(Ou: O maior meme de fim de ano)

Vou ser breve na introdução, pois o post é gigantesco. Hoje é o último dia deste fatídico ano de 2016 e entre os nossos planos de cilada conjunta, Manu, Sharon, Mia, Tati e eu decidimos que iríamos responder um meme de retrospectiva que foi sugerido lá no grupo Se organizar, todo mundo bloga. São infinitas perguntas que nos instigam a refletir sobre o ano que passou, recordando momentos, sentimentos e material para fangirlização. Exatamente o tipo de coisa que é a nossa cara e que, por isso, a gente adora. Shall we begin?

1. Onde você estava quando 2016 começou?
Estava em uma cidade litorânea do estado de São Paulo - cujo nome não revelarei pois Internet, né? - para a qual vou desde antes de nascer (é sério, tem fotos de mamãe grávida nas praias de lá) e que me faz muito, muito, muito bem.
2. O que você fez em 2016 que você nunca tinha feito antes?
Pela primeira vez percebi de verdade que não, eu não sou um floquinho de neve especial e que, assim como quase todo mundo que eu conheço da minha idade, também tô lidando com crises. No âmbito familiar, comecei a me impor mais no sentido de começar a colocar para fora coisas que vinha carregando há anos dentro de mim e que eu não fazia ideia de que estavam me consumindo. Também, pela primeira vez, comecei a enxergar meus pais menos como meus pais e mais como pessoas complexas e que, assim como eu, só estão tentando sobreviver em meio ao caos. Pela primeira vez também, entrei sozinha em um táxi dirigido por um homem à noite. Pode parecer besta, mas é preciso ter muita coragem para fazer isso. Agora, pelo lado mais ~rocambolesco~ da vida, acho que escutar e gostar muitíssimo de músicas do Justin Bieber é uma ótima resposta para a pergunta.

3. Você manteve suas resoluções de fim de ano e fará novas para 2017?
No final de 2015 eu tinha apenas uma resolução de fim de ano: get my shit together. Sinceramente, não tô 100% e a vida não tá maravilhosa, mas só de ter me lembrado de quem eu sou e de ter conseguido encontrar o meu equilíbrio para organizar meus pensamentos, já me considero uma vitoriosa. 2016 foi um ano difícil para todos nós e ter sobrevivido, ainda que com algumas crises, tem o seu valor. Para 2017, além das metas literárias, minha resolução é: keep up the good work. Sobreviver, meus caros, é a meta. Qualquer coisa além disso será considerada lucro.

4. Você foi a algum show em 2016?
Não. O que achei bem curioso, considerando que 2016 foi um ano bastante musical por aqui. Admito que fiquei bem desligada da agenda de shows e rola sim um arrependimento por não ter ido ao show do Guns. Mas tudo bem, vida que segue, tem outros troféu. (Mentira, nem tem,  pois GUN 'N' ROSES PORRA).

5. Você procurará um novo emprego em 2017?
Olha, o que posso dizer é que o ~aspecto profissional~ da minha vida será o meu maior foco em 2017. Não sei muito bem o que isso quer dizer, mas é isso aí.

6. Você bebeu muito em 2016?
Não mais do que o socialmente aceitável. Não perdi a linha, não paguei mico, não mandei mensagens que poderiam me condenar e, principalmente, não mandei nudes (risos). Logo, acho que não bebi muito.

7. Você viajou nas férias? Para onde?
Todas as minhas viagens de 2016 - que não foram muitas - foram para a mesma cidade litorânea do estado de São Paulo cujo nome não revelarei.

8. Qual foi sua maior conquista em 2016?
'Cês perceberam que estar viva e com saúde foi um grande feito, né? Ok. Além disso, acho que retomar o controle sobre mim e me lembrar de quem eu sou foi a minha maior conquista em 2016.

9. Se você pudesse voltar no tempo, para qualquer momento de 2016, e mudar alguma coisa, o que seria? 
Say whaaaat?

Voltaria para o dia 28 de fevereiro e impediria a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas  de laurear Leonardo DiCaprio com o Oscar de Melhor Ator, pois este acontecimento, claramente, é o responsável pelo trem descarrilhado no qual se transformou o ano de 2016.

10. Você ficou doente ou ferido?
aNsIeDaDe.


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Hoje é véspera de Natal - também conhecida como O MELHOR DIA DO ANO - e, além de sonhar com o momento em que comeremos até explodir, eu e minhas amigas de cilada (❤ Tati, Sharon, Manu e Mia ❤) pensamos que seria uma bela ocasião para imaginar uma ceia para a qual convidaríamos alguns personagens. Claro que as coisas não são tão simples assim e tais convidados precisam atender a alguns requisitos. 😈 

Então, sem mais delongas, iniciemos a nossa ceia.

A anfitriã
Lady Cora Crawley, também conhecida como a Condessa de Grantham, pois 'cês conseguem imaginar que maravilhosidade seria passar a melhor noite do ano pelos corredores da Downton Abbey? Será uma ceia elegante, com direito a fabulosos trajes, quase como um baile de gala. Vai ter mordomo abrindo a porta para receber os convidados, conversa sobre amenidades na sala de estar e lacaios servindo o jantar. Muito chique.

A cozinheira
Sookie St. James, de Gilmore Girls. Toda vez que assisto a uma cena com a Sookie cozinhando as refeições da Independence Inn e da Dragonfly Inn fico desesperada para provar. Ela é super caprichosa e dá para sentir que ama o que faz (por favor, ignoremos o revival neste momento) e só posso imaginar que uma ceia de Natal preparada por ela seria algo divino. E só de pensar nos pratos servidos na louça da Downton Abbey, fico louca, pois que lindo seria.

Aquela que vai causar uma cena
Acho meio esquisita essa coisa de causar cena em ceia de Natal, pois tenho para mim que é sempre uma ocasião de alegria e #paz. Contudo, já que a categoria faz parte da brincadeira, a convidada é a menina Marissa Cooper, de The O.C., pois com sua natureza rebelde e autodestrutiva só posso imaginar que causaria uma cena ao chegar bêbada e revoltada. Ainda no espírito da festividade, torço para que alguém segure sua mão e diga que tudo vai ficar bem, que é só uma fase e que vai passar (por favor, tenhamos compaixão, é Natal e precisamos dizer coisas boas para as pessoas).

A criança
Natal é uma época mágica, principalmente durante a infância; assim, não poderia deixar de convidar uma criança para participar. Já que o evento vai acontecer na  Downton Abbey, onde tudo é impecavelmente limpo e organizado, a única criança possível é o adorável Max Fuller, de Fuller House. Além de extremamente educado, Max é gentil, doce e provavelmente iria pedir para ajudar a limpar tudo depois.

Aquele que vai se vestir de Papai Noel
Ninguém mais, ninguém menos que o tio mais legal de todo o mundo: Jesse Katsopolis, de Full House e Fuller House. Ok, ele é machão e adora frisar este aspecto de sua personalidade; contudo, todos sabemos que Jesse tem um coração enorme e adora deixar crianças felizes e é por isso que ele não só entraria na folia, como também nos presentearia com uma interpretação incrível de Jingle Bell Rock no estilo do Elvis Presley.

O convidado popular
Irei roubar nesta categoria, pois não posso convidar apenas uma pessoa. Preciso convidar as quatro mentirosinhas de Pretty Little Liars, que se tornaram populares da pior forma possível. A vida de Hannah, Spencer, Aria e Emily é absurda e terrível demais e, por isso, acho que elas merecem um pouco das ~good vibes~ que só o espírito natalino é capaz de proporcionar e um lugar na nossa ceia.

