E o fim de 2013 finalmente chegou! Hora de fazer os planos para o ano que vai começar e também de fazer retrospectivas. Esse fim de ano está bastante corrido por aqui, por isso, vou ficar devendo as retrospectivas cinematográficas e musicais (posso fazer no comecinho de 2014, vale?), mas não poderia deixar os livros passarem em branco por aqui, né? Como no ano passado, participei da retrospectiva literária criada pelo blog Pensamento Tangencial e as minhas respostas podem ser conferidas no vídeo abaixo:

(Caso não consiga visualizar o vídeo clique aqui ou aqui)

E agora, como prometido, segue a lista com todas as leituras que realizei durante o ano de 2013:

Jane Eyre, Charlotte Brönte (vídeo-resenha)**
A Garota Americana, Meg Cabot (vídeo-resenha)**
Apaixonada Por Palavras, Paula Pimenta (resenha)
A última carta de Amor, Jojo Moyes (vídeo-resenha)
O Hobbit, J.R.R. Tolkien *
Anna e o Beijo Francês, Stephanie Perkins
Morte Súbita, J.K. Rowling (vídeo-resenha)
Firmin, Sam Savage (vídeo-resenha)**
A Hospedeira, Stephenie Meyer (resenha)
O Diário de Anne Frank (vídeo-resenha)**
O Palácio de Inverno, John Boyne (vídeo-resenha)**
A Livraria 24 Horas do Mr. Penumbra, Robin Sloan (resenha)
Quem é você, Alasca?, John Green (vídeo-resenha)
The Red Pyramid/A Pirâmide Vermelha, Rick Riordan (resenha)
O Verão e a Cidade, Candace Bushnell
O Grande Gatsby, F. Scott Fitzgerald  (vídeo-resenha)*
A Seleção, Kiera Cass (resenha)
O Príncipe, Kiera Cass
O Prisioneiro do Céu, Carlos Ruiz Zafón
O Mistério do Trem Azul, Agatha Christie (resenha)
O  Futuro de Nós Dois, Jay Asher e Carolyn Mackler (resenha)
Lugar Nenhum, Neil Gaiman (resenha)
O Oceano no Fim do Caminho, Neil Gaiman (resenha)
Convite para um homicídio, Agatha Christie (resenha)
Elixir, Hilary Duff (resenha e vídeo-resenha)
House of Secrets, Chris Columbus & Ned Vizzini (resenha e vídeo-resenha)
O Orfanato da Srta. Peregrine para crianças peculiares, Ransom Riggs (resenha em vídeo)
The Night Circus/O Circo da Noite, Erin Morgenstern
Laços, Victor Cafaggi & Lu Cafaggi (vídeo)
Devoted - A Devoção, Hilary Duff
True, Hilary Duff
O Jardim Secreto, Frances Hodgson Burnett (resenha)
Carrie, a estranha, Stephen King (vídeo-resenha)
Anjo Mecânico, Cassandra Clare (resenha)
The Throne of Fire/O Trono de Fogo, Rick Riordan (resenha)
The Serpent's Shadow/ A Sombra da Serpente, Rick Riordan (resenha)
O Festim dos Corvos, George R.R. Martin
Divergent/Divergente, Veronica Roth
O Natal de Poirot, Agatha Christie (resenha)
Deixe a neve cair, John Green, Maureen Johnson e Lauren Myracle (vídeo-resenha)
O Chamado do Cuco, Robert Galbraith (J.K. Rowling)

* Releitura
** Leituras para o Desafio Literário 2013

De uma forma geral, acho que fiz boas leituras durante o ano. Li algumas coisas que não vão mudar a minha vida, outras que poderiam ter ficado de fora da lista, mas também tive a felicidade de conhecer ótimos livros, alguns que até entraram para a lista de favoritos :)

Espero que 2014 venha cheio de boas leituras e descobertas literárias! Não só para mim, mas para todos vocês :) Agora, vou ficando por aqui e desde já deixo o meu agradecimento para todos vocês que me acompanharam este ano por aqui e pelo canal - que cresceu muito mais do que eu esperava!

