por sua vez, fica feliz com o seu possível futuro, mas, ainda assim, acha que tudo não passa de uma brincadeira. Ele muda de ideia quando percebe que tanto suas ações, quanto as ações de Emma, no presente começam a alterar as informações no Facebook. Às vezes para melhor, às vezes para pior.

Quando li a respeito de "O futuro de nós dois", fiquei bastante curiosa, pois, mesmo sabendo que era um livro YA, achei a proposta bem diferente, criativa e original. E é. Mas, sinceramente, não gostei tanto do livro. Alguma coisa no meio do caminho não funcionou. Gostei do tema e adorei as referências à cultura pop dos anos 1990; mas ainda assim, achei o desenvolvimento da história - que se prendeu ao romance - bem previsível.Sem falar que a protagonista é uma das personagens mais chatas que eu já tive o desprazer de conhecer. Emma é simplesmente chata, boba e egocêntrica. Quem discorda, que me desculpe, mas culpo Emma pela minha demora em terminar essa leitura. Acho que o que mais me incomodou, no fim das contas, foi não notar uma evolução verdadeira na personagem. Todo mundo amadurece de alguma forma ao longo do livro, mas a Emma não. AAAARGH, não gostei dela. Fim.

Sobre a narrativa em si, li a versão em inglês e não encontrei muita dificuldade no vocabulário. Acredito que quem está com inglês intermediário e avançado não encontre problemas. Os capítulos são divididos e alternados entre os pontos de vista de Josh e Emma, que são os narradores.

E agora, a pergunta que não quer calar: recomendo a leitura? Depende. Se você estiver interessado em um livro sobre romance adolescente situado nos anos 1990, ok, pode ler. Mas não espere nada além disso. "O futuro de nós dois" é uma leitura leve, sem pretensões. Me diverti em alguns momentos, mas não mudou a minha vida.

Mas, como nem tudo foi frustração e tristeza, a leitura de "O futuro de nós dois" me inspirou a criar uma nova mixtape! Dessa vez, escolhi apenas músicas lançadas na primeira metade dos anos 1990 e incluí alguns artistas citados no livro. Espero que gostem e quem quiser, pode me seguir lá no 8tracks :)