A vilã
Porque o Natal é, entre muitas coisas, uma época para se ter compaixão, demonstrar a empatia e o amor ao próximo. Partindo desse princípio, até os vilões precisam de um pouco de amor e compreensão e é por isso que Cersei Lannister tem um lugar garantido na nossa mesa. Em 2016, pudemos ver que o jogo virou e Cersei deu a volta por cima, mas o preço que pagou por isso foi altíssimo. Ela pode até ser rainha, mas é uma mulher em luto pela perda dos filhos. Se tem alguém precisando de um abraço e de um pouco de carinho, é ela.

Um casal que não é necessariamente romântico
Kara Danvers e Barry Allen, que além de serem literalmente super-heróis, são pessoas muito gentis, de bom coração e, convenhamos, a cara do Natal. Eles são fofos, divertidos e consigo imaginá-los sentados na sala de estar da Downton Abbey, brincando com a cachorrinha e com o Max e embarcando na folia de fingir que o tio Jesse é o Papai Noel. Eles também se voluntariariam para arrumar as coisas no fim da festa.

Uma heroína
A Eleven, de Stranger Things. Além de ser uma garotinha muito simpática - apesar de falar pouco -, Eleven é muito amiga e está disposta a se sacrificar por aqueles que lhe são queridos. Mesmo sendo muito jovem, ela tem um passado bastante sofrido e pouco conhece das tradições natalinas, por isso, acho que a ceia seria uma ótima ocasião para ela se descontrair, fazer amizades e se sentir protegida e amada. A Sookie com certeza prepararia uns waffles para ela.

Aquele que é subestimado
Sam Winchester, porque, convenhamos, deve ser difícil crescer sem ter um lar, sem ter mãe e sem ter noção do que seu pai faz para viver. E deve ser super difícil crescer à sombra de um irmão que parece ser exatamente o que você não é. Principalmente, quando as pessoas insistem em não observar as suas qualidades e só destacam os seus defeitos ou escolhas duvidosas. Ou, pior, insistem em dizer que há algo de muito ruim e sombrio em você, mesmo quando tudo o que você sempre fez foi lutar contra essa suposta natureza. Sam é um amorzinho incompreendido e merece mais reconhecimento.

O convidado de sua escolha
Obviamente, Dean Winchester, pois seria de extremo mau gosto convidar seu irmão e deixá-lo de fora. Principalmente porque é Natal e estaríamos lhe negando comida boa; e todos sabemos que Dean ama comida boa. Além disso, há o fato de que ele, assim como Sam, tem um coração gigante, está sempre fazendo o bem e raramente recebe agradecimento por isso. Dean merece uma noite de tranquilidade, sentado na frente de uma lareira enquanto come um saboroso pedaço de torta.

O convidado de honra
A única forma de reunir toda essa gente ilustre debaixo do mesmo teto seria com a ajuda do Doutor, que transportaria a todos com a Tardis. Durante a ceia, ele seria aquele cheio de histórias interessantes para contar e provavelmente saberia a origem da ~piada~ do pavê. É bem provável que ele auxiliasse na folia do Papai Noel, o que só tornaria tudo mais mágico para o Max e para a Eleven. Em um ato ainda maior de bondade, ele poderia levar a Kara para visitar Kripton no passado e depois conversar um pouco com o menino Barry sobre a importância dos pontos fixos no tempo e sobre como eles não podem ser alterados sem trazer consequências grandiosas e até catastróficas. Vou além na minha fantasia e digo que ele poderia convidar a Marissa para ser companion e, quem sabe, mudar um pouco a sua perspectiva sobre a vida. Seria um verdadeiro milagre de Natal.

A tag Ceia de Natal é, na verdade, uma adaptação da tag Jantar Literário. Pensamos em fazer algumas alterações nas categorias para que ficassem mais de acordo com a ocasião e optamos por não limitar os personagens apenas ao universo literário.
*** 
Atualização do dia 25 de dezembro: como não deu tempo de escrever um post ~reflexivo~ sobre o Natal, decidi deixar a tag como o encerramento da primeira edição do Blogmas desta prestigiosa (?) publicação. Na correria (dezembro, né, 'cês sabem como é), não dei conta de retribuir o carinho de todo mundo que comentou por aqui, mas irei fazer isso em breve. Por favor, não desistam de mim (risos nervosos). Ainda assim, gostaria de mandar abraços apertados para Nathália, Virgínia, Tany, Ianna, Gabi Stähler, Maria Luiza, Gabriela Erler, Thaís e Juli. Os comentários de vocês me deixaram muito feliz e aqueceram o meu coração.❤ E, claro, muito obrigada Mia, Manu, Sharon e Tati por serem as melhores amigas de cilada natalina!❤



1. Como você chamaria seu filho(a)?
Estou sempre pensando em nomes diferentes, mas faz uns tempos que considero Eric e Olivia - este último pode, ou não, ter a ver com o fato de ser nome de música de banda britânica e com uma ideia que eu tive de ~manter a tradição~ na família.

2. Você sente falta de alguém?
Sim.

3. O que você diria se eu falasse que você é bonita?
Ficaria com um sorriso meio-bobo-meio-tímido, agradeceria e diria que você também é.

4. Já disse alguma vez “não é você, sou eu”?
Sim e não foi uma desculpa esfarrapada, pois o moço era gente boa e eu que não queria mais nada. Logo, o ~problema~ estava comigo, não com ele.

5. Você está ansiosa pra alguma coisa na semana que vem?
Na verdade, não. Daqui a uma semana, será dia 26 de dezembro e a magia do Natal já terá acabado, para dar espaço para as ~vibes~ de ano novo, que eu detesto.

6. Você saiu ou ficou em casa noite passada?
Fiquei em casa.

7. Até que horas ficou acordado noite passada?
Você quis dizer na última madrugada, né? Acho que até uma e pouco.

8. Seja franco, viu alguém em roupas íntimas nos últimos 3 meses?
Mas é claro! Não moro sozinha. 

9. O que você estava fazendo ao meio-dia?
Estava tomando banho e pensando no almoço.

10. Já disse pra alguém que o amava mas não era verdade?
Não. Levo esse tipo de coisa muito a sério, então só digo quando é o que eu realmente sinto.

11. Poderia ficar o resto da vida sem beber álcool?
No way, Jose!

12. Já fingiu gostar de alguém?
Já, né. Mas só para evitar situações constrangedoras, ou tortas de climão. Mas isso só em situações que não envolvam relacionamentos românticos.

13. Poderia ficar o resto da sua vida sem fumar?
Com certeza.

14. Tem alguém na sua vida que sempre te faz sorrir?
Sim. Alguns alguéns.

15. É difícil pra você esquecer alguém?
Olha, acho que nunca esqueci de ninguém; porque, querendo ou não, são pessoas que fizeram parte da minha história e que tiveram um papel importante na construção de quem eu sou. Contudo, se for mais na linha de "superar" alguém, acho que atualmente não é mais tão difícil. Já tive a minha pequena porção de relacionamentos ruins e decidi que a Michelle de hoje não "precisa" mais ficar sofrendo por causa disso. Relacionamentos terminam, pessoas se afastam e a vida segue. É claro que dói, é claro que tudo bem chorar, mas não perco mais meu sono por causa disso. Abracei meu ascendente e meu Vênus em Aquário e tô mais desapegada, livre e solta.

