Senhoras e senhores, é com muito orgulho que lhes apresento a primeira edição do Lunatic Pisces Awards, o troféu desta prestigiosa (?) publicação! Por aqui, a award season será dividida em etapas e hoje falarei sobre os livros que marcaram - ou não! - o fatídico ano de 2016 que, felizmente, já nos deixou. Creio que devo ter comentado por algum lugar desta internet de todos nós que 2016 foi um ano meio bléh para a Michelle Leitora™. E foi mesmo. O ano começou com leitura em andamento de 2015, ano que, em seus derradeiros momentos, me jogou em uma ressaca literária da qual só comecei a me recuperar oficialmente quase doze meses depois (!).

Se fosse classificar meu 2016 literário com apenas uma palavra, seria medíocre. Foram poucas as leituras que detestei, mas também não foram muitas as que amei-de-corpo-alma-e-coração. De modo geral, o que predominou foi aquela coisa mediana, meio foi ok ou gostei, mas não o suficiente para sair berrando este fato pelos quatro cantos do mundo na tentativa de convencer toda a humanidade a ler os livros. Foi um ano desnutrido e pensei que fosse definhar em meio a tanto marasmo. 

Hiperbolismos à parte, tentei, na medida do possível, respeitar meu momento de ~ressaca~ e só li quando estava genuinamente interessada na atividade. Contudo, foi difícil me manter esperançosa depois de tanto livro mais ou menos. Ainda assim, depois de tanto 7x1, 2016 resolveu ser um pouco gentil - mas só um pouco, né -, e começou a me agraciar com algumas leituras que, não só foram prazerosas, mas também me fizeram mudar algumas convicções e/ou perspectivas sobre a-vida-o-universo-e-tudo-mais. E para a alegria geral desta que vos escreve, cheguei ao fim do ano concluindo uma das minhas leituras favoritas e eu só tenho a agradecer aos céus?, aos Sete?, à Força? pela graça alcançada e pela possibilidade de fechar 2016 com alguma positividade.

Lidos em 2016

O maior livro 
Os bons segredos, com 408 páginas

O menor livro 
Distância de resgate, com 144 páginas



Aquele que não rolou
Inferno, do Dan Brown, que também não rolou em 2015. Resolvi dar uma segunda chance, mas desisti pouco antes da metade pois 1) não comprei a ~causa~, 2) estava achando muito enfadonho, 3) a escrita não estava me agradando e 4) tudo me pareceu absurdo demais - até para os padrões do Robert Langdon. Acho que não sou mais o público dos livros do autor e tá tudo bem, foi bom enquanto durou, vida que segue, tem outros livros.

Não são vocês, sou eu
Além de Inferno, acabei abandonando Os livros da selva, Do que é feita uma garota e A fúria dos reis. Nos três casos, me empolguei muito quando comecei a ler, mas acabei deixando os livros de lado depois de algumas semanas. Não é nada pessoal, foi só o momento de ressaca que em nada favoreceu a nossa relação. Ainda assim, quero mergulhar nessas leituras novamente para aproveitar o que elas têm para me oferecer. Me aguardem.

Não sei direito o que achei

O fim da eternidade. Foi o meu primeiro contato com Isaac Asimov e me arrependo um pouco da escolha. O livro, ambientado no futuro, tem uma atmosfera de mistério e vai tratar de viagem no tempo e também de realidades alternativas, de um jeito que me lembrou muito Fringe. A premissa e os conceitos são realmente muito bons, mas me incomodei com a escrita seca e desprovida de emoção do Asimov. Os personagens são muito superficiais e, realmente, prefiro nem comentar sobre a personagem feminina, já que relevei este aspecto por levar em consideração o contexto em que o livro foi publicado. Enfim, senti dificuldade para imergir na história e, por isso, rolou um estranhamento.

Agnes Grey. Talvez o momento tenha sido ruim, talvez o livro não seja tão bom ou talvez eu tenha criado expectativas. São questões. O fato é que eu tinha muita curiosidade em conhecer o trabalho de Anne Brontë e, considerando os livros de suas irmãs, fiquei um tanto surpresa pelo tom ~moralista~ da obra. Também me incomodei muitíssimo com a postura hipócrita e pedante da protagonista, que é tida como o exemplo da perfeição, mas que só faz criticar tudo e a todos ao seu redor, julgando-se superior. Não seria um problema se parecesse que autora estava fazendo uma crítica, mas não acho que seja o caso.