Feliz ano novo para todos e até o ano que vem!

Beijos,

Michas







O fim do ano está logo ali e, antes de fazer a retrospectiva, chega a hora de falar um pouco sobre as metas. No meu caso, as metas de leitura! Como vocês sabem, eu não me dou bem com metas de leitura e, por isso, adorei a tag que a Mell Ferraz criou, porque ela me permite estabelecer planos de uma forma mais aberta, sem muita pressão ou expectativa. A ideia é bem simples: liste os livros que você tem a intenção de ler em 2014; não tem um número específico e também não tem prazo ou data certa para a leitura de nada. Você faz o seu plano (e no meu caso, tentarei cumprir). No vídeo abaixo, vocês podem conferir as minhas metas:

Continue lendo »


E para finalizar as comemorações de natal por aqui e pelo canal, trago mais um vídeo para vocês! Dessa vez, respondi The Christmas Tag, que vi em um canal internacional (Pointless Blog) e resolvi traduzir como A Tag de Natal. É tudo muito simples: respondo a oito perguntas relacionadas aos meus gostos natalinos e mais umas outras perguntas relacionadas. Mesmo não sendo algo literário, adorei a ideia e resolvi participar! Espero que gostem :)

Continue lendo »


Nem sei se este post vai agradar a maioria, mas mesmo assim resolvi fazer. Fãs de Doctor Who sabem que em menos de uma semana poderemos assistir ao Christmas Special desse ano e, dessa vez, em particular, vai ser um especial ainda mais especial, pois vai marcar a saída do Eleventh Doctor, um dos mais queridos - na minha opinião, claro. Digo isso porque, comecei a assistir a série com Matt Smith, mesmo sabendo da existência dos doutores anteriores; a culpa foi do site de torrent, que só tinha a partir da quinta temporada. Só depois é que fui pensar na Netflix. De qualquer forma, querendo ou não, é ao Eleven que eu tenho a agradecer por gostar tanto dessa série (não só ele, né? Os companions ajudaram muito!) e foi pensando nesse momento agridoce de sua despedida que resolvi montar uma listinha de episódios que considero os melhores de sua fase para serem assistidos em uma maratona até o dia 25 de dezembro. Como sou legal, resolvi compartilhar também! Prontos? Geronimo!

Ah, lembrando que, por conta dos poucos dias até o natal, irei reduzir a minha lista apenas àqueles episódios que considero realmente importantes para serem assistidos até o especial de natal. Sim, terei que ignorar alguns episódios bem interessantes e fofos. E sim, River Song avisa que podem vir spoilers. (Para quem não está em dia com a série, claro).

***

5ª Temporada
The Eleventh Hour (5x01): recomendo este episódio por motivos óbvios; foi com ele que podemos ver pela primeira vez o décimo primeiro doutor e aquela que, mais tarde, virou uma das companions preferidas de muita gente, Amelia Pond. Neste episódio, o Doctor enfrenta uma criatura alienígena chamada de Prisioneiro Zero e no final, escuta pela primeira vez algo a respeito do Silêncio. Silence will fall...

The Time of The Angels (5x04) e Flash and Stone (5x05): apesar de acompanhar de forma mais "sutil" o plot da rachadura nas paredes do universo, esses dois episódios marcam o retorno dos Wheeping Angels e da Dra. River Song. Os anjos, a meu ver, são umas das criaturas mais assustadoras que já conheci por meio de séries de TV e nestes episódios, o Doctor vai enfrentar uma multidão deles. Acredito que seja um episódio importante por nos apresentar mais fatos sobre a River e também por mostrar como a relação entre o Doctor e a Amy vai sendo construída. E, claro, os Wheeping Angels sempre rendem bons episódios.