16. Você estava solteira cinco meses atrás?
Sim.

17. Já chorou por se sentir tão maluca?
Infelizmente, sim.

18. Segurou a mão de alguém semana passada?
Sim.

19. Seu último beijo foi na cama?
Não, acho que foi na sala de estar.

20. Quem você viu pessoalmente pela última vez?
Meu pai.

21. Qual foi a última coisa que você disse em voz alta?
Droga! Tem uma mosca no meu quarto!

22. Já beijou três pessoas ou mais em uma noite?
Não.

23. Já esteve em Paris?
Não e, curiosamente, acho que a cidade não está nem no meu ~top 5 lugares para conhecer antes de morrer~

24. Você é bom em esconder seus sentimentos?
Sim.

25. Você usa protetor labial?
Não, mas acho que deveria.


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Estamos entrando na reta final do Blogmas e do ano e, nossa, eu não tô aguentando mais. Então, já estou operando no piloto automático e tirando forças de não sei onde, porque, como disse, não aguento mais. Neste fim de semana não fui assistir Rogue One, mas fiz algumas coisas que queria registrar (leiam: não sabia sobre o que postar, então, vai ser diarinho mesmo).

***
17/12/2016

É uma verdade universalmente reconhecida que deixar para fazer compras no último final de semana antes do Natal é uma tremenda cilada. E é claro que minha família deixaria para fazer exatamente isso. Fomos além: deixamos para fazer as compras apenas no domingo. Assim, passei o sábado inteiro sentindo um misto de empolgação, pois ah-nossa-compras-de-Natal-coisas-novas-presentes, e desespero, já que Meu-Deus-shopping-no-Natal-que-pesadelo-que-morte-socorro.

Como já sabia que sobreviver ao dia seguinte seria uma verdadeira via-sacra, passei o sábado inteiro praticando o self-care e carregando as baterias para o que viria; de forma que fiz um total de vários nada, além de acordar na hora do almoço, passar o dia de pijama, assistir Pretty Little Liars (que temporada rocambolesca é a 6ª, não?) e O legado Bourne (na real, bem mais do mesmo; nada de muito empolgante, mas também não é esse horror todo que dizem) comer cookies e ler os blogs das migas de Blogmas.

Para não dizer que não fiz nada de ~útil~, decidi dar início aos trabalhos da primeira award season do blog e já estou rascunhando as retrospectivas literária, musical e de séries. Ainda não sei o que farei sobre os filmes, já que 2016, definitivamente, não foi um ano de filmes por aqui. Tentei deixar pronta a próxima newsletter, mas não rolou e agora, só depois do Natal. Talvez. São questões.

Fui dormir cedo - para os meus padrões, claro, e por ser sábado.


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(Ou: Das tradições natalinas)

Há alguns anos, minha mãe iniciou uma tradição de sempre preparar uns cookies que ela aprendeu a fazer com uma amiga, que anotou a receita em um caderno que tem, provavelmente, a minha idade. Não é uma receita ~exclusiva~ de Natal, pode ser feita em qualquer época do ano, mas nós sempre deixamos para fazer em dezembro. Assim, já estou condicionada a relacionar o sabor e o cheiro desses cookies com o clima natalino. Na correria que têm sido essas últimas semanas, quase achei que não daríamos conta de respeitar a tradição. Contudo, 2016 está determinado a nos presentear com constantes plot twists e, por isso, ontem finalmente conseguimos fazer os cookies e é apenas dessa iguaria que tenho me alimentado desde então (mentira, eu almocei comida de verdade). 

Hoje, quero, mais uma vez, unir o útil ao agradável - porque é assim que as coisas funcionam em tempos de Blogmas - compartilhando a receita com vocês, na esperança de deixar o Natal (ou a festa que vocês costumam comemorar no fim do ano - ou não) mais alegre. Logo, sem mais delongas, senhoras e senhores, peguem seus aventais, suas colheres de pau, untem suas assadeiras e pré-aqueçam os seus fornos! Shall we begin?

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(Um post sobre crush)
Já comentei por aqui que tem dias que acordo besta e que gosto quando isso acontece, porque significa que estou feliz por motivos bobinhos, inofensivos e adoráveis. Gosto de aproveitar tais ocasiões para dar vazão especificamente ao meu lado fangirl e praticar algumas creicices sem arrependimentos. Assim, conversando com as amigas de cilada (❤Sharon, Manu, Tati e Mia❤), resolvemos que uma de nossas postagens coletivas seria dedicada aos nossos amores platônicos, os crushes. E como boas fangirls que somos, optamos por deixar tudo ainda mais creiço e criamos categorias para facilitar (ou não) a brincadeira. Portanto, sem mais delongas:

Senhoras e senhores, se preparem! Eis a minha singela, porém sempre fabulosa, lista de crushes! Lembrem-se: feelings are the only facts and I regret nothing. #YOLO 

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Em tempos de estreia de filme novo do universo de Star Wars e de desespero porque faltam dez posts para a conclusão do Blogmas e as ideias já são inexistentes, a gente se vira como pode e tenta unir o útil ao agradável. Como sinto que pouco falei sobre livros por aqui desde o ~reboot~ e que, de forma geral, andei pouco conectada com meu lado leitora, hoje responderei a tag Star Wars Literário, que vi no canal da Jotapluftz e que, creio, foi criada pelo pessoal do Espanadores.

Chewbacca: alguém que sempre vai estar lá para você
O apanhador no campo de centeio. Como sabemos, este é um dos meus livros preferidos da vida e mesmo que seu foco maior seja na adolescência, sempre que releio alguns trechos ou me lembro de partes da história, me sinto abraçada e contagiada por uma sensação de conforto. Não costumo reler muitos livros - aliás, faz muito tempo desde que fiz isso pela última vez -, mas a história de Holden Caulfield sempre terá um espaço especial na minha vida e no meu coração.❤

C-3PO: personagem/autor perdido, desesperado.
Falando de personagem, lembrei da Naoko, de Norwegian Wood, um dos livros que mais gostei de ler em 2016. A história é toda (leiam: toda mesmo) permeada pelas ~bad vibes~, é um livro triste, doloroso e que me fez sentir angustiada em vários momentos; e, ainda que não seja a protagonista, Naoko foi, para mim, a personagem mais interessante do livro e acho que ela representa bem o tom da história, que, caso não tenha ficado claro, não é engraçadinha como o C-3PO. Ainda assim, há algo de desesperador. Agora, pensando em autor, com certeza, Marcus Sedgwick. Li Midwinterblood (o livro chegou ao Brasil pela editora Novo Século e com o título A Ilha das Sete Luas) em julho e tô até agora sem entender o que raios o autor pretendia com o livro. Nada faz sentido.

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Firme e forte - ainda que de forma lenta - em minha missão de fazer algumas leituras temáticas nesta época do ano, não poderia cogitar a leitura de contos natalinos sem considerar o homem que inventou o Natal, também conhecido como Charles Dickens. A escolha foi o conto A história do parente pobre (The Poor Relation's Story), publicado em 1852.

***

O conto tem início durante uma confraternização familiar durante a época de Natal e todos estão se preparando para contar histórias, como parece ser a tradição. Michael, o narrador, é apontado como aquele que deve iniciar. Ele é o parente pobre do título e começa a sua história descrevendo convicções a seu respeito tidas por seus familiares: ele já é um homem de meia idade, mas não construiu um patrimônio, vive de uma pequena pensão, é considerado um fracasso - tanto por não ter correspondido às expectativas de seu tio rico, quanto por ter sido ingênuo ao se deixar ser enganado pela mulher que amou e por ter confiado demais nas pessoas - e é completamente dependente da caridade alheia. É nesse ponto que ele avisa que todos ali estão errados e que o que ele acabou de descrever não é a sua vida, passando então a contar o que considera a sua verdadeira história. 

