Aí, eu li Laços. Gente, desde que ouvi falar pela primeira vez sobre essa graphic novel de Vitor e Lu Cafaggi com os personagens de Maurício de Sousa não consegui sossegar até tê-la em mãos para poder, finalmente, saber se era tudo o que todos estavam falando. Aí, ei li Laços. E gente, é tudo isso mesmo que estão todos falando.

O enredo é bem simples: o Floquinho, o cachorrinho do Cebolinha, fugiu e agora a turminha vai se unir para sair à procura dele. Mas vai muito além disso. Laços é um misto de muitas coisas que não consigo colocar em outra palavra que não seja nostalgia. Sim, eu sei, fui muito vaga e é por isso que peço a vocês que assistam ao vídeo abaixo para que assim possam - quem sabe - entender um pouco melhor o que eu ache. Se não conseguirem entender, só lendo mesmo. :)





E aí, o que acharam do vídeo? E de Laços? Pretendem ler? Se já leram, o que acharam?

Me contem tudo no espaço para comentários :)

Beijos,

Michas


O orfanato da Srta. Peregrine para crianças peculiares é o primeiro livro do escritor norte-americano Ransom Riggs e nos traz a história de Jacob Portman, um adolescente de 16 anos que é, aparentemente, comum  e tem o seu futuro completamente planejado por seus pais, de quem é realmente distante. O pai é um escritor frustrado, a mãe é uma mulher fútil e a única pessoa com quem Jacob tem uma boa relação é o seu avô - judeu refugiado no País de Gales durante a Segunda Guerra Mundial - , de quem costumava escutar histórias a respeito das crianças peculiares.


Essas crianças tinham habilidades diferentes - como levitar, ficar invisível, cuspir abelhas e produzir fogo com as mãos - e viviam em um orfanato sob a proteção da Srta. Peregrine, sua diretora. Com o passar do tempo, o avô de Jacob parou de contar essas histórias e o garoto se convenceu de que eram apenas invenções com o intuito de entretê-lo. Porém, quando o livro tem início, o avô de Jacob começa a se comportar de maneira estranha, falando incessantemente sobre as crianças peculiares, e todos resolvem ignorar, pois julgam que seja apenas uma consequência de sua idade avançada.

Após uma situação traumática, Jacob começa a questionar a veracidade daquelas histórias e, junto com seu pai, viaja para o País de Gales, onde começa a investigar o passado de seu avô e o paradeiro das crianças peculiares.

Acredito que o maior "problema" com O orfanato da Srta. Peregrine para crianças peculiares sejam as expectativas criadas pela capa, pela sinopse e pelas imagens bizarras e assustadoras que os acompanham. Tudo - absolutamente tudo! - leva a crer que o livro trará um determinado tipo de história cheia de elementos sobrenaturais que causam medo ao leitor, porém, o que encontramos é, na verdade, bem diferente.

Não que a sinopse e a capa sejam mentirosas, porque não são. Tudo o que é apresentado ali condiz com a história no livro, que só começa a mostrar a que veio mais ou menos na metade. E aí, o que, aparentemente, seria uma história de suspense e terror se transforma em algo completamente inusitado que mistura elementos de mistério, aventura, fantasia e ficção-científica. Apesar da surpresa um tanto inesperada, eu gostei do rumo que a história tomou, mas entendo completamente aqueles que não gostaram do livro.

A narrativa é feita em primeira pessoa por Jacob, um protagonista divertido, irônico e que, na minha opinião, não fica chato em nenhum momento. Mesmo se tratando do primeiro livro de Ransom Riggs, o autor já mostra que tem uma escrita muito boa e um jeito muito particular de contar histórias. Um fato curioso é que todas as fotografias utilizadas no livro são verdadeiras! Riggs coleciona fotografias vintage e as utilizou para construir a sua história. Ou seja, todo aquele ar de freak show que as imagens apresentam é 100% verdadeiro - ou quase isso, já que mesmo naquela época as pessoas já sabiam como manipular imagens.

De uma forma geral, a leitura de O orfanato da Srta. Peregrine para crianças peculiares foi agradável e recomendo o livro à todos os que gostam de histórias de mistérios; só tenham em mente que este é um livro para o público juvenil e que as fotografias são mais assustadoras que a história em si.








Minha edição (paperback)

Título original: Miss Peregrine's Home for Peculiar Children
Autor: Ransom Riggs
Editora: Quirk Books
ISBN: 9781594746031
Páginas: 382
Avaliação: 5/5



Alguém já leu esse livro? Se sim, o que achou? Se não, pretende ler?

Me contem tudo no espaço para comentários :)

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Beijos,

Michas



* Imagem retirada do site da Livraria Cultura.



Já faz três dias que setembro começou, mas eu ainda preciso falar para vocês sobre três filmes que assisti no mês passado! Vamos lá!

