Mais uma vez, estou aqui para cumprir a meta de responder todos os selos e tags a que fui indicada nos últimos meses. Hoje é a vez do selo Viajando na Leitura, indicado pela Juliene Farnez, do blog Entre Reais e Utopias. Não vou nem perder o tempo de vocês com pedidos de desculpas pela demora em responder, ok?

As regras são:
- Responder ao selo;
- Utilizar o banner original;
- Indicar mais cinco blogs para responder ao selo;
- Avisar os blogs indicados.

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Pergunta: qual foi a melhor viagem que você fez através da leitura e qual foi o livro? 

É muito complicado responder qual foi a minha melhor viagem literária. Provavelmente responderia Hogwarts ou Fantasia, mas como quero variar um pouco, vou de País das Maravilhas. Recentemente li as duas aventuras vividas por Alice e escritas por Lewis Carroll e, apesar de ter gostado muito de ambas, o País das Maravilhas me encantou mais que o mundo através do Espelho. Walt Disney tabém é responsável por isso, já que, desde pequena, adoro a animação feita para o cinema.
Claro que, se formos parar para pensar, estamos falando de uma terra um tanto assustadora, né? Quer dizer, nada faz sentido por lá, todo mundo é meio louco e tem uma rainha obcecada por decapitação. Mas ainda assim, a ideia de viver uma situação inusitada seguida por outra, sem saber ao certo o que vai aparecer pela frente me agrada bastante. Mesmo com todos os elementos bizarros, adoraria conversar com o Gato de Cheshire, tomar um chá com a Lebre de Março e o Chapeleiro Maluco e tentar descobrir qual é a diferença entre um corvo e uma escrivaninha. O Coelho Branco também seria muito bem-vindo. Dispenso a companhia da Duquesa e de seu bebê porco - ela por ser muito chata e ele por ser estranhíssimo - e também da Rainha de Copas, por motivos óbvios.

O que acho mais legal no País das Maravilhas é que, por se tratar de um sonho, tudo é muito "borrado", sabe? Nada é muito claro, as coisas ficam meio confusas e esquecidas. Não sei explicar, mas realmente gostei dessa viagem literária. Por enquanto, a melhor do meu 2014. E eu visitei Nárnia.

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Blogs indicados:

Literature-se
The Dandelion in Spring
Doces Rodopios
Caixa da Mari
500 Words for Everything


Domingo foi o último dia da segunda edição da Maratona Literária e hoje venho lhes contar como foi o meu desempenho. 

Assim como ocorreu em julho do ano passado, a minha maratona durou apenas de segunda a sexta, já que meu fim de semana foi bastante corrido. Viajei com amigos e não achei certo parar de socializar para ler. Ainda assim, acho que consegui atingir a meta de ler mais que o normal. Minha média de páginas lidas por dia é sempre de 50, 60 páginas; na semana passada, li algo entre 75 e 100 páginas por dia. No total, somei 521 páginas lidas, menos que na edição anterior. E estou feliz!

Comecei a semana com O Sobrinho do Mago, o primeiro livro de As Crônicas de Nárnia. Concluí a leitura no mesmo dia e adorei. Não vou falar muito a respeito, já que pretendo fazer o projeto Lendo As Crônicas de Nárnia por aqui e pelo canal. Na terça e na quarta, me dediquei a O Príncipe da Névoa, do querido Carlos Ruiz Zafón; também não vou comentar muito, já que você pode ler a resenha aqui. Concluí a maratona com a leitura de Alice no País das Maravilhas e metade de Alice através do Espelho e o que Alice encontrou por lá, de Lewis Carroll. Quem me acompanha desde o começo do blog sabe que nesta mesma época do ano, no ano passado, fracassei monstruosamente para concluir a leitura destes livros. Dessa vez, direi que adorei a leitura! Concluí o livro depois da maratona e em breve terá resenha aqui e no canal :)

Apenas farei uma menção honrosa às dezesseis páginas que li de A Maldição do Titã, o terceiro livro da série Percy Jackson e os Olimpianos. Resolvi que, para ler Os Heróis do Olimpo, precisava reler alguns livros da série anterior, já que não me lembro de tudo muito bem. 

De uma forma geral, estou feliz com a minha participação na Maratona Literária. 2014 começou bem lentamente para mim, mas depois da semana passada, acho que as coisas voltaram ao normal! Continuo gostando da experiência e sempre que puder, tentarei participar. Aliás, recomendo à todos!