Os irrelevantes
Os bons segredos, pois 408 páginas de vários nada. Já fiz textão sobre o assunto, então não vou me alongar. Apenas direi que esperei ansiosamente por alguma reviravolta que justificasse o número exorbitante de páginas, mas isso nunca aconteceu, de forma que até agora não compreendi o porquê de Sarah Dessen ser considerada a Rainha do YA Contemporâneo™.  Dez meses depois, não lembro nem sobre o que é a história.

Vejam bem, eu gostei de ter lido Temporada de Acidentes. Foi super envolvente, divertido e me deixou intrigada até o momento em que começou a ser previsível. Ainda assim, não achei que perdi tempo ou que o final tenha tornado o livro ruim. Contudo, foi aquele tipo de leitura que não mexeu comigo, não mudou a minha vida, não me trouxe nenhum tipo de impacto. Só serviu para me divertir e, mesmo assim, nem foi o mais divertido do ano. Logo, foi meio whatever. Mas, leiam sim. É legal.

Tá todo mundo mal, da Jout Jout. Novamente, não é que eu tenha achado o livro ruim, é só que ele não trouxe nada de extra para a minha existência. E até como leitura leve para passar o tempo foi meio ~mais ou menos~ porque não traz nada de diferente em relação ao conteúdo do canal da Júlia Tolezano no YouTube. É divertido? Sim. Mas também tem uns momentos muito aleatórios e vergonha alheia. Na real, o livro não fez diferença nenhuma para mim.

Esperava mais
Miniaturista. Confesso que durante toda a leitura o que mais senti foi high hopes, porque achei que iria gostar. Comecei a ler muito intrigada e interessada pelo desenrolar dos fatos, mas lá pela metade - talvez antes -, comecei a sentir que o livro seguiria por um rumo bem diferente do que eu havia imaginado no início. Basicamente, achei que seria um livro de fantasia e o que encontrei foi um dramalhão histórico com elementos de fantasia no qual nenhum dos aspectos introduzidos é bem desenvolvido, de forma que cheguei ao final da leitura sem saber o que pensar. E, nesse caso, não é um elogio. O livro até traz algumas questões interessantes e que dialogam com a sociedade atual, mas não é o suficiente para livrá-lo da minha frustração. Falei melhor em vídeo, caso alguém se interesse.

Senhor das moscas. Vejam bem, eu gostei muito de ter lido Senhor das moscas. É um livro riquíssimo e que me fez pensar em muitas, mas muitas coisas mesmo, sobre o ser humano, sobre o papel que a sociedade desempenha no ~controle~ de nossos instintos e sobre a natureza humana. Contudo, é um livro que eu gostei de analisar e não necessariamente de ler. Não achei a narrativa do William Golding particularmente envolvente; ela não me chamava e eu poderia ficar dias sem pegar no livro e não sentiria falta. Também não estabeleci nenhum vínculo com os personagens (ok, talvez o Simon seja a exceção, pois gostei dele). Sei lá, foi um livro que gostei, mas esperava mais. Contudo, recomendo que leiam sim, por favor.

A ilha das sete luas. Aqui temos um caso em que a encomenda saiu melhor, pois que livro péssimo, meus caros. O livro começa bem intrigante, com uma estrutura que reúne contos que ocorrem em diferentes épocas, porém  no mesmo lugar, e que parecem estar ligados, além de trazer uns elementos de fantasia e sobrenatural. Lembro de ter ficado uns dois dias bem obcecada pela leitura, porque como é que uma premissa tão ótima poderia dar errado? Pois é, deu muito errado. Caso alguém queira saber mais, é só clicar aqui para ler o que escrevi sobre a ~experiência~.