E é só até aqui que vou contar porque o interessante é se deixar levar pelas palavras de Michael. Contudo, não vou mentir: é um conto triste e doloroso e o sentimento aumenta após a reviravolta no final. Ainda assim, estamos falando de uma história bem escrita e que, creio eu, tem como aspecto natalino o fato de chamar atenção para aqueles menos afortunados, que vivem às margens da sociedade em e que precisam de cuidado. É uma reflexão muito válida e bonita para o Natal e que deve ser lembrada em qualquer época do ano.

Penso que uma leitura mais analítica é capaz de encontrar mais mensagens e significados no texto, que em alguns momentos lembra Um conto de natal - que é muito mais otimista - e que, com certeza, também esconde algumas críticas à sociedade vitoriana. Ainda que não seja uma história para aquecer o coração, recomendo a leitura.
Encontrei essa edição de forma ~misteriosa~ enquanto passeava despretensiosamente em um sebo. O livro é dividido em quatro partes e A história do parente pobre está na que é chamada de Christmas Stories (1850-1867). Em uma rápida pesquisa no Google, descobri que o conto também está na coletânea Os melhores contos de Charles Dickens, que fez parte de uma coleção publicada pela Círculo do Livro, em 1996.



Como sabemos, agora também sou convertida ao swiftnianismo (termo belamente cunhado por Manu), de forma que amo a moça Taylor Swift e suas músicas. Como também sabemos, 2016 foi um ano pouco gentil por aqui, pelo Brasil e, convenhamos, para o mundo de uma forma geral. Assim, no meio das incontáveis revoluções internas seguidas de crises de ansiedade e singelas, porém gratificantes, doses de autoconhecimento que este nada glorioso ano me proporcionou, a discografia dessa pessoinha polêmica-porém-incompreendida-de-forma-adorável surgiu no embalo da Revolução 1D e se consolidou como uma das minhas maiores fontes de alento e conforto.
E como hoje ela está celebrando a vigésima sétima temporada de sua vida, não poderia deixar a data passar em branco por aqui, de forma que me lancei o impossível-porém-aceitável desafio de listar as minhas músicas preferidas de seu incrível repertório. Não há preferência, amo todas da mesma forma e irei organizar a lista cronologicamente. Com a introdução concluída, senhoras e senhores, se preparem, pois este é o meu TOP 13 músicas da Taylor Swif!

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Michas Borges é de Peixes, gosta de pores do sol e de longas caminhadas na praia. Continue lendo para conferir tudo o que sempre quis (ou não) saber sobre a nossa Super Star ~descolada~.

Altura: 1,56
Idade: 26
Cor dos olhos: castanho 
Signo: Peixes, com ascendente em Aquário, Lua em Gêmeos
Cor do cabelo: castanho  
Coisa favorita: celular, fones de ouvido e batom vermelho
Cor favorita: lilás
Comida favorita: pizza
Hora do dia preferida: a hora de dormir
Dia ou noite? Madrugada
Feriado favorito: Natal
Emoji favorito: 😱
Jogo favorito: qualquer um de tabuleiro
Passatempo: ler e escutar música
Vício: escutar música
País favorito: Brasil e Inglaterra
Língua preferida: português e inglês
Socializar ou ficar sozinha? Ficar sozinha, sempre.
Banda favorita: Pink Floyd e One Direction, porque os sentimentos são os únicos fatos
Cantor e cantora favoritos: James Bay e Taylor Swift
Música favorita: Shine On You Crazy Diamond, do Pink Floyd
Ficar em casa ou sair? Ficar em casa
Filme favorito: De volta para o futuro ou Cantando na chuva ou A pequena sereia. São questões.
Série favorita: Friends ou Supernatural. Ou as duas. São questões.
Assuntos favoritos: música, séries, livros e filmes - mais ou menos nessa ordem.
Religião: nenhuma

Encontrei essas perguntas em uma corrente que a Juli respondeu lá no site feice e decidi responder aqui no blog porque ninguém me marcou no site feice e também porque eu não gosto do site feice. 


Se o fim de semana passado foi totalmente atípico, este foi um tradicional exemplo da minha essência Bolseiro de Bolsão. Não saí de casa, fiquei de pijama o tempo todo e pouco fiz além de dormir. E é sobre esses dois dias de vários nada que pretendo falar hoje.

***

10/12/2016
Acho que acordei por volta das 10h30, mas devo ter enrolado uma boa meia hora antes de me levantar e me dirigir para a cozinha. Como sempre, iniciei meu fim de semana com um resto de manhã dedicado à café e contemplação; assim, enquanto comia lentamente meu pedaço de chocotone e bebia uma generosa dose de cafeína, a trilha sonora era a playlist especial de retrospectiva montada pelo Spotify. Comecei o dia no maior estilo rock-farofa-porém-sentimental ao som de Every Rose Has Its Thorn, do Poison.
Depois de tomar um banho para afastar o sono e vestir outro pijama, percebi que ainda estava com preguiça e que não queria fazer nada além de ficar deitada assistindo qualquer coisa. Foi então que resolvi colocar em prática uma ideia que tive no começo de novembro: assistir As Relíquias da Morte - Partes 1 e 2 em sequência. Nunca tinha feito isso - aliás, apesar de gostar dos filmes de Harry Potter, esses dois foram assistidos poucas vezes por esta que vos escreve. Entre um filme e outro, senti fome e, como a preguiça falou mais alto, pedi comida chinesa. Agora, se me permitem, gostaria de compartilhar as sortes que vieram nos biscoitos (porque sim, o pessoal do restaurante me mandou dois e eu fiquei super feliz):

Para pensar

Aí, resolvi que estava com vontade de ler, mas não queria ler Oliver Twist. Então, iniciei minha releitura de O lar da Srta. Peregrine para crianças peculiares. Acho que li por uma hora, mais ou menos, quando me lembrei de que não tinha programado o post de ontem - o que fazia todo o sentido do mundo, já que não tinha post pronto para programar, oras - e, por isso, improvisei a minha lista de dez músicas mais escutadas em 2016. Depois disso, terminei a minha noite comendo pizza e maratonando Keeping Up With The Kardashians (AND I REGRET NOTHING).

Considerações musicais dignas de nota - parte 1: 1) o álbum do Poison tem uma das capas mais feias que eu já vi na vida; 2) escutei a música que o Louis Tomlinson lançou e gostei da letra, mas achei que não combinou com aquelas batidas de música do David Guetta. Contudo, me emocionei com a apresentação no X-Factor.


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Já cheguei a comentar por aqui que gosto muito de escutar música e que levo isso muito a sério, né? Pois bem, ontem o Spotify lançou a playlist com as músicas que mais escutei em 2016 - ação que julgo equivocadíssima já que ainda é 10 de dezembro - e, obcecada por esse tipo de coisa que sou, obviamente, já tinha meus palpites e, por isso, não fiquei muito surpresa. Contudo, ao comparar a lista do Spotify com a do a Last.FM, fiquei confusa, porque os artistas são os mesmos, mas as músicas são outras. Na real, acho que a lista do Spotify não tá na ordem e a do Last.FM é meio questionável, porque o scrobble tá sempre bugado.

Assim, cheia de manias e sem a menor condição de cumprir a minha meta de postar sobre Supernatural aos sábados, resolvi improvisar uma lista com dez das músicas que mais escutei em 2016 até o momento. Não tenho critérios muito exatos e só garanto que não vou repetir os artistas, assim posso ser justa com quase todos que fizeram a minha vida musical mais feliz este ano. Então, sem mais delongas, comecemos.