Já começo o texto afirmando que sou suspeita na hora de falar sobre qualquer coisa escrita por Carlos Ruiz Zafón. Com isso esclarecido, entendam que serei bastante parcial. "O príncipe da névoa", apesar de ter sido lançado aqui no Brasil no ano passado, é, na verdade, o primeiro livro de Carlos Ruiz Zafón, publicado em 1993. Diferente do que acontece com a trilogia (ou seria tetralogia?) do Cemitério dos livros esquecidos, aqui temos uma escrita menos trabalhada e rebuscada, mas não menos envolvente e gostosa de ser degustada. 

Escrito para um público juvenil, o livro é ambientado em 1943 e traz a história de Max Carver, um garoto de 13 anos que junto com a sua família - composta por pai, mãe, uma irmã de 15 anos (Alícia) e uma irmã de 8 anos (Irina) - se muda da Espanha para uma cidade litorânea inglesa; o motivo da mudança era a Segunda Guerra Mundial. Contrariado e infeliz, Max, a princípio não gosta da ideia, mas aos poucos vai se apaixonando pela nova cidade. O verão, o sol e a vista para o mar acabam ajudando e logo nos primeiros dias, os três irmãos começam a fazer amizades. Max e Alícia conhecem Roland, um rapaz de 17 anos que vive com o seu avô na torre do farol da cidade; Irina conhece um gato na estação de trem e resolve adotá-lo.

Tudo parecia estar ocorrendo muito bem, até o momento em que Max resolveu explorar um bosque que ficava atrás de sua casa. Em meio a tanta vegetação, o garoto encontrou algo que parecia um cemitério, cheio de estátuas que se assemelhavam a figuras de um circo ambulante. Uma se destacava entre todas: um palhaço bastante macabro. Além dessa estranha descoberta, a nova residência dos Carver parece esconder um segredo, Alícia passa a ter sonhos muito estranhos e Irina escuta vozes. E tudo isso está relacionado ao mistério do Príncipe da névoa...

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Demorei, mas vim falar sobre O Chamado do Cuco, a minha última (e um tanto infeliz) leitura de 2013. Vamos lá, tentarei ser breve e ir direto ao ponto!
Quando soube que J.K. Rowling tinha publicado um livro sob o pseudônimo de Robert Galbraith, fiquem bem ansiosa e assim que vi a edição brasileira nas lojas, tive que comprar. Comecei a leitura no final de novembro, pausei e só retomei na última semana do ano.

Motivos da pausa: 1) narrativa lenta e 2) queria ler Divergente. Por ser um livro policial, imaginei que fosse adorar, já que gosto bastante desse tipo de leitura, já que também "participo" da investigação e fico criando teorias para solucionar o crime. Mas me enganei e não, não havia criado expectativas.

Em O Chamado do Cuco acompanhamos o detetive particular Cormoran Strike, um homem que lutou na guerra, perdeu parte da perna, enfrenta o fim de um relacionamento conturbado e não tem dinheiro para pagar suas contas e, muito menos, uma secretária. O cara está no fundo do poço e não tem perspectiva de um futuro melhor, já que não tem nenhum cliente. Também conhecemos Robin, a eficiente secretária temporária de Strike, que acabou de ficar noiva de seu namorado de longa data.

As coisas começam a melhorar na vida de Strike, quando John Bristow - um influente sócio de uma agência de advogados - aparece em seu escritório e pede a Strike que investigue a morte de sua irmã, Lula Landry, uma modelo muito famosa que morreu após cair da sacada do prédio em que morava. Na época da morte de Lula, todas as pistas levaram a polícia a concluir que se tratava de um caso de suicídio, mas Bristow tem motivos para acreditar que sua irmã foi assassinada. Convencido de que a polícia realizou uma investigação completa, Strike não acredita que possa haver um assassino à solta, mas, como precisa do dinheiro, resolve aceitar. E é claro que, conforme as investigações vão avançando, ele também passa a acreditar que Lula Landry foi vítima de assassinato.

Todo o enredo do livro me atraiu e, mesmo com a narrativa lentíssima, não me deixei abalar. Porém, ao perceber o rumo que a história tomaria comecei a ficar desconfiada de que não iria gostar do desfecho. E, infelizmente estava certa. Sinceramente, não gostei da solução. Na metade do livro, já sabia quem era o "culpado" e, mesmo assim, quis acreditar que estava errada. Mesmo com uma trama bem construída, foi impossível não me chatear com o final bastante previsível.