The Pandorica Opens (5x12) e The Big Bang (05x13): os dois episódios marcam o fim da temporada e apresentam uma série de mensagens enigmáticas que levam o Doctor, Amy Pond e River Song até Stonehenge, onde encontram a Pandorica, uma prisão construída para prender o ser mais temido do universo, o Doctor. Além da surpresa de encontrar Ror como um romano de plástico, também podemos ver a união de várias espécies "vilãs" que resolvem agir contra o Time Lord. É um episódio cheio de ação e reviravoltas e que, no final, nos mostra a incrívell Amy Pond salvando o dia, e o Doctor, claro! Destaque para os passos de dança sensacionais do Eleven no casamento dos Ponds.

É com muito pesar no coração de que deixo o episódio Vincent and The Doctor (5x10) de fora da lista; mas fica aqui a minha dica para quem tiver mais tempo até o natal; outro episódio interessante é o The Lodger (5x11), que não acrescenta muita coisa ao plot da rachadura no universo (acho), mas nos apresenta a Craig, que viria a se tornar um amigo do Doctor e fazer um ótimo retorno na temporada seguinte.

***

6ª Temporada
Considero a sexta temporada a que traz o melhor plot da fase do Eleven; adoro a maneira como ela inicia e o fato de que só obteremos uma explicação para os fatos ali apresentados no último episódio da temporada.

The Impossible Astronaut (6x01) e Day of The Moon (6x02): é nesses dois episódios que somos apresentados - ainda que sutilmente - ao Silêncio. Uma versão levemente mais velha do Doctor convoca Amy, Rory e River Song para os Estados Unidos onde diz que precisam ir para 1969; mas antes disso, diz que irão fazer um lanchinho na beira de um lago. E é lá que todos irão presenciar o assassinato do Doctor por um astronauta que surge do nada no meio do lago. Instantes depois do choque, o trio irá encontrar o quarto convidado para o evento: a versão mais nova do Doctor, aquela que estávamos acompanhando até o fim da temporada anterior. Já em Day of The Moon, seremos levados ao 1969 e descobrimos que o Presidente Nixon está recebendo ligações de uma criança que pede ajuda porque um astronauta está atrás dela. O Doctor e seus amigos irão ajudar e, mais uma vez, salvar o dia...ou mais ou menos isso.

A Good Man Goes to War (6x07) e Let's Kill Hitler (6x08): depois de descobrir o que havia de muito estranho com Amy Pond e sua suposta gravidez, o Doctor precisa salvá-la de poderosos inimigos que a sequestraram, a prenderam em um asteroide no futuro e planejam fazer algo de muito ruim com a sua bebê recém-nascida, Melody. Para ser bem sucedido em sua missão, o Time Lord irá convocar um exército de pessoas que lhe devem favores. O episódio como um todo traz algumas reviravoltas e revelações, mas acredito que nenhuma seja tão bombástica quanto a que se dá nos últimos segundos, quando finalmente descobrimos quem é River Song. Let's Kill Hitler vai nos mostrar como Melody Pond, tirada dos braços de sua mãe quando ainda era um bebê e enviada para o passado, consegue reencontrar seus pais quando estes ainda eram crianças, se transformar na melhor amiga de sua mãe, dar aquele empurrãozinho inicial na relação dos Ponds e, claro, se tornar completamente obcecada pelo Doctor, o homem que ela deve matar.

The God Complex (6x11): acredito que este episódio seja inspirado no mito do labirinto do minotauro e, apesar de não acrescentar nada ao plot principal, levanta uma questão muito importante. O Doctor, Amy e Rory vão parar em um hotel espacial que muda o layout dos corredores constantemente; ficamos sabendo que cada uma das pessoas que ali estão tem um quarto que guarda o seu medo mais profundo. Todos os que enfrentam os seus medos, não sobrevivem para contar a história, mas antes de perecer, cada um se volta para a sua fé pessoal. É interessante descobrir que o que os levou até lá foi a fé quase cega de Amy no Doctor, que Rory não acredita e não teme absolutamente nada (2000 anos como o último centurião deve ter relação com isso) e que o Doctor, que parece ser alguém tão destemido, tem um quarto com seu medo o aguardando. Claro que não podemos ver o que o quarto de número 11 revela ao Time Lord, mas sabemos que o que está ali é uma pessoa. Não nos foi explicado quem era, mas acredito que já fosse uma dica do que viria no final da sétima temporada e em The Day of the Doctor.