MINHA MÚSICA, MELHOR MÚSICA.

What a Feeling (One Direction)
Já disse aqui que amo essa música e as ~good vibes~ que ela transmite, então não vou me alongar.

MINHA MÚSICA, MELHOR MÚSICA [2].

Tom Petty faz parte de um grupo de cantores sobre os quais pouco sei, mas que sinto uma alegria genuína toda vez que escuto alguma música. Acho que Refugee foi sugestão das Descobertas da Semana; escutei, gostei e, claramente, escutei muito.

Cortesia do revival de Supernatural em minha vida. A música, que é realmente muito boa, toca no episódio do Ceifeiro (?) da primeira temporada, em uma das melhores sequências musicais da série.

MELHOR MÚSICA DOS ROLLING STONES. Talvez. São questões.

QUE MÚSICA. 

As ~vibes~, a letra. QUE LETRA.

Possivelmente, uma das músicas mais bonitas que eu já escutei. Tá sempre voltando para a trilha sonora da minha vida.

Porque sim. (risos).

Fleetwood Mac, que será uma das minhas bandas preferidas, aconteceu na minha vida em 2016 e foi tudo por culpa dessa música, que tocou em um loop por dias.

***
Menção honrosa: My Kind (Hilary Duff)
Apenas porque o Breathe In. Breathe Out. tocou muito por aqui no começo do ano e eu não poderia deixar de citar - apesar do clipe (?) muito ruim.

2016, claramente um ano rocambolesco.



Com o intuito de não desanimar durante esta cilada chamada Blogmas, ficou decidido que eu, Manu, Mia, Tati e Sharon faríamos algumas postagens coletivas e de acordo com a temática das festas de fim de ano. A nossa intenção é fazer um desses posts por semana e a primeira escolha foi a tag Meu Natal, sugerida lá no grupo Se organizar, todo mundo bloga, e que discorre sobre os nossos costumes durante a época de Natal. 
O que você costuma fazer na véspera de Natal e no dia 25? 
Nada de muito diferente do que, creio eu, a maioria das pessoas faz nesses dias. Minha família se reúne na véspera, tem a ceia - com direito ao arroz com passas que eu odeio e ao pavê que rende aquelas piadas de tio -, depois trocamos presentes e assistimos aos especiais questionáveis da Rede Globo, enquanto conversamos sobre a-vida-o-universo-e-tudo-mais. O dia 25 costuma ser vivido com muita preguiça, todo mundo dorme até tarde e o almoço é chester, arroz com passas e, basicamente, as mesmas coisas da ceia da noite anterior. Normalmente, assisto O Senhor dos Anéis, que sempre passa na TV, e aguardo ansiosamente os links para download do episódio de natal de Doctor Who.

Qual é o seu filme natalino favorito? 
Provavelmente, Edward Mãos de Tesoura. Mas também gosto muito de O estranho mundo de Jack

E a sua música natalina preferida? 
Possivelmente, Sleigh Ride. A música tem tudo a ver com lugares que nevam no Natal, mas ainda assim não consigo não me empolgar com a melodia e letra alegres. A versão que mais me marcou é uma que vinha em um VHS (!) chamado Cante com Disney (só achei em inglês), que eu assistia exaustivamente nessa época do ano. Gosto também da versão gravada pelo She & Him.

Você tem uma comida de Natal favorita? 
Olha, tirando o arroz com passas, gosto de tudo que tem na ceia. Agora, se estivermos falando da época de Natal como um todo, escolho o chocotone.

O que você mais gostaria de ganhar nesse Natal? 
Com exceção da 10ª temporada de Supernatural, todas as coisas sobre as quais escrevi na minha cartinha para o Papai Noel

Você gosta mais de dar ou receber presentes? 
Gosto dos dois. Adoro ganhar presentes, porque né. Mas também adoro presentear pessoas queridas. Confesso que não sou a mais criativa das criaturas, mas me sinto bem ao comprar algo para dar para alguém, fico imaginando a reação da pessoa ao abrir a embalagem, etc. 

Você já passou o Natal na neve? 
Ainda não, mas o futuro tá aí para esse tipo de experiência, né? Mesmo sendo uma grande entusiasta dos dias quentes e ensolarados, acho que gostaria de, pelo menos uma vez, viver um natal daqueles que a gente vê em filme de Hollywood.

Onde você gostaria de passar o Natal? 
Por motivos de Charles Dickens: Londres. Mas jamais descartaria Nova Iorque.

Sua família costuma decorar a casa? Quem fica encarregado das decorações? 
Sim, decoramos a casa e, normalmente, eu e minha mãe somos as encarregadas. Nós duas somos as mais empolgadas com as festas de fim de ano.

É época de Natal. O que você está lendo? 
Gostaria de dizer que é algo temático, mas não. É o mesmo livro que tá empacado na minha cabeceira desde outubro: Oliver Twist, de Charles Dickens. É uma história divertida e bem escrita, mas que não está me prendendo tanto quanto imaginei que prenderia. Assim, vou lendo devagar mesmo. Este mês, decidi intercalar com alguns contos natalinos (ou não).

Qual é o seu cheiro preferido no Natal? 
Que pergunta curiosa! Gosto dos cheiros de chocotone e da árvore de Natal (?). E no dia da ceia, gosto do cheiro da comida ficando pronta. Também gosto do cheiro da ~brisa~ de verão que marca esta data aqui no Brasil.

Você foi um bom menino/uma boa menina esse ano? 
Olha, 2016 foi um ano difícil (para todos nós) e, por isso, não consigo avaliar muito bem o meu comportamento. De uma forma geral, foi um ano de muitas mudanças internas por aqui e acho que isso interferiu muito na forma como agi. Fiz o meu melhor para evitar desgastes desnecessários para mim e para os outros, não me envolvi em discussões ou brigas e realmente me esforcei para exercer empatia, me colocar no lugar dos outros e, talvez, conseguir ter uma dimensão de como eles enxergam a vida. Não sei se, ao agir dessa forma, fiz o bem para alguém, mas com certeza, fiz o bem para mim. E, na real, é importante fazer o bem para nós.

O que sempre tem pra comer no Natal? 
Chester, arroz com passas e pavê. Esses três nunca ficam de fora.

Como você costuma se vestir na ocasião? 
É aquela coisa, né? A gente se arruma para ficar na sala, então tento achar um meio termo entre arrumadinha para festa e figurino de churrasco de família. Normalmente, por ser verão, coloco um vestidinho com sapatilha. Se possível, compro algo novo para usar na ocasião, mas que também possa ser usado em ~looks~ futuros.

Você começa suas compras de Natal na Black Friday ou deixa tudo pra última hora? 
Em algum ponto no meio do caminho. Costumo aproveitar a Black Friday para comprar presentes de natal para mim e aí, entre a primeira e a segunda semana de dezembro, começo as compras de presentes.

Você sabe embrulhar presentes? Você faz com gosto ou não?
Não sei embrulhar presentes e toda vez que tentei fazer isso, não gostei do resultado. Assim, sempre que dá, peço para embrulharem na loja. Se não for possível, peço ajuda para minha irmã ou minha mãe.

Você sabe o nome de todas as renas do Papai Noel? 
Considerando que até ler a pergunta eu não sabia que todas as renas tinham nome, não. Conheço só o Rudolph.

Você tenta espiar seus presentes antes ou prefere a surpresa? 
Quando eu era criança, tentava descobrir onde meus presentes estavam escondidos e quando eles já tinham sido colocados debaixo da árvore, eu tentava descobrir o que eram. Hoje sou mais controlada e prefiro esperar pela surpresa.

