Demorei, mas finalmente trouxe um post com filmes do mês! Em maio fui ao cinema três vezes e também consegui assistir a dois clássicos. Logo abaixo conto para vocês as minhas impressões sobre todos eles! Já aviso que o post ficou um tanto longo, mas acredito que isso não será um problema, já que está dividido por filme.

O espetacular Homem-Aranha 2: A ameaça de Electro (The Amazing Spider Man 2, 2014) 

Sem querer ofender ninguém, mas juro que não entendo porque todo mundo gosta desses novos filmes do Homem-Aranha. Antes de tudo, não sou fã de quadrinhos de super-heróis e todo o meu conhecimento a respeito dos mesmos foi adquirido por meio dos filmes baseados em suas histórias que desde o início dos anos 2000 parecem estar na moda. Logo, sim, tenho muito carinho pela trilogia do Sam Raimi; são filmes que marcaram a minha adolescência, filmes que me lembro de assistir no cinema com meus pais e ficar morrendo de ansiedade antes de serem lançados. Porém, sei que não são os mais fiéis aos quadrinhos. Nesse aspecto, creio que os filmes de Marc Webb sejam mais felizes.

Mas, ainda assim, não quero fazer comparações entre séries. Afinal, são duas histórias diferentes, contadas por diretores diferentes. É como se O Espetacular Homem-Aranha fosse um reboot, com uma nova mitologia e novas explicações sobre as habilidades de Peter Parker. E até aí, tudo bem. O problema, para mim, parece ser a fraqueza do roteiro. Não diferente do primeiro filme, A ameaça de Electro parece começar muito bem...até descambar em algo bem estranho e superficial. O tempo todo é possível entender as motivações dos personagens, mas a forma como tudo é desenvolvido me fez sair da sala de cinema me sentindo bem subestimada; como se o filme fosse feito para não se pensar e apenas aceitar o que é colocado. 

É como se durante o filme inteiro, estivéssemos vendo o Peter Parker e não o Homem-Aranha, entendem? O lado humano do personagem é mais ou menos desenvolvido, já o lado super-herói é apresentado de forma bem rasa. Peter e Gwen são fofinhos, mas desde o começo do filme já dá para saber o rumo da relação; a explicação para a introdução de Harry Osborne também foi bem fraca; e prefiro não comentar o vilão, ok? É um vilão interessante, mas as motivações dele...socorro. Novamente, roteiro horroroso.

No fim, a sensação que fica é que esses filmes parecem episódio de série de tv. Legais de assistir, um bom entretenimento mas que jamais podem ser levados tão a sério (no contexto de filmes de super-heróis, claro). Só para não falar nada de positivo: os efeitos visuais estão incríveis e Andrew Garfield, mais uma vez, fez um ótimo trabalho.

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Ontem foi o último dia da décima edição do Bout of Books - desafio literário do qual resolvi participar na semana passada - e aqui estou para falar um pouco sobre as minhas leituras e sobre o meu desempenho.

Como disse no post de apresentação, pretendia concluir algumas das minhas leituras em andamento, mais precisamente, três delas. E fui quase bem sucedida nessa missão. Comecei a semana concluindo a leitura de A filha do louco, de Megan Shepherd, e, de forma bem geral gostei da leitura. Não foi nada acima da média, alguns aspectos na protagonista/narradora me irritaram bastante, mas a criatividade ao criar uma série que dialoga com clássicos do terror é realmente muito boa. Pretendo escrever uma resenha ainda essa semana e aí, explico melhor a minha opinião. Pretendo continuar com série.

O segundo livro foi A culpa é das estrelas, de John Green, que na verdade foi uma releitura. Adorei a experiência e falei melhor sobre o que achei do livro neste post aqui. Para terceiro livro, não quis voltar para a ilha afastada no meio do Pacífico - A filha do louco dialoga com A ilha do Dr. Moreau - e, por isso, resolvi recorrer à querida Agatha Christie. O escolhido da vez foi O inimigo secreto, que traz Tommy e Tuppence, personagens que ainda não conhecia. Foi uma boa leitura, um tanto enfadonha em algumas partes, mas que trouxe um final satisfatório. Pretendo falar melhor em uma resenha.