The Wedding of River Song (6x13): como o nome sugere, o fim do episódio traz um casamento e o Doctor revela o seu verdadeiro nome para aquela que viria a ser a sua esposa. Mas antes disso, ele impede a sua morte no lago e como resultado, uma realidade completamente absurda surge. O Silêncio - liderado pela desprezível Madame Kovarian - "venceu", mas o Doctor descobre uma maneira de mudar essa realidade; ele também descobre que a única forma de fazer isso acontecer é se realmente for morto pelo astronauta do lago. É no final deste episódio que novamente ouvimos falar que silence will fall when the question is asked e que, não importa o que o Doctor faça, isso será inevitável.

***

7 ª Temporada

A sétima temporada foi dividida em duas partes que são completamente diferentes uma da outra; particularmente, não foi uma das minhas temporadas preferidas, mas trouxe algumas coisas muito interessantes, como a saída dos Ponds (triste, mas já estava na hora) e a introdução da nova companion, Clara Oswald.
The Asylum of The Daleks (7x01): alguns meses se passaram desde o fim da temporada anterior, e o casamento de Rory e Amy está desmoronando. Sem entender muito bem o que está acontecendo, o Doctor os leva em mais uma aventura. Ao chegarem ao Dalek Asylum, deparam com muitos daleks defeituosos e insanos (mais insanos que o normal) que querem se libertar; presos naquele lugar, os Ponds e o Doctor irão contar com a ajuda de Oswin, uma garota hacker que consegue libertá-los daquele lugar. O final do episódio, além de trazer um momento super fofo entre os Ponds, revela algo muito triste e terrível sobre Oswin. Destaque para a primeira aparição de Jenna Coleman, linda e adorável :)

The Angels Take Manhattan (7x05): as despedidas em Doctor Who são sempre tristes; umas mais e outras nem tanto, mas são sempre tristes. A despedida desse episódio entra para o ranking das mais tristes. Nível triste Rose-Tyler-fica-presa-em-outro-universo. Durante uma viagem para Nova Iorque, a vida de Rory entra em perigo. Ele foi vítima dos Wheeping Angels e acabou parando na Manhattan dos anos 1930 (se não me engano). Felizmente, ele não está tão sozinho, porque lá irá encontrar River Song. Enquanto isso, Doctor e Amy sairão a procura de Rory antes que seja tarde demais. Esse episódio traz os Wheeping Angels em sua forma mais vilanesca e o resultado é uma das despedidas mais tristes e uma das cenas/diálogos mais emocionais entre Doctor e Amy. Saudades, Ponds!
The Snowman (Christmas Special/2012): após a despedida completamente injusta dos Ponds, o Doctor se isola na Inglaterra vitoriana onde conta com a ajuda de Madame Vastra, Jenny e Strax para superar sua tristeza. Nesse contexto, ele acaba conhecendo Clara Oswald e instantaneamente sabe que precisa dela. Juntos, eles enfrentam uma força chamada a Grande Inteligência que assume a forma de bonecos de neve assustadores que atacam as pessoas. Clara é uma garota um tanto misteriosa, que trabalha como garçonete durante uns dias e depois, vai para o campo, onde exerce a função de governanta (num estilo bem Mary Poppins de ser) em uma mansão. Com o passar dos acontecimentos, o Doctor sente uma certa familiaridade em relação à Clara e só vai compreender o que isso significa após a moça sofrer um acidente e antes de morrer lhe dizer as exatas mesmas palavras que Oswin havia lhe dito no Dalek Asylum.
The Bells of Saint John (7x06): decidido a desvendar o mistério de Clara, The Impossible Girl, o Doctor vai para a Londres atual onde conhecerá Clara Oswald, uma jovem que sonhava em conhecer o mundo mas que se acomodou como babá de umas crianças que perderam a mãe recentemente. Tendo a certeza de que já encontrou essa jovem duas vezes em épocas diferentes no tempo e no espaço, o Doctor a convida para viajar com ele. Neste episódio, mais uma vez encontramos a Grande Inteligência.