Você abre seus presentes na véspera ou na manhã de Natal? 
Na véspera, depois da ceia.

Quando você descobriu a verdade sobre o Papai Noel? 
Eu fui uma criança que acreditou muito no Papai Noel, escrevia cartinhas todo ano e tentava ficar acordada para me encontrar com ele. Acho que essa fantasia deve ter durado até os meus seis ou sete anos. Oito, talvez. Depois disso comecei a desconfiar e, em um péssimo exemplo como filha mais velha, plantei a sementinha da dúvida na cabeça da minha irmã. Crianças são meio sem noção.

Qual o melhor presente de Natal que você já ganhou? 
Com certeza, o trailer da Barbie. Eu tinha seis anos e sonhei tanto com esse presente que até hoje consigo me lembrar do papel em que ele estava embalado, da emoção que foi abrir a caixa e da vontade imediata de começar a brincar. Acho que naquela noite mesmo implorei para minha mãe colar os adesivos e deixar o trailer com mais ~personalidade~. Outros presentes que me marcaram muito foram a boneca da Anastasia e uma pelúcia das Bananas de Pijama (um programa muito nonsense que, por um breve período, se tornou uma de minhas obsessões). Ganhei coisas interessantes durante a adolescência a, claro, na fase atual da minha vida, mas acho que os presentes da infância foram os mais mágicos.

Você faz resoluções de ano novo? Você as cumpre? 
Nada muito específico, pois sinto que fazer resoluções é o mesmo que criar expectativas. Penso em coisas mais abrangentes, com relação aos meus hábitos, a forma como me relaciono com as pessoas ou até como encaro a vida. E, claro, tem sempre aquela lista de livros para ler no ano que vem e que eu nunca cumpro, mas sempre faço porque me divirto.

Conte uma história de Natal memorável. 
A véspera de Natal de 2010 foi memorável porque pela primeira vez, em anos, conseguimos reunir toda a família na casa da minha tia por parte de pai. Foi muito legal porque, além de poder recordar algumas situações de quando eu, minha irmã e meus primos éramos crianças, fizemos amigo secreto e foi muito engraçado ver meus avós e alguns tios tentando brincar direito, mas não entendendo que não podiam falar o nome da pessoa sorteada. Hoje lembro daquela noite com muito carinho e com muita saudade também porque foi o último Natal que passei com meu avô antes de ele ter um avc; jamais esquecerei o sorriso dele, o bom humor, a voz. Ele nos deixou no ano passado e, quanto mais lembro daquele Natal, mais meu coração dói.

O que torna essa época do ano especial para você? 
Acho que é o fato de que, para mim, é impossível ficar triste no Natal. As coisas podem não estar ocorrendo como eu gostaria, posso ter passado por frustrações, posso estar no pior momento da minha vida, mas no Natal eu fico feliz. Também sinto que as pessoas ficam mais leves nessa época, há menos agressividade e mais solidariedade. Mais empatia, mais sorrisos, mais vontade de fazer o bem. Esse tipo de coisa me atinge de forma muito positiva e me contagia.

Sua coisa preferida no Natal?
Definitivamente, o espírito natalino - que parece estar em todos os lugares. Adoro a decoração das ruas, as músicas, as comidas, as pessoas. Como disse na resposta anterior, gosto muito das ~good vibes~ que o Natal transmite, que me fazem reclamar menos e amar e agradecer mais. Gosto de poder me reunir com amigos e familiares para comer coisas gostosas, recordar bons momentos e, de certa forma, celebrar as coisas boas da vida.




Eu amo Friends. É, possivelmente, a minha série favorita de todas. Tá no meu TOP 5 e, certamente, é a série que eu mais assisti na minha vida desde quando aluguei (!) os DVDs pela primeira vez há onze anos. Já sei o que vai acontecer e os diálogos, mas continuo dando risada das piadas e situações absurdas vividas por Rachel, Monica, Phoebe, Joey, Chandler e Ross como se fosse a primeira vez. Friends é aquele seriado que abraça o meu coração e o aquece quando preciso de conforto. É uma história que não perde a graça e que só melhora com o tempo. 
Que montagem! Eu amo a internet!

Sentindo todo esse carinho pela série, não poderia deixar de falar sobre ela por aqui. Assim, decidi aproveitar que terminei meu rewatch que durou mais de um ano para responder uma tag que vi no blog da Thay (que, infelizmente, tá bloqueado no momento) durante o BEDA e que é adaptável para diferentes séries, livros, filmes e qualquer coisa que faça o nosso coração fangirl bater mais forte. Assim, sem mais delongas, shall we begin?

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Todo ano digo que, quando o natal estiver se aproximando, lerei vários contos temáticos para entrar no clima e... todo ano falho miseravelmente. Será que 2016, este ano sem sentido algum, é o ano em que serei capaz de cumprir minha missão? Não garanto nada, mas vamos torcer.

***

Publicado em 1888, O gigante egoísta, de Oscar Wilde, é um conto natalino infantil que foge do óbvio. Aqui, somos apresentados ao Gigante, que após retornar de uma longa visita ao Ogro da Cornualha, encontra o seu jardim ocupado por crianças, que o transformaram em palco para suas brincadeiras. Irritado, ele as expulsa e constrói um muro ao redor do jardim. As crianças, infelizes, ficam sem lugar para brincar.

Os meses passam e a Primavera, o Verão e o Outono chegam à todos os lugares, menos ao jardim do Gigante egoísta. Ali, o Inverno permanece imutável e habitado por Neve, Geada e, posteriormente, Granizo. Um dia, chateado e sem compreender o porquê de as estações não mudarem em seu jardim, o Gigante é surpreendido pelo canto de um pássaro e, ao olhar para fora de sua janela, observa que as crianças conseguiram entrar no jardim, que agora também recebe a Primavera. A situação transforma o Gigante, que passa a olhar as coisas com uma nova perspectiva.

Vou parar por aqui porque sinto que tudo o que eu disse já foi muito. É sério, o conto não tem nem quatro páginas. O primeiro aspecto que chamou a minha atenção é a descrição do jardim do Gigante. Oscar Wilde sabia muito bem como usar as palavras e não demorou muito para que eu me sentisse dentro do ambiente que ele criou. E isso um feito notável, se considerarmos o tamanho do conto.

Era um jardim grande e adorável, com grama verde e macia. Aqui e ali, por entre a grama, havia belas flores, iguais às estrelas. Havia doze pessegueiros que na estação primaveril irrompiam em delicados botões rosados e perolados, e, no outono, ficavam carreados de frutas saborosas. Os pássaros pousavam nas árvores e cantavam tão docemente que as crianças costumavam interromper seus jogos para ouvi-los.

Depois que as crianças conseguem entrar no jardim, a história ganha uns ~ares enigmáticos~, que duram alguns parágrafos e só fazem sentido no final. Como disse, é um conto que foge do óbvio, mas ainda assim, consegue transmitir a mensagem e o significado reais do natal, além de fazer referências à religião cristã - que, creio eu, só ficam claras para o olhar mais atento. 

Sobre o desfecho, digo apenas que é do tipo triste, mas que aquece o coração. Recomendo fortemente a leitura à todos os entusiastas do natal.

***
O conto faz parte da coletânea O príncipe feliz e outras histórias, que pode ser encontrada separadamente ou nessa edição que eu tenho, que reúne todos os contos do autor - tanto em português, quanto em inglês. Acho válido mencionar que encontrei a seguinte frase na página 22: "Costumavam perambular entorno do muro alto quando as aulas acabavam e de conversar a respeito do lindo jardim que havia dentro dele". É. Eu avisei.





