(Aquele em que conto a minha história com Supernatural)
Eu ainda assisto Supernatural. É, isso mesmo!, e o faço há mais de dez anos. Esses dias me dei conta de que é a série que mais me acompanhou durante a minha vida (seguida por Smallville) e, recentemente, resolvi que já nem ligo muito para a mitologia e seus arcos mirabolantes; o que ainda detém o meu interesse são os protagonistas. A real é que ainda me importo com Sam e Dean Winchester e, enquanto isso continuar acontecendo, permanecerei acompanhando suas desventuras com monstros, espíritos, anjos e demônios.

Cheguei a comentar em uma newsletter que vivo uma relação estranha com a série, mas nem sempre foi assim. Lembro até hoje do dia em que, aos 15 anos e entediada das minhas férias escolares (!!!), decidi acompanhar uma maratona no Warner Channel: o episódio era "Provenance" (1x19), um dos últimos da temporada, porém, como naquela época a série tinha uma pegada procedural - os episódios eram de ~monstro da semana~ -, não me senti perdida. Muito pelo contrário, amei demais e decidi que assim que a Warner iniciasse a 1ª temporada novamente, lá estaria eu assistindo.

Quando descobri que os episódios passavam às terças-feiras logo após Smallville, a alegria estava completa. Lembro inclusive de ter baixado os episódios no famigerado formato RMVB, já com a legenda embutida, para que uma amiga pudesse assistir também e eu tivesse alguém além da minha irmã para comentar os episódios. Curiosamente - ou não -, perdíamos mais tempo decidindo quem era mais bonito (Dean, óbvio!) do que comentando sobre os monstros e/ou o arco central da temporada. SDDS, ADOLESCÊNCIA. Ah, eu também passava um bom tempo tentando descobrir as músicas que tocavam nos episódios e, consequentemente, descobrindo vários clássicos do Rock. A série é fundamental para a minha ~formação musical~.

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