The Name of the Doctor (7x13): como disse, a sétima temporada é a que menos me agrada. A segunda metade da mesma é bastante aleatória, com episódios que não acrescentam muito ao plot de Clara, The Impossible Girl. A trama só volta a ligar os pontos sobre a identidade de moça no último episódio. Em The Name of the Doctor, descobrimos que o lugar de descanso final do Time Lord será em Trenzalore (dando sentido a toda aquela história de the silence will fall) e que a Grande Inteligência tem um plano muito maligno para destruir de vez o Doctor. Nessa aventura, iremos encontrar, mais uma vez, Madame Vastra, Jenny e Strax, assim como River Song - a versão conservada na biblioteca pelo Tenth Doctor -, e juntos vamos todos parar em Trenzalore. É lá que Clara, sem entender muito bem o que está fazendo, salva o Doctor e, ao mesmo tempo, explica porque é tão impossível. Destaque para os segundos finais quando descobrimos a existência do War Doctor.
The Day of the Doctor (50th Anniversary Special): dando continuidade ao grande plot twist do fim da sétima temporada, o especial de 50 anos da série nos revela o War Doctor - uma regeneração secreta que o Doctor sempre escondeu de todos -, aquele que ficou conhecido pela destruição de Gallifrey. Ao encontrar o Momento - na forma de Rose 'Bad Wolf' Tyler -, o War Doctor descobre que suas futuras ações lhe causarão arrependimento pelo resto da vida; dessa forma, o Momento reúne o War Doctor, o décimo e o décimo primeiro Doctor, que juntos irão viver aventuras na Inglaterra de Elizabeth I, salvarão a Terra dos Zygons e, claro, Gallifrey. Clara, The Impossible Girl, também participa, e, apesar de salvar o dia novamente, não tem muito destaque. O que mais gostei nesse especial é o fato de que, a partir dele, tudo vai mudar. Teremos um Doctor menos amargo e mais esperançoso, provavelmente à procura de seu planeta natal. Mas, se isso for verdade, vai ficar nas mãos de Peter Capaldi.

***

E, depois de assistir todos esses episódios, chega a hora de segurar o coração, separar o sorvete e os lencinhos e se alegrar e chorar muito com o especial de natal de 2013, com a saída de Matt Smith e a breve estreia de Peter Capaldi.

Eu sei que a lista de episódios ficou enorme e que é quase impossível assistir a isso tudo em menos de uma semana, mas espero ter ajudado um pouco. Alguns desses episódios eu me lembro bem e vou assistir apenas aqueles que estão meio "apagados" da minha memória. E agora, vou ficando por aqui! Espero que tenham gostado da lista!


Dessa vez, vou tentar fazer um post de divagações mais curtinho e direto ao ponto, ok? Não garanto que eu vá conseguir, mas o que vale é a intenção, certo? Pois bem, então vamos lá! E antes de começar, preciso avisar que vou falar sobre as minhas impressões a respeito do segundo filme de uma trilogia, então, se você não leu o livro ou não assistiu a O Hobbit - Uma jornada inesperada sugiro que vá ler o livro/assistir ao primeiro filme e depois venha aqui ler o post, certo?

Assim como acontece com as duas sequências de A Sociedade do Anel, A desolação de Smaug não faz uma recapitulação do que aconteceu no primeiro filme, levando os personagens ao ponto em que o segundo filme inicia. Então, se você não tem uma boa memória e já assistiu ao primeiro filme há mais ou menos um ano, acho válido assistir novamente para refrescar as lembranças; porque o mais próximo que o filme traz de uma recapitulação é a cena inicial,  que é um flashback mostrando uma conversa entre Thorin e Gandalf no Pônei Saltitante (aquela estalagem/bar que fica no povoado de Bri, sabe?).  A cena toda é uma referência à trilogia anterior de Peter Jackson, que até brinca um pouco com a gente, criando uma sensação de dèja vu.