Quando escrevi sobre como conheci, comecei a escutar e passei a amar One Direction, pensei em fazer uma lista das minhas músicas preferidas da banda. E já que uma das propostas do Blogmas é me livrar de algumas pendências, o dia chegou. Mas antes, gostaria de explicar os meus ~critérios de seleção ~.
Como o 1D tem cinco álbuns na discografia, resolvi me ater a apenas quinze faixas preferidas. Gostaria de dizer que cedi espaço igual para cada um dos discos, mas não. De fato, adoro a banda, mas não sou completamente louca pelos primeiros trabalhos, de forma que preferi dar mais espaço para os meus dois álbuns preferidos: FOUR (2014) e Made In The A.M. (2015). Ainda assim, consegui contemplar as diferentes fases da banda. Por fim, não coloquei em ordem de preferência porque já achei humanamente impossível escolher apenas quinze músicas, logo, não quis complicar ainda mais as coisas. Organizei a lista de forma cronológica.

Agora, sem mais delongas (porque o post é um textão), senhoras e senhores, se preparem: este é o meu TOP 15 músicas do One Direction.

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Já passa das 23h, os posts do fim de semana saíram com atraso e é claro que eu não tinha ideia para o post de hoje. Ou pelo menos nenhuma ideia que desse para elaborar direito antes da meia-noite. Foi então que, enquanto me atualizava nos posts das migas, vi que a Sharon respondeu o meme de hoje e, consequentemente, me salvou. Obrigada, Sharon <3

1) Três coisas que mal posso esperar:
- O Natal;
- O fim de 2016;
- O novo álbum da Taylor Swift.

2) Três coisas que me dão medo:
- O dia que não terei mais meus pais;
- Baratas;
- Envelhecer com a sensação de que poderia ter feito mais;
- Sentir que estou morta, mesmo estando viva (bônus).

3) Três coisas que me dão preguiça
- Pessoas que precisam comparar tudo;
- Pessoas que precisam ter opinião sobre tudo;
- Textão no Facebook.

4) Três coisas de que eu gosto: 
- Cachorrinhos;
Supernatural (HAHAHA jura?)
- Aquele estado meio ~contemplativo~ que sentimos, às vezes, aos domingos pela manhã.

5) Três cheiros que eu gosto:
- Bolo quando está assando;
- A brisa do mar;
- O perfume da minha mãe (não sei o nome, mas é muito bom)

6) Três cheiros que eu não gosto:
- O rio Pinheiros (não dá pra ser mais óbvia);
- Banana;
- Peixe.

7) Três comidas GIMME MORE:
- Pizza;
- Nutella;
- Torta de morango.

8) Três comidas “prefiro a fome”:
- Banana;
- Rabada;
- Qualquer coisa que venha do mar, exceto peixe.

9) Três redes sociais favoritas:
- Twitter;
- Goodreads;
- Tumblr.

10) Três redes sociais desgracentas:
Facebook;
- Facebook;
- Facebook.

11) Três bebidas favoritas:
- Chá (vários, não consigo escolher);
- Vinho;
- Coca-cola.

12) Três bebidas que UGH!:
- Pepsi;
- Café sem açúcar (que morte, amigos);
- Leite com Toddy.

13) Três coisas que eu quero fazer:
- Ir para a praia;
- Tatuagem; 
- Maratona de Arquivo X.

14) Três coisas que eu deveria fazer:
- Ler! Qualquer coisa.
- Dormir;
- Tirar o esmalte descascado das unhas.

15) Três coisas que eu sei fazer:
- Escrever...?;
- Disfarçar a minha timidez para me comunicar com clareza;
- Tocar flauta transversal (faz quase dez anos desde a última vez que fiz isso, mas ok).

16) Três coisas que eu não sei fazer:
- Costurar;
- Cuidar de plantas;
- Preparar uma refeição completa para receber pessoas em casa.

17) Três coisas que estão na minha cabeça:
22, da Taylor Swift;
- Ideias para o Blogmas;
- Preciso dormir.

18) Três coisas que eu falo bastante:
- Mãe;
- Gente;
- Tá (ou aham, dependendo da situação).

19) Três assuntos que eu falo bastante:
- Música;
- Séries de TV;
- Livros. 

20) Três coisas que eu quero:
- Máquina do tempo;
- Dinheiro;
- Viajar. 

21) Três coisas que me acalmam:
- Pink Floyd (os solos do David Gilmour <3);
- Episódios das minhas séries preferidas;
- Conversar com meus pais.

22) Três coisas que me estressam:
- Pessoas que falam alto, quase aos berros;
- Sons altos de aparelhos elétricos (aspirador de pó, liquidificador, cortador de grama, etc.);
- Que me acordem cedo sem necessidade. Se for com barulho alto, pior.

23) Três coisas que vou fazer essa semana:
- Constatar que o Blogmas é uma cilada real oficial;
- Assistir ao mid-season finale de Supernatural;
- Gravar alguns vídeos de fim de ano para o canal.

24) Três coisas que fiz semana passada:
- Saí com minhas amigas;
- Fiz compras;
- Decidi que o ano não chegará ao fim enquanto eu não tiver terminado de ler Oliver Twist.




Não falo que sou Bolseiro de Bolsão apenas por ser uma grande entusiasta dos hobbits, mas também por ser super adepta do estilo de vida deles. Gosto de conforto, sou caseira e juro juradinho que não hesito ao trocar qualquer coisa que envolva sair de casa por várias e várias horas na companhia da Netflix, dos meus livros e de uma boa xícara de chá ou café. Vejam bem, não sou antissocial e gosto de ver gente, mas não consigo lidar com isso o tempo todo. Gente demais e a excessiva interação com outras pessoas me deixam exausta. Assim, sinto sempre a necessidade de retornar à minha toca para recarregar as energias.

Mas onde você quer chegar com esta explicação?, você me pergunta. Não quero chegar à lugar algum e apenas farei uso dela para justificar o porquê de o último fim de semana ter se mostrado atípico por aqui, já que saí no sábado e no domingo. Pois bem, sigamos com algumas divagações à respeito do fim de semana.

***
03/12/2016
Para comemorar o aniversário da minha amiga Bia e celebrar a Gordice Natalina 2016, fomos - junto com minha brother Lele -  ao Applebee's. Comi até explodir e perdi as contas de quantas limonadas de cranberry (ou seria de morango?) eu bebi. Como a fome falou mais alto, não tirei foto do ~prato principal~, mas não esqueci de registrar a sobremesa. 
Além de comer muito, reclamamos da vida-do-universo-e-tudo-mais no maior estilo happy-free-confused-lonely-at-the-same-time, falamos das séries de herói da CW, de livros, da cobertura jornalística da tragédia da Chapecoense, do revival de Gilmore Girls, da comida boa, das Kardashians, de colegas em comum, das nossas famílias e, claro, de One Direction (porque feelings are the only facts). Também trocamos presentes; eu ganhei um livro incrível que conta a história por trás de cada uma das músicas dos Beatles (!) e também um pingentinho muito amor de ursinho para  a pulseira Life da Vivara que agora irei ~personalizar~.

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(Aquele sobre a 3ª temporada de Supernatural)

É uma verdade universalmente desconhecida que sábados são dias meio mornos na blogosfera. Ou na internet de forma geral. Eu acho. Assim, decidi que os sábados de Blogmas serão dias dedicados à pendências. No caso, meu foco principal será minha atualização dos diários do rewatch de Supernatural. Fiz uns cálculos (mentira, nem fiz) e, se tudo der certo, conseguirei encerrar o ano falando de toda a fase clássica da série.