A guerra dos mundos. Em defesa do livro, digo que com certeza teria gostado se tivesse lido no século XIX, quando foi pulicado. A história de H.G. Wells é, provavelmente, a primeira sobre a invasão do nosso planeta por alienígenas. A leitura levantou algumas reflexões interessantes, porém nada inéditas para mim. Não gostei da narrativa extremamente descritiva e do ritmo absurdamente lento para uma história cheia de ação e correria. Vejam bem, faz todo o sentido que o livro seja estruturado da forma como foi para o leitor de 1898. Contudo, aos olhos atuais, achei bem enfadonho. Mas, sei lá, acho que é interessante para quem gosta de ler clássicos/clássicos da ficção científica.


Os piores do ano

A sereia, pois é simplesmente horrível. Não vou perder meu tempo dando ibope falando mais sobre ele, então se quiser saber melhor minha opinião, leia este textão cheio de gifs.

Um passado sombrio. Tão ruim que não me lembro mais, graças aos Sete! Não costumo ler livros de terror porque, sinceramente, nunca tive o interesse em ler histórias do gênero. Mas em 2016, ano claramente apocalíptico, resolvi arriscar e confiar em uma recomendação do Stephen King. JAMAIS REPETIREI A DOSE. O livro tem uma estrutura não linear que funciona para criar suspense, que é um elemento importante para a história. Só que o autor enrola tanto para chegar a algum lugar, que a narrativa fica chata e prolixa e, sinceramente, me fez perder o interesse. O final foi péssimo, não valeu a pena o esforço e gostaria de ter abandonado. Não recomendo.

Meta #fail do ano

Orgulho e Preconceito. Queria muito dar continuidade ao The Austen Adventures em 2016, mas a ressaca não ajudou, yada yada yada, 'cês sabem como é.

***

Bate-bola de personagens

Personagem masculino mais apaixonante: Luke Skywalker, pois, como sabemos, não poderia ser diferente (risos apaixonados).

Personagem feminina que queria ser: Amani Al'Hiza, de A rebelde do deserto, porque a achei interessante, meio ~mística~, forte e, de forma geral, badass. Também não me importaria de ser a Nakari Kelen, de Star Wars: Herdeiro do Jedi, pois adoraria muitíssimo viver altas aventuras no espaço e combater o Império ao lado do Luke *fangirling* (risos, muitos risos apaixonados).

Personagem mais chato: são tantos, mas irei me ater ao ~guru espiritual~ de Um passado sombrio, cujo nome já não me recordo. Odiei o livro.

Personagem mais engraçado: olha, dei bastante risada com o Roni, de Ardósia.

Personagem mais identificável: Cath, de Fangirl, pois somos todas Cath.

***

Os nacionais
Capitães da Areia. Na verdade, foi um livro de virada de ano, mas vou considerar de 2016 porque algumas coisas precisam ser feitas na tentativa de redimir um pouco o ano passado. Fico feliz por não ter lido o livro quando estava na escola, pois não sei como o receberia naquela situação de obrigação. É um livro bonito, delicado e bem sensível. Os personagens são cativantes e a mensagem de crítica social é muito importante. Leiam, por favor.

Ardósia. Achei leve, divertido e com cara de novela das seis. Os personagens são muito gente-como-a-gente e a cidade, a protagonista, é muito caricata e cheia de peculiaridades. Gostei muito da narrativa fluida e bem humorada do Nicolás Irurzun.

A lição de anatomia do temível Dr. Louison. Que livro! Toda a ambientação steampunk e a mistura de personagens de clássicos da literatura brasileira já são aspectos interessantes o suficiente para me deixar curiosa. Mas aí, Enéias Tavares ainda cria uma história meio investigativa, narrada de forma não linear e que traz uma estrutura que mistura diferentes tipos de texto. Não só fiquei muito empolgada enquanto lia, como senti vontade de ler/reler todos os clássicos que são homenageados.


Achei que ia detestar, mas adorei
A rebelde do deserto. Não costumo gostar de séries YA de fantasia, porém como lidava com a ressaca, me dispus a encarar qualquer coisa que me interessasse e me mantivesse presa às páginas. Por ser apenas a introdução de uma história, alguns elementos não são muito explorados. Ainda assim, gostei bastante dos personagens e do universo que a autora criou. A sequência, que será publicada no primeiro semestre deste ano, é muitíssimo aguardada por mim.