Caçador de recompensas (The Bounty Hunter, 2010)
Direção: Andy Tennant | Gênero: Comédia-romântica | Avaliação: 3/5


Sinopse: Milo Boyd (Gerard Butler) é um ex-policial que ganha a vida como caçador de recompensas que vê seu sonho se realizar quando recebe como missão capturar sua ex-esposa - agora uma fugitiva -, a jornalista Nicole Hurly (Jennifer Aniston).  Tudo parece estar funcionando muito bem para Milo até o momento em que Nicole resolve desaparecer para seguir uma pista de um assassinato encoberto que pode lhe render uma ótima matéria. A partir daí, Milo se envolve na investigação de Nicole e juntos, os dois passam a fugir por suas vidas.
Comentários: Sabe aquele momento em que você não sabe o que assistir e descobre no Netflix aquela comédia romântica bem previsível? Então, foi assim que eu e o boy acabamos assistindo Caçador de Recompensas. O filme termina exatamente do jeito que você deve estar imaginando, mas isso não o torna, de forma alguma, entediante. Garante boas risadas e um bom entretenimento. Recomendado para situações em que se está à procura de uma comédia com um quê a mais, além de atores competentes.



Bling Ring - A gangue de Hollywood (The Bling Ring, 2013)
Direção: Sofia Coppola | Gênero: Drama | Avaliação: 4/5


Sinopse: O filme, dirigido por Sofia Coppola, traz a história real do grupo de jovens que invadiram as casas de celebridades em Calabasas - cidade próxima a Los Angeles - para roubar joias, roupas, acessórios, dinheiro, objetos pessoais, entre outras coisas. Entre as vítimas estão nomes como Lindsay Lohan, Megan Fox, Paris Hilton, Rachel Bilson e Orlando Bloom. 
Comentários: O que dizer além do que já foi dito na sinopse? Bem, o filme trata exatamente do que escrevi na sinopse, mas é interessante mencionar que o faz pela perspectiva da diretora, que utilizou o livro de Nancy Jo Sales como base para o seu roteiro. Reunindo um elenco de jovens bem competentes  e desconhecidos - com a exceção ÓBVIA de Emma Watson -, Bling Ring recria os momentos dos roubos e das entrevistas com alguns dos membros - Nick Prugo e Alexis Neiers (com nomes mudados para Mark e Nikki, respectivamente) - e tenta, de certa forma, explicar os motivos que levaram a gangue à tais atitudes, enfatizando a idolatria e obsessão por celebridades presentes na cultura moderna. É um bom filme para quem se interessou pelo tema, é fã da diretora ou simplesmente que ver a adorável Emma Watson em cena. Sério, ela está INCRÍVEL, assim como o seu sotaque americano. 



De repente é amor (A Lot Like Love, 2005)
Direção: Nigel Cole | Gênero: Comédia romântica | Avaliação: 3/5

Sinopse: Em meados dos anos 90, Oliver (Ashton Kutcher) e Emily (Amanda Peet) se conhecem durante um voo para Nova York. Ele estava indo visitar o irmão mais velho na cidade. Ela havia terminado um namoro e abandonado sua banda de rock de garagem/grunge. Dias depois se reencontram e conversam um pouco sobre o futuro e seus planos para a vida. Oliver é recém-formado e tem um cronograma bem restrito em que tem a sua vida toda planejada pelos próximos seis anos: começar um negócio, fazer sucesso, ganhar dinheiro, encontrar a mulher da sua vida, casar e ser feliz para sempre. Emily, por outro lado, é bastante indisciplinada e não tem plano nenhum, preferindo ir para onde a vida a levar. Conscientes de que são completamente diferentes, os dois se despedem. Durante os próximos sete anos, as vidas dos dois irão se cruzar periodicamente, sempre fazendo com que fiquem separados.
Comentários: Antes de qualquer coisa, preciso dizer que a trilha sonora desse filme é simplesmente maravilhosa. Sério, é muito boa mesmo. Agora, quanto ao filme em si, direi que traz uma boa história, mas sabe quando algo fica faltando? Acho que o motivo de isso ter acontecido foi a falta de química entre os atores. Não funciona e não me convenceu em nenhum momento. Adicionei De repente é amor à minha lista de filmes para assistir antes de morrer na época em que lançou e ficou lá até o último fim de semana. No fim, não perdi muito. Das comédias românticas com o Ashton, ainda prefiro Recém-Casados. Só não vou falar qual filme prefiro com a Amanda Peet porque nunca assisti nada com ela além desse filme. Recomendo De repente é amor para aqueles que gostam de filmes do gênero ou que estão procurando uma história bonitinha para acompanhar durante algumas horas. Não vai perder tempo assistindo, mas também não vai perder muita coisa se não assistir. Fica a seu critério :)





E aí, já assistiram a algum desses filmes? Pensam em assistir? Recomendam algum?

Me contem no espaço para comentários :)

Beijos,

Michas 




Imagens retiradas do site Filmow.