Então, sem mais delongas porque não quero que este post fique gigante, falemos sobre a 3ª temporada da saga dos Winchester. Ao contrário do que aconteceu nos posts anteriores desta ~série~, não tenho muitas coisas para comentar sobre a época em que assisti a temporada pela primeira vez. Ainda assim, vou me esforçar para recordar alguns fatos.
Entre o final de 2007 e o início do ano seguinte, ocorreu a famigerada greve dos roteristas e muitas produções foram afetadas. Séries foram canceladas sem encerramento, histórias nunca foram concluídas, o Globo de Ouro não teve cerimônia! E eu só me recordo do desespero que sentia ao imaginar a possibilidade de a CW não continuar com a história de Sam e Dean. Hoje, depois de 12 temporadas, chega a ser cômico pensar na série sendo cancelada, contudo, na época, a possibilidade era bem plausível. Ainda assim, mesmo que tenha sofrido o impacto da greve, Supernatural sobreviveu e nos brindou com uma temporada mais curta - foram 16 episódios.

Lembro, principalmente, do sentimento de completa ansiedade que senti durante os meses de espera por The Magnificent Seven (3x01); mais pela falta que sentia de Sam e Dean do que por qualquer outro motivo, já que a temporada anterior não terminou com um gancho muito tenso (não é como se o Impala em movimento tivesse sido atingido por um caminhão no meio da madrugada). O plot principal consiste na busca por uma forma de cancelar o acordo que Dean fez com o Demônio da Encruzilhada em troca da vida de Sam. E enquanto eles não encontram uma solução, o Winchester mais velho vive intensamente cada dia como se fosse o seu último - vale lembrar que ele só ganhou um ano de vida -, Sam está justificadamente preocupado e os dois ainda precisam lidar com um monte de coisas que escaparam do Inferno quando os portões foram abertos na finale anterior.

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(ou Aquele com a minha wishlist de natal)


Querido Papai Noel,

Como o senhor está? Espero que esteja bem. Por aqui tudo segue tranquilo, na medida do possível. Já que não faço ideia de como é a conexão com a internet aí no Polo Norte, não sei se o senhor tem se informado a respeito da situação do mundo. Imagino que os últimos meses devem ter sido bastante atribulados e cheios de prazos por conta dos preparativos para o natal, então não irei te aborrecer com um textão e peço apenas que confie em mim: 2016 não foi um ano gentil com nenhum de nós.

Eu sei que já faz algum tempo - mais de 20 anos! - desde que lhe enviei minha última cartinha e sei que nem tenho mais idade para estar fazendo isso hoje. Acontece que neste ano particularmente difícil, vitoriosos são aqueles que conseguiram chegar até dezembro com algum resquício de sanidade. Com essa ideia em mente, pense comigo, é apenas lógico assumir que mereço um agrado como compensação, não? Quer dizer, eu sobrevivi ao ano e o fiz de forma louvável, sem me desgastar (ok, confesso que não foi bem assim) e sem desgastar os outros. Aliás, fiz o possível para não participar de conflitos, tentei ser sempre agradável e gentil e ajudei todo mundo que pude ajudar. Eu fui uma pessoa legal e eu juro que não me comportei dessa forma com o intuito de receber alguma recompensa do senhor. Agi assim porque realmente acredito que é legal fazer o bem. Acredite, nem sempre foi fácil e alguns dias são mais complicados que outros. É um processo que demanda tempo e dedicação. Mas estou feliz e sei que dei o meu melhor.

Ficaria ainda mais contente se o senhor pudesse me agraciar com algum (uns) dos itens da minha lista de desejos. Eu não quero muitas coisas (mentira, quero sim) e fiz uma seleção bem singela para facilitar a sua vida e não complicar a logística do seu trabalho:

Roupas & acessórios

Eu sei que faz alguns anos desde que praticamente parei de usar salto alto, mas de uns tempos pra cá, venho pensando em como alguns dos meus vestidinhos de primavera-verão iriam compor uns looks lindinhos se combinados com um par de sandálias de salto anabela. Pensei nesse tipo de salto porque são mais confortáveis e eu ando meio sem prática para me sustentar em um salto fino.

Outro item que está faltando no meu guarda-roupa é um par de botinhas de cano curto, daquelas bem versáteis e que combinam com calça, shorts e vestidos. De preferência, em algum tom de marrom ou caramelo, porque já tenho um par em preto.

Bolsa preta é um acessório básico em qualquer guarda-roupa e a minha está bem detonada. Então, acho que aqui temos uma prioridade. Se o senhor tiver que escolher apenas um item das minhas sugestões, por favor, que seja esse. Mas, assim, sem pressão. O senhor é quem sabe.

Para a alma

Sabe, Papai Noel, em tempos de serviços de streaming, eu voltei a comprar CDs, acredita? Não foram muitos, é verdade, mas considerando a quantidade de álbuns adquiridos nos últimos cinco anos, foi um número considerável. Neste natal, ficaria muito feliz se conseguisse completar minha coleção, que ainda precisa de um Taylor Swift (2006) e um Fearless para chamar de seus. Também não me importaria se ganhasse o Fleetwood Mac (1975), ou o Rumors ou o Tango In The Night. Ou todos eles. O senhor é quem sabe. Aliás, se o senhor preferir, pode ignorar todos os álbuns e me dar um aparelho de som. Nem precisa ser um todo tecnológico e cheio das frescuras.

Ainda na onda de completar coleção, ainda me faltam a 10ª e a 11ª temporadas de Supernatural. E gostaria muito de completar a fase do David Tennant em Doctor Who (preciso da 2ª e dos especiais de 2009). E como minha estante nunca estará completa, o objeto de meu desejo no momento é a edição em volume único de ...E o vento levou, de Margaret Mitchell. Conversei sobre o livro com uma amiga e pretendemos fazer uma leitura conjunta no ano que vem.

Por fim, a minha última sugestão é um journal. Em 2016 voltei a escrever diários  e quero manter este hábito no ano que vem, então um journal novo e bonito será muito bem-vindo. Se o senhor ou os elfos não souberem muito bem qual modelo escolher, sugiro que visitem o site da Colab 55 porque sempre tem umas coisas lindinhas por lá.

Como disse, senhor Papai Noel, eu não quero muitas coisas e ficarei genuinamente feliz se o senhor puder me ajudar a riscar pelo menos um desses itens da minha lista de desejos. Mas se não for possível - imagino que seja complicado fabricar coisas que não sejam brinquedos aí na sua fábrica -, eu compreendo. Ainda assim, agradeço por sua atenção e por todos os presentes que ganhei durante a minha infância (sério, até hoje meus olhos brilham quando falo do trailer da Barbie).

A cartinha já está muito longa e tenho certeza de que ainda lhe faltam muitas para serem lidas, principalmente de crianças. Então, vou ficando por aqui. Te desejo, hoje e sempre, muita felicidade, sucesso, saúde e que seus sonhos se realizem. Mande lembranças minhas à Sra. Noel e aos elfos da fábrica.

Feliz Natal à todos!

Abraços,

- Michas


A ideia de fazer uma wishlist foi sugestão da Manu, mas como não sei direito como fazer esse tipo de post, resolvi misturar a ideia com uma das sugestões de post do pessoal do Se organizar, todo mundo bloga. Optei por não colocar fotos porque fiquei com preguiça de pesquisar tenho certeza de que o Papai Noel não precisa de imagens para saber como são as coisas que quero de presente.