Infelizmente, não consegui ler todos os dias da semana: sexta e sábado foram praticamente nulos e na terça li apenas o meu número normal de páginas. Ainda assim, estou feliz com o meu resultado. No total foram 572 páginas lidas! Considerando a semana agitada e os dois dias em que praticamente não li, estou feliz com o meu resultado.

Esta maratona foi, para mim, uma luta contra a procrastinação. Ultimamente, passo tanto tempo sem fazer nada de útil na internet (sério, nem Netflix!) que sinto que poderia aproveitar esse tempo vago com a leitura. E para isso, o Bout of Books cumpriu o seu papel. Aliás, na empolgação, resolvi participar do grupo #AYEARATHON lá no Goodreads e, eventualmente, vou ver se participo de algumas maratonas temáticas e mensais que eles criam.


Isso mesmo! Estamos entrando na segunda-semana de maio e eu resolvi participar de mais uma maratona literária! Dessa vez, vou participar da décima edição do Bout of Books, um desafio literário criado pela Amanda, do blog On a Book Bender, e que parece fazer bastante sucesso entre os vloggers literários estrangeiros que acompanho.

Os moldes do Bout of Books são os mesmos utilizados na Maratona Literária: durante uma semana, devemos nos propor a ler mais do que normalmente lemos. Então, se você costuma ler 10 páginas por dia, que tal tentar ler 15, ou quem sabe 20, durante o desafio? É bem simples!

O Bout of Books 10.0 começa à meia-noite do dia 12 de maio e vai até às 23h59 do dia 18 de maio. Para participar, basta fazer a sua inscrição no blog oficial do desafio utilizando o link de uma dessas redes sociais: Youtube, Twitter, Facebook, Google +, Goodreads ou o seu blog pessoal. Todas as informações necessárias estão no site.

Não vou estabelecer muitos objetivos. Apenas gostaria de concluir três das minhas leituras em andamento: A ilha do Dr. Moureau, A filha do louco e A culpa é das estrelas (releitura). Se Possível, quero avançar a leitura de Juvenília e também iniciar algum com algum e-book (o Kobo anda abandonadinho, coitado!). Espero que dê tudo certo. Pretendo mantê-los atualizados pelo meu perfil no Goodreads e, provavelmente, pela fanpage. Na segunda-feira, dia 19, volto com um post de conclusão! Desejem-me sorte! 


Desta vez, ao invés de fazer dois posts separados, resolvi juntar tudo em um post só contando as minhas leituras, comentando os meus favoritos e resumindo o que rolou por aqui durante o mês de abril. Se o formato funcionar, penso em mantê-lo. Preparados? Vamos lá!

Leituras e resumo:
Começando pelas leituras, no total foram quatro livros e meio e, de uma forma geral, gostei de todos. Resumindo: concluí "As Virgens Suicidas" (Jeffrey Eugenides) e li "Bliss" (Lauren Myracle), "A outra volta do parafuso" (Henry James), "O segredo do meu marido" (Liane Moriarty) e "Fortunately, the milk..." (Neil Gaiman). Para ler ou assistir as resenhas, basta clicar no título do livro.

A grande surpresa literária do mês foi, sem sombra de dúvidas, "O segredo do meu marido", de Liane Moriarty. Não esperava muita coisa e fiquei completamente envolvida pela leitura que, aliás, recomendo muito. Por um outro lado, esperava muito de "Bliss" e fiquei um pouco frustrada; é uma história legal e para por aí mesmo. No entanto, gostei bastante da escrita da Lauren Myracle e não teria problemas em ler outros trabalhos dela.

No vídeo abaixo, comento que no momento estou lendo "A Filha do Louco (Megan Shepherd); naquele mesmo dia comecei a ler no Kobo "A Ilha do Dr. Moreau" (H.G. Wells), que serviu de inspiração para o livro de Megan Shepard. Também já comecei a flertar com um livro de contos de Jane Austen e Charlotte Brontë, chamado "Juvenília", que vou resenhar para o Literature-se. E, mais uma vez, me contrariando resolvi fazer um plano de leitura para o mês de maio: além de concluir o que já estou lendo, pretendo reler "A culpa é das estrelas" (em andamento!) e ler "Eleanor & Park" e "Por isso a gente acabou". Espero que dê tudo certo e eu não me canse de ler tanto YA em um único mês.


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