Como podemos perceber (?) a partir desta tentativa de postar todos os dias do mês de agosto, eu não ando muito afim de gravar vídeos ultimamente. Já cheguei a comentar um pouco sobre o assunto lá no Snapchat e na newsletter (falarei sobre ela em breve, aguardem), mas, de forma bem resumida, é o seguinte: criei o meu canal porque gosto de ler e queria conhecer outras pessoas com as quais pudesse falar sobre isso. Desde sempre, encarei como uma diversão, porém há alguns meses percebi que tudo estava parecendo uma obrigação, então decidi dar um tempo. Porém, isso não significa que irei sumir da internet.

Por isso, aproveito esta oportunidade para 1) listar todas as redes sociais onde você pode me encontrar e 2) explicar como funciona a minha ~dinâmica~ em cada uma delas. Shall we begin?



Ok, comecemos pelo óbvio: eu tenho um canal ~essencialmente literário~ no YouTube desde 2013. A ideia é comentar sobre o o que eu leio em vídeos de impressões de leitura, resumos do mês e/ou TAGs. Não tem segredo, meu canal não tem nada de muito diferente. Minha proposta sempre foi a de manter atualizações semanais, porém, como já expliquei acima, tô dando um tempo. Em breve eu volto e será super legal.

Também conhecido como A Melhor Rede Social do Mundo, o Twitter é o meu lugar preferido da world wide web. Se eu pudesse, moraria lá. Todo mundo é legal, divertido e ~descolado~ no Twitter. Lá a gente fala de tudo e de nada e ninguém se importa. O meu perfil consiste basicamente em 1) reclamações sobre a-vida-o-universo-e-tudo-mais; 2) divagações sobre Supernatural (ou qualquer outra série que eu esteja acompanhando no momento); 3) compartilhamento de links do canal, deste prestigiado blog e de tantos outros igualmente prestigiosos; 4) resultados de quiz do Buzzfeed; 5) comentários sobre e excessivos RTs de fotos do Harry Styles. O Twitter me permite ser do jeito que sou e por isso eu o amo muito e irei sempre protegê-lo. Te amo, Twitter!

Facebook
Tudo o que eu disse sobre o Twitter se aplica ao Facebook, só que ao contrário. Não gosto da rede azul do Zuckerberg e só uso porque não sou um alienígena e também não moro debaixo de uma pedra e/ou em uma caverna. Assim, só tenho perfil no Facebook porque todo mundo tem e eu não quero ser forever alone. Porém, meu perfil pessoal vive às traças, de forma que quando uso a rede é para atualizar a página do blog/canal. E só. Na real, sinto saudades todos os dias do glorioso Orkut.

Desta lista, o meu perfil no Tumblr é o segundo mais antigo (Twitter é o campeão da minha vida), datando do não tão longínquo ano de 2010. Até hoje não entendi muito bem qual é a proposta do site, mas eu sempre o enxerguei como ~retratos de nossas almas~. Não sei se o que disse faz sentido, mas a impressão que tenho é de que todo mundo usa o Tumblr para expressar seus sentimentos mais profundos e/ou para compartilhar aquilo que ama. Ou seja, o lugar é o paraíso para todas nós fangirls dessa internet de ninguém. Confesso que já fui mais ativa por lá e costumava postar várias vezes por dia coisas que iam de letras de música até memes e fotos hipsters. Hoje uso mais para fangirlizar de forma moderada. Lá também há uma quantidade considerável de fotos do Harry Styles.

Não vou mentir: já gostei mais do Instagram.  Aí, sem algum motivo especial, fui parando de gostar tanto assim e depois das ~atualizações~ do Zukerberg, meu interesse morreu quase de vez (aliás, que preguiça do Instagram StorieszzZZzz). Ainda gosto de visitar os perfis de pessoas queridas, que admiro e/ou que gosto de acompanhar. Porém, com raras exceções, hoje uso praticamente para postar fotos das minhas leituras. De vez em quando tem foto de cachorro por lá ou de momentos de diversão com minhas amigas. Mas, de verdade, 99% é livro.