Depois dessa cena inicial, tudo volta ao curso normal e acompanhamos a jornada dos doze anões, Bilbo e Gandalf rumo à Montanha Solitária. Sim, a comitiva irá enfrentar muitos obstáculos: orcs, elfos, homens e...sim, um dragão. O tal Smaug do título. Não entrarei em detalhes de como esses obstáculos serão desenvolvidos, mas irei comentar um pouquinho a respeito deles. Os orcs, como sempre, são desprezíveis e podemos observar que estão servindo a uma força obscura que surge nos confins de Dol-Guldur (e todo mundo sabe que força é essa, certo?); já os elfos que conhecemos agora são da espécie que vive na floresta negra (acho que é Lothlorien, onde conhecemos a Galadriel, mas não tenho certeza), um povo muito bom na luta mas um tanto "cabeça-dura" em relação às demais espécies da Terra-Média. O rei élfico Thandruil, além de muito assustador, é bastante egocêntrico/egoísta.


Legolas está de volta, trazendo consigo todas as suas habilidades no arco e na flecha; e dessa vez ele vem acompanhado de Tauriel, elfa tão boa quanto ele nas lutas. A personagem foi criada por Peter Jackson e, desde então, tem gerado bastante polêmica entre os fãs. Eu, particularmente, gostei dela; acho que no livro falta uma personagem feminina forte e Tauriel veio para suprir essa falta nos filmes. O que me incomodou foi um tímido ~triângulo amoroso~ que foi criado; vou poupá-los dessa parte, porque é tão sutil que se você fingir que ela não existe, tudo fica bem. Legolas também não está no livro O Hobbit, mas a sua presença agregou valor ao filme, rs.


Os homens também são introduzidos nesse segundo filme. Estou falando do povo da cidade de Dale, que se estabeleceu próximo a Montanha Solitária e que vive em situação de bastante miséria, por conta de um governo bastante corrupto. É nesse contexto que conhecemos Bard, mercador viúvo e com três filhos, que interfere no rumo da jornada dos anões. Claro que, ao longo do filme, descobrimos muito mais a respeito dele. 
 Agora, vamos ao dragão: Smaug é tudo o que você deve ter imaginado enquanto lia o livro de Tolkien; a equipe de efeitos visuais (?) está de parabéns, porque, sério, o dragão ficou muito bonito (para um dragão, óbvio). Toda a sequência do diálogo entre Bilbo e Smaug está linda de viver (e as mina pira sabendo que Watson e Sherlock estão dialogando na Terra Média!) e a pedra Arkhen não deixa a desejar. Ah, enquanto tudo isso vai acontecendo, também acompanhamos as investigações de Gandalf e Radagast em Dol-Guldur (partes criadas para unir as trilogias, mas que eu achei muito interessantes em bem-vindas). 

 O único porém que preciso mencionar é a longa duração da sequência final. Não vou dizer o que acontece, mas é aquela típica cena de luta e ação que poderia ter sido bem menor, mas a produção decidiu que tinha que ser gigante só para abusar da tecnologia. É aquela sequência que a gente assiste uma vez e acha legal e quando vai assistir em DVD, acaba passando. Em linhas gerais, A Desolação de Smaug é uma boa sequência, muito mais ágil que o filme anterior, mas que, no fundo, fica no meio termo. Nada parece acontecer, o final não traz uma conclusão, mas deixa um bom gancho para a última parte da trilogia.
  

Destaques:
- Cena inicial com Thorin e Galdalf que, mesmo não acrescentando muita coisa, funciona muito bem para ativar aquele sentimento nostálgico de quem acompanhou O Senhor dos Anéis.
- A personalidade de Bilbo que começa a mostrar pequenas alterações por conta do Um Anel.
- A sequência da fuga com os barris.
- Beorn, o shapeshiffter, que fica pouquíssimo tempo em cena. #chateada
- Obviamente, Smaug, o dragão.
- A música tema do filme: I See Fire, do fofíssimo Ed Sheeran.



