Estamos em dezembro e faz tempo desde que publiquei o último post neste estilo. Confesso que quando a ideia de manter um diário de leitura me ocorreu, em fevereiro!, imaginei que manteria alguma regularidade. Não por obrigação, mas pelo fato de que adoro falar e registrar meus pensamentos sobre o que eu leio. Tá certo que, por aqui, 2016 não foi um ano muito gentil neste departamento. Ainda assim, gostaria de ter me esforçado mais. Nem que fosse para falar que estava odiando tudo o que me propunha a ler.

Mas tudo bem, vida que segue, hoje eu tô com vontade de escrever sobre minha vida de leitora e é isso que vou fazer. 

Quando percebi que alguns dos livros que separei para doação no início do ano ainda estavam encostados em um canto aqui de casa, resolvi que não deixaria 2016 chegar ao fim sem que eles fossem embora. Na empolgação, resolvi dar continuidade ao meu Projeto Pessoal de desapego e fiz uma segunda limpeza na minha estante. Não contei, mas consegui encher uma caixa com livros e vê-los empilhados lá me deixou aliviada por saber que não estão mais ocupando espaço no meu quarto e que poderão levar felicidade para outros leitores.

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(Aquele sobre a 2ª temporada de Supernatural)

Lembram que eu disse que iria registrar as minhas impressões do rewatch de Supernatural conforme eu fosse concluindo as temporadas? Pois é, já foram seis e eu só falei da primeira. Sorry, my bad. Em minha defesa, digo que não quero que esse blog fique monotemático e mesmo que esta não seja uma justificativa louvável para o ~atraso~ dos posts, é a única que eu tenho além de tava-muito-ocupada-assistindo-Supernatural-para-escrever-sobre-Supernatural. Tenho certeza que 'cês me entendem.

De qualquer forma, hoje vou falar sobre a segunda temporada, que foi ao ar entre 2006 e 2007 e que, durante muito tempo, foi considerada a minha favorita. Ainda não sei se essa é uma verdade absoluta na vida desta que vos escreve, mas assim que tiver uma resposta, eu aviso. 
***

Em 2006, Michelle estava no segundo ano do Ensino Médio e, como já sabemos, Supernatural era a sua série preferida. Lembro da angústia enorme que senti durante os meses de espera para que o Warner Channel começasse a exibir a temporada. Na época, lembro de ter feito uma tabela tipo aquelas de horário da escola para organizar as séries que eu acompanhava, marcando o dia, horário e canal.

Era uma época interessante. Eu ainda dividia o quarto com a minha irmã, então costumávamos assistir os seriados juntas e depois a gente comentava o que tinha achado. As terças-feiras eram especiais porque traziam o combo Smallville + Supernatural. A série do jovem Clark Kent foi a primeira que começamos a acompanhar e foi por ela que conhecemos o Jensen Ackles, o que nos levou a ter um mínimo de interesse por Supernatural. Não, a gente não gostava de Gilmore Girls na época, logo, Padalecki who? Porém, de interesse a realmente começar a assistir demorou um pouco e eu precisei convencer minha irmã a assistir porque ela morria de medo só de ver as propagandas.

Talvez, meu carinho pela segunda temporada seja por conta do fato de que foi a primeira que acompanhei em "tempo real" - só que não, porque no BR as coisas chegavam com meses de atraso. Gostava tanto, que pesquisava os horários alternativos para assistir as reprises. Ah, a vida pré-torrents! Ainda sobre assistir na companhia da minha irmã, tinha o fato de que a gente se identificava com os Winchester. Primeiro, pelo motivo óbvio de que eles são irmãos. Mas cada uma se identificava com um deles justamente por conta das personalidades distintas. Coincidentemente, eu, irmã mais velha, me identifico muitíssimo com Dean. Minha irmã, com o Sam. E, sem exagerar, tem uns diálogos deles - daqueles mais corriqueiros, que não envolvem monstros e afins - que poderiam ter acontecido entre nós. Lembro que ela me deixava bilhetinhos assinados como "Sammy". <3

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Hoje decidi que iria escrever por aqui mesmo sem ter ideia sobre o que falar. Não vou mentir: ando meio exausta (fisicamente, emocionalmente, psicologicamente, etc.), de forma que o simples ato de colocar palavras em um fundo branco tem se revelado uma verdadeira via-sacra. Meus pensamentos estão bastante desconexos e tem dias em que é realmente difícil manter o foco. Porém, aqui estou. Escrevo para registrar, mas também escrevo porque me fez bem. Pollyanna que sou, me recuso a ser a seleção brasileira no eterno 7x1 que é a vida. #StayPositive

Então, se me permitem - claro que permitem, quem manda nisso aqui sou eu! -, vou listar cinco coisas que têm me ajudado a lidar com as loucuras e crises da vida. 

Detox digital
Na noite do último domingo decidi me propor um ~experimento social~ com o intuito de me desconectar um pouco. Obviamente, não tenho a menor intenção de regredir à Idade da Pedra - não dá pra viver sem internet, gente! - , de forma que meu "detox digital" tem algumas exceções. No caso, tô dando um tempo das redes sociais que mais consomem o meu tempo (leiam: Twitter, Snapchat, Facebook e Instagram) e tenho tentado usar a internet de forma mais moderada - apenas para me manter informada, responder/enviar e-mails e outras necessidades básicas (leiam: Netflix e Spotify). Não sei até quando aguentarei, mas eventualmente devo falar melhor sobre a experiência.

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