As crônicas de amor e ódio. Apesar do título tosco em português, gostei muito dos dois volumes da trilogia. O universo criado pela autora é bem construído, os personagens principais são bem desenvolvidos e a forma como a história é conduzida é bem envolvente. Gostei mais do primeiro do que do segundo, que achei meio lento no início, mas a história como um todo foi uma das melhores que li em 2016 e já quero o último livro. Acho interessante mencionar que os dois livros têm mais ou menos 400 páginas cada um e o fato de ter conseguido lê-los de forma contínua por dias foi bem louvável.

O mais diferentão

Distância de resgate, pois tô até agora sem saber muito bem como assimilar a história. O livro relaciona agrotóxicos com drama familiar (eu juro que faz sentido) de um jeito emocionante e que, ao mesmo tempo, dá medo. Tão assustador e envolvente, que virei a noite lendo porque não conseguia largar. A forma como tudo é contado é tão intrigante que logo na primeira página já me senti fisgada.

***

Os melhores do ano

Fangirl. O único livro possível no ano em que a prática de fangirling se fez essencial para o meu bem-estar emocional e psicológico. Falei tudo o que pensei e senti sobre o livro neste post, mas resumindo: me senti abraçada e compreendida e meu coração se aqueceu. Os sentimentos, meus caros, são os únicos fatos.

Norwegian Wood. Uma mistura de coming of age e soco no estômago escrita de forma muito bonita e que me fez desejar ler tudo o que o Murakami já escreveu. É uma leitura melancólica e angustiante, total ~bad vibes~. Ainda que tenha me incomodado um pouco com a quantidade de ~sexo aleatório e sem propósito algum~ e com a forma como o autor construiu e apresentou as personagens femininas, gostei da história e das reflexões que fiz enquanto lia.

A arte de pedir. Meses se passaram desde a leitura e eu tô embasbacada com o quanto ela está ecoando em mim. Amanda Palmer, além de contar suas aventuras como artista, compartilha sua sabedoria ao falar da força em se mostrar vulnerável, de confiar nas pessoas e no que há de bom dentro delas e, claro, da importância de pedir ajuda sem ter medo ou vergonha. É um livro para ficar na mesa de cabeceira, ao alcance das minhas mãos sempre que precisar reler alguns trechos (ou o livro todo, pois que leitura boa).
Em algum lugar nas estrelas. O livro mistura aqueles que, provavelmente, são os elementos que mais gosto em histórias: amizade, aventura e uma ~missão~. Se tiver cara de filme da Sessão da Tarde e crianças como protagonistas, melhor ainda. Tudo, absolutamente tudo, nessa leitura me fascinou. Gostei da narrativa, das metáforas, das histórias paralelas, dos plot twists, dos elementos de fantasia (?), do desenvolvimento dos personagens, das referências culturais, tudo. Livro amorzinho e que aquece o coração. 

Confissões do crematório. Também conhecido como um dos livros que mais me incomodou e me fascinou no ano de 2016. E possivelmente em toda a minha vida. Acompanhar as aventuras e desventuras de Caitlin Doughty quando trabalhava em uma agência funerária foi um prazer, mas também foi um tormento. É um livro interessante e que parte da premissa de que nossa sociedade vive em negação da morte e, por isso, a esconde. Contudo, a morte é a única certeza que temos na vida desde o instante em que nascemos e, por isso, deveria ser mais abordada. Assim, o que a autora tenta fazer é desmistificar o assunto e, para isso, relata suas experiências como operadora dos fornos de um crematório. Ela também fala sobre como a morte é/era encarada por diferentes culturas ao longo dos séculos e abriu os meus olhos para a chamada indústria da morte. Achei algumas descrições, como o que acontece com os corpos quando estão dentro dos fornos ou o processo de embalsamamento, um tanto gráficas e, por isso, senti desconforto. Mas acho que essa era justamente a intenção da autora. Leiam, por favor.