E aí, alguém já foi assistir A Desolação de Smaug? O que acharam do filme?

Me contem nos comentários :)
Beijos,
Michas









PS: tenho a sensação de que o destino de um dos personagens foi alterado no filme;
PS2: me perdoem, mas não sei escrever/falar pouco :(

Imagens: 1, 2






Hoje eu voltei com mais um post de sugestões natalinas e dessa vez vou falar sobre filmes que gosto de assistir durante essa época do ano. O meu critério de seleção foi bastante pessoal/subjetivo e os filmes foram selecionados ao olhar para a minha estante de filmes a estante da minha irmã. Acho que consegui selecionar alguns filmes que assisto quase todos os anos (lembrando que nem todos são filmes de natal, ok?). Gravei um vídeo falando sobre os filmes, mas se você não quiser assistir, não tem problemas porque depois do vídeo vou comentar brevemente as minhas escolhas:)

Continue lendo »



Como já tinha dito por aqui e pelo canal, neste mês de dezembro decidi que iria ler alguma coisa natalina e o primeiro escolhido foi "O natal de Poirot", da minha querida Agatha Christie. Quem já vem me acompanhando há um certo tempo já deve ter percebido que eu gosto dos livros da autora; os considero ótimas companhias para os dias de tédio, pois sempre trazem histórias envolventes que nos prendem até a última página. Pensei que, ao escolher um livro da Agatha para ler essa semana iria ter essa sensação. E errei; mas calma, que eu já explico.

Em "O natal de Poirot" somos apresentados à família Lee e a história tem inicio em 23 de dezembro, quando, às vésperas de natal, o sr. e a sra. Albert Lee se preparam para realizar uma festa que deverá reunir toda a família em sua mansão. Até aí, tudo bem, pois é isso que se espera do natal, certo? Mas a família Lee não é o que a gente chamaria de uma família unida. Além de Lydia e Albert Lee, na mansão também vive Simeon Lee, o patriarca da família que fez sua fortuna na África do Sul. Com a exceção de Alfred, nenhum dos outros filhos de Simeon Lee tem paciência para o pai, que é um homem bastante desagradável e de gênio forte. Ah, os filhos de Simeon Lee também não se dão bem uns com os outros.

Continue lendo »



E para encerrar o assunto As Crônicas dos Kane por aqui e pelo canal, trago o vídeo sobre a série. Dessa vez, faço uma introdução à trilogia, falando mais sobre o enredo do primeiro livro (sem spoilers, claro), porém comentando os demais de uma forma mais geral. Explico o que achei da narrativa, do desfecho e, obviamente, a minha opinião. Para conferir, é só continuar no post :)

Continue lendo »


Novembro foi um mês estranho. Não sei explicar o motivo, mas sei que rolou um certo desinteresse de minha parte em relação aos livros. Não que minhas escolhas tenham sido erradas, eu que não estava com vontade mesmo, sabe? De qualquer forma, ainda tem o fator fall season e 50 anos de Doctor Who para levar em consideração. Desde setembro, quando as séries que acompanho estreiam novas temporadas, meu ritmo de leitura deu uma reduzida. No fim das contas, pretendia ler três livros e meio e terminei lendo dois e meio. Falo melhor sobre isso no vídeo :)



Mesmo não conseguindo seguir o meu plano de leitura à risca, estou feliz com o que consegui ler. Foram três livros e meio (kinda, né?) que me empolgaram e me deixaram feliz por tê-los lido :)

Agora, para o mês de dezembro vou tentar não estipular regras. A ideia é terminar O Chamado do Cuco, ler algo natalino e, se tudo der certo, dar início à leitura de Divergente, de Verônica Roth. Na imagem, A Christmas Carol está representando o "algo natalino"; ainda não me decidi se irei ler ele mesmo.

E aí, vocês leram muito no mês passado? Leram algo muito bom? Ou muito ruim? Me contem no espaço para comentários :)

Beijos,

Michas