De uma maneira bem geral, achei O Chamado do Cuco bastante mediano; não é o melhor livro policial que já li, mas não chega a ser o pior. Tem uma trama envolvente, personagens cativantes e bem construídos - que são o ponto alto do livro - e uma narrativa bem escrita e desenvolvida. Mas ainda assim, não gostei. Claro que o problema pode estar comigo, já que tanta gente amou esse livro. Recomendo que, antes de decidir se quer ou não ler O Chamado do Cuco, procure outras resenhas. Indico a leitura para aqueles que, como eu, gostam da J.K. Rowling e de livros policiais; e tenham em mente que é um livro três estrelas, assim, a frustração não será tanta.

Título original: The Cuckoo's Calling
Autor: Robert Galbraith (pseudônimo de J.K. Rowling)
Editora: Rocco
Tradução: Ryta Vinagre
ISBN: 9788532528735
Minha avaliação: 3/5


Resolvi repetir a brincadeira de julho do ano passado e vou participar da segunda edição da Maratona Literária organizada pelos blogs Amount of Words, Bookeando, Burn Book, Café com Blá Blá Blá, Por Essas Páginas e Psychobooks! Mais uma vez, vou tentar superar a minha marca de 50 páginas lidas e se chegar ao fim do desafio com dois livros lidos, ficarei muito feliz :)

O único livro que já está decidido é O Sobrinho do Mago, o primeiro na série As Crônicas de Nárnia. Foi uma decisão que tomei junto com a Mell, a Stela e a Tary. 2014 é o ano em que iremos para Nárnia! Além dessa decisão, há também as possíveis leituras, que serão selecionadas meio que de acordo com o meu humor após o término do livro anterior. Eis as opções:

Alice (Lewis Carroll):
Tentei ler esse livro no ano passado, mas a leitura não estava fluindo, por isso, resolvi abandonar. Mas, depois de assistir a resenha da Mell, minha vontade de dar uma segunda chance para Alice voltou.

A Maldição do Titã (Rick Riordan)
Apenas coloquei este livro na lista porque o estou relendo no momento. Se não conseguir terminar a tempo da maratona, minha primeira tarefa será concluí-lo.

O Príncipe da Névoa (Carlos Ruiz Zafón)
Não sei por que ainda não li esse livro. Está aqui desde março do ano passado e eu amo o Zafón. Juro que se não for lido durante a maratona, farei algo a respeito disso até o fim do ano.

Os Goonies (James Kahn)
Uma das primeiras aquisições de 2014, Os Goonies tinha que entrar nessa lista. Desde que assisti ao vídeo da Bruna falando sobre o livro, não sosseguei até adquiri-lo! Eu adoro o filme e essa edição da Darkside é linda!

Insurgent/Insurgente (Veronica Roth)
Se esse livro entrar na maratona será apenas no final, porque me recuso a lê-lo muito rápido. Quero aproveitar a leitura, já que estou gostando da série. Claro que se não entrar na maratona, será a próxima leitura :)

A Casa Torta (Agatha Christie)
Ando meio desiludida com a Agatha, mas não poderia deixar de incluir um livro dela na minha lista. Este aí, pelo que entendi, não traz nenhum de seus detetives famosos, mas a capa é interessante. Tem uma seringa, o que me faz pensar em morte por envenenamento. Deve ser interessante.


Meta para 2014: colocar em dia todos selos, memes e tags nos quais fui marcada durante os últimos meses do ano passado. E vamos começar pelo Liebster Award, selo que recebi da Thaly e da Isadora do blog Irradiando, em novembro (meninas, me desculpem pela demora!). É tudo muito simples e aqui estão as regras:


  • Falar onze coisas aleatórias sobre você; 
  • Responder as onze perguntas feitas por quem te indicou;
  • Crie 11 perguntas que deverão ser indicadas a 11 blogs (avise os blogs de que foram marcados).




11 coisas aleatórias sobre mim:


  1. Odeio acordar cedo e adoro produzir durante a noite
  2. Tentei largar a Coca-cola, mas ela não me deixa!
  3. Minha banda preferida é o Pink Floyd
  4. Tenho um cachorro chamado Scooby, mas ele mora com a minha avó
  5. Ao contrário de muita gente, detestei o Ensino Médio
  6. As pessoas sempre pensam que sou muito mais nova do que realmente sou
  7. Tirei a carta de motorista há quase quatro anos, tenho carro, mas não dirijo. Nunca. Jamais.
  8. Namoro há quase 3 anos e, se depender de mim, eu e o Rodrigo ficaremos juntos para sempre #DisneyFacts
  9. Ninguém acredita quando digo que sim, sou tímida
  10. Eu penso em inglês
  11. Dos 11 aos 16 anos estudei música e tocava piano e flauta transversal

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