Star Wars: Herdeiro do Jedi. Terminar o ano com essa leitura foi tudo o que eu precisava para me despedir de 2016 com uma nova esperança (ba-dum-dum-tss). Quédizê, jovem Luke Skywalker em uma missão para a Aliança Rebelde, lutando contra o Império, sem saber muito bem o que será de sua vida, tentando compreender a Força e flertando de forma assustadoramente ruim. COMO NÃO AMAR? Eu nasci para ler esse livro e é pra esse tipo de coisa que eu vivo. Adorei muitíssimo a forma como Kevin Hearne deu voz ao Luke, que é o narrador, sem descaracterizar o personagem já conhecido por todos nós. Por mais que eu ame o Luke-Jedi, não consegui não sorrir ao me lembrar do Luke moleque deslumbrado que só quer ser piloto da Aliança Rebelde e entender como seu pai ~morreu~. Ele é adorável. ❤ 

Além disso, a história é realmente boa. É uma aventura, cheia ~cenas de ação~ no espaço, com armas de laser, naves espaciais, ameaças imperiais, aquela sensação de não saber em quem confiar porque tá rolando uma guerra, luas exóticas habitadas por seres perigosos, planetas e espécies diferentes, uma coadjuvante incrivelmente badass, R2-D2, sabre de luz, a Força...sério, esse livro! No momento, só torço para que Kevin Hearne continue escrevendo mais histórias com o Luke. E, claro, fiquei curiosa para ler outros livros do universo de Star Wars.

Quando estava pensando em como fazer a retrospectiva, me lembrei de um meme criado pela minha amiga Tary (que, infelizmente, desativou o seu blog). Porém, como nem todas as categorias se aplicavam ao meu 2016, adaptei algumas coisas e me inspirei no post da Sharon para deixar a retrospectiva com a minha cara. 


6 Comentários

  1. Oi, tudo bom?
    Conheci seu blog agora, adorei e já estou seguindo no face. Vou adicionar seu link na minha página, se puder fazer o mesmo, agradeço!

    Quanto ao post, adorei. Eu queria muito fazer uma postagem de retrospectiva, mas não fiz esse ano porque foi bem medíocre também. Eu li menos que você, li 20 livros. Mas pelo menos concluimos com muitas leituras boas né?

    Eu tenho Inferno aqui, mas eu não tenho curiosidade pra ler, agora então...

    www.paginadaleitura.blogspot.com.br

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    1. Oi, Lidiane
      Tudo bem? Fico feliz que tenha gostado do blog e que decidiu acompanhar :)
      Pois é, 2016 foi complicado mesmo, bem medíocre. Mas, sim, felizmente conseguimos encontrar algumas coisas boas no meio do caminho, hehe. Tenho esperanças de que 2017 será mais gentil no departamento de leituras.
      Olha, "Inferno" estava bem chatinho, viu? Desisti e vou apenas assistir ao filme.
      Obrigada pela visita e pelo comentário :)
      Beijos

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  2. Adorei as categorias do prêmio hahaha
    E fiquei feliz em ver Capitães entre os mais indicados. Amo esse livro! <3
    Ganhei quase no final do ano passado "A arte de pedir". Todo mundo fala super bem desse livro e quero ler ainda no primeiro semestre de 2017.
    bjão e boas leituras!

    www.jeniffergeraldine.com

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    1. Oi, Jeniffer :D
      Ah, "Capitães da Areia" foi uma ótima leitura. A verdade é que li mais dele em 2015 do que em 2016, mas preferi considerar a leitura como do ano passado para salvar um pouquinho o ano, haha. Agora quero ler mais obras do Jorge Amado.
      "A Arte de Pedir" foi uma leitura muito boa e que eu demorei para perceber o quanto foi impactando em mim e em minha vida. Quero muito ler de novo e também deixar na mesinha de cabeceira para reler uns trechos. É ótimo. Espero que você consiga ler no começo de 2017 e que também goste :)
      Beijos, feliz ano novo e boas leituras! <3