***

Além dos perfis, há também aqueles que criei em redes mais ~específicas~ e que nem sempre atualizo com a mesma regularidade que os demais:

Ambos foram criados para leitores e, apesar de terem algumas funções diferentes, eu os uso da mesma maneira: adicionao livros que quero ler, que estou lendo e que já li. Gosto também de conferir os comentários sobre livros que chamam a minha atenção antes de me decidir se irei ou não investir tempo na leitura. Sinceramente, gosto mais do Goodreads e só mantenho o meu perfil no Skoob porque é uma rede social brasileira e muita gente que acompanha o meu canal me adicionou lá. Os dois têm aplicativo e este é normalmente o método que eu adoto para atualizar meus perfis.

Bom, o Filmow faz basicamente as mesmas coisas que o Goodreads e o Skoob, só que com filmes. Também uso da mesma forma: adiciono os filmes que quero assistir e os que já assisti, além de pesquisar previamente opiniões de outras pessoas quando tenho minhas dúvidas se o filme será de meu agrado. Sei que o site também permite adicionar temporadas de seriados, mas como não gostei muito da forma como funciona, só uso para filmes. Ah, o Filmow é brasileiro e também tem aplicativo (que não uso porque da última vez que testei tava todo bugado).

Não quero soar repetitiva, mas aqui temos mais um caso como os dois anteriores. Ambas as redes ajudam os ~seriadores~ a manter a vida organizada, avisando quando tem episódio novo, quando vai ter hiato e datas de estreias de séries e temporadas novas. Não vou mentir: acho o layout do Banco de Séries bem feioso e justamente por isso resolvi conhecer o TV Show Time, que já ganhou meu coração. Ainda não me decidi se irei manter os dois perfis, mas nos últimos meses só tenho usado o aplicativo do TV Show Time (tem site também, mas o app é só amor e é muito mais prático).

Já tinha me conformado com o abandono do Last.FM, porém, no ano passado, quando me entreguei de corpo-alma-e-coração ao Spotify, senti a necessidade de criar um novo perfil. Não faço a menor ideia dos motivos que levam as pessoas a utilizar o Last.FM, mas eu uso apenas pelo scrobble. Basicamente, você instala um plug-in nos seus players de música, conectando-os com a sua conta no site, aí, suas músicas serão computadas e você poderá saber quantas vezes você escutou o artista X ou a música Y, por exemplo. Creio que para a maior parte do mundo esse tipo de coisa é meio inútil, mas eu levo muito à sério a quantidade de vezes que escuto um álbum. É o tipo de coisa que me ajuda a descobrir o que foi que mais tocou durante as temporadas da minha vida. Só assim eu pude descobrir, por exemplo, que em seis meses escutei mais One Direction do que Pink Floyd em um ano. Eu sei, fatos chocantes da vida. E eu tenho que agradecer ao Last.FM por isso!

Snapchat (michasborges)
Comecei a usar o Snapchat no ano passado e, na real, gosto bastante. Não sou o tipo de pessoa que faz snap de tudo durante todos os dias da vida, mas procuro fazer aparições semanais por lá. E aí, eu falo. Meu Deus, como falo. Fico uma hora, às vezes mais, falando sobre qualquer coisa que estiver pipocando na minha cabeça. Nunca é algo profundo, normalmente é sobre o que estou lendo, escutando e, mais recentemente, sobre Supernatural. Acho que o aplicativo funciona como um intermediário do Twitter e do YouTube porque 1) assim como no Twitter, a gente fala sobre tudo e sobre nada e dá pra ser bem aleatório; 2) é vídeo, então é mais dinâmico e podemos falar o que estamos pensando sem precisar de todo o aparato exigido na hora de gravar um vídeo para o YouTube. O único problema é que quando rola atualização, meu celular - que já tá respirando com a ajuda de aparelhos - começa a travar e eu perco a paciência e desapareço por uns tempos. Mas sempre volto, prometo!

Pronto, agora sempre que eu desaparecer do Youtube, podemos manter contato por todas essas outras redes!

- Michas


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