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  3. Demorei? Demorei, mas não falhei kkkk
    Vamos por partes.
    1. Dan Brown - devo ter uns 3 livros dele na estante só porque estavam na promoção na Americanas por 10 reais. Peguei O Código da Vinci pra ler e não consegui terminar. A única parte que eu achei engraçadinha foi quando ele fala que a Torre Eiffel é um falo de 300 metros. Os outros livros que tenho dele ainda estão no plástico.
    2. Peguei a Guerra dos Tronos pra ler e, apesar da história ter me prendido muito, não consegui acabar. Acho que o problema foi o tamanho dos livros e a dificuldade de levar ele dentro da mochila. Acabou que eu me arrependi de ter comprado os livros físicos (apesar de que foram bem baratos, paguei cerca de 10 reais em cada um), deveria ter lido no kindle.
    3. Jout Jout é muito amor. Amo o canal dela, mas não consegui lidar com o livro. Não foi o tipo de coisa que me prendeu. É que nem você disse, não acrescentou nada.
    4. Quando eu li A Sereia, aconteceu a mesma coisa de quando li Selvagem irresistível. Gostei muito das séries das autoras, o que me fez criar muita expectativa sobre esses livros que não fazem parte dessas séries e acabei me decepcionando muito.
    5. Cath foi uma das personagens com quem eu mais me identifiquei na vida. Nunca vi tanto de mim em um livro e, depois de ler Fangirl e Eleanor & Park, decidi que ia ser fangirl da Rainbow Rowell. Amo de paixão todos os livros dela (exceto Carry On, que ainda não li, então não posso afirmar com toda essa certeza).
    6. Acho que a Darkiside merece um tópico especial nesses comentários, pois: que edições maravilhosas. Nunca vi uma editora ter tanto cuidado com os livros e fazer edições tão lindas e bem trabalhadas. Quero muito ler As Crônicas de Amor e Ódio e, tenho que admitir, essa vontade só nasceu devido a quantidade de comentários maravilhosos sobre os livros, porque nem o título nem a capa me atraíram muito (apesar das capas serem lindas). Em algum lugar nas estrelas me chamou atenção só por causa da capa maravilhosa ♥
    Enfim, feliz ano novo e eu espero que o ano que vem seja repleto de leituras incríveis. Bjs

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    1. E eu demorei para responder? Sim! Mas vamos lá :)

      1) Pois é, acho que o Dan Brown tem um público muito específico, que gosta do tipo de história que ele conta. "Inferno" seria a minha quarta leitura dele, mas depois da frustração, decidi que pra mim já chega. Não lembro muito bem o que achei de "O Código Da Vinci" - li há mais de dez anos, quando o filme tava para estrear -, mas gostei de "Anjos e Demônios", que, se não me engano, é meio diferente do filme. Enfim, espero que você tenha mais sorte que eu se decidir ler os livros dele :)

      2) Os livros de d'As Crônicas de Gelo e Fogo são enormes e, como já sei tudo o que vai acontecer, sempre demoro horrores para ler. Aliás, só li o primeiro e parei antes da metade do segundo. Mas isso aconteceu mais porque 2016 foi um ano ruim de leituras do que por causa do livro, haha. Quero ver se termino em 2017. Acho que o segredo para não desistir desses livros é intercalar com outras leituras. E, sem sombra de dúvidas, ler em Kindle/Kobo é melhor porque ninguém merece carregar aqueles calhamaços na mochila.

      3) Pois é, queria ter amado o livro da Jout Jout, mas não deu. :/

      4) Olha, A Sereia é péssimo. Nunca mais leio algo da Kiera Cass. Sério.

      5) Apesar de não ter adorado Eleonor & Park, amei Fangirl e, por causa do livro, também decidi ser fã da Rainbow Rowell. Só li esses dois da autora e mais aquele conto Kindred Spirits. Quero ler tudo dela e já fico empolgadíssima por saber que você amou todos - menos Carry On porque ainda não leu, haha.

      6) Sim, as edições da DarkSide são só amor!!! <3
      Então, não dava nada para As crônicas de amor e ódio, nunca me interessei e as capas nunca me atraíram. Só li porque uma amiga recomendou. Fico feliz que tenha feito isso porque realmente me surpreendi com a história. Não é perfeita, mas é bem construída, tem uns personagens legais e prende a atenção. Espero que goste, caso leia. Ah, leia sim "Em algum lugar nas estrelas", é lindo! <3

      Muito obrigada pelo comentário, adorei ler e responder :)
      Feliz ano novo para você também e que 2017 só te traga bons livros!
      Beijos

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