(Ou: Vlog da preguiça #03)

Daí chegou o feriado, eu não ia viajar e nem tinha nada combinado e resolvi que iria colocar minhas leituras em dia. E decidi também que iria tagarelar sobre o que eu lia, mesmo que tenha desistido do Snapchat. Foi assim que eu tive a não-tão-brilhante ideia de fazer pequenos vlogs tipo snaps para registrar a experiência. O resultado vocês podem conferir logo abaixo.

Disclaimer: não costumo usar a câmera do celular para fazer vídeos e, por isso, não me liguei para a questão do microfone. Peço desculpas pelo áudio baixo em alguns trechos; com fones de ouvido não fica tão ruim.



Creiciane que sou, hoje vou brincar de blogueira famosa e vou mostrar para vocês o nada fabuloso conteúdo da minha bolsa. Escolhi fazer o post mostrando o que eu levei comigo na ocasião da celebração dos 25 anos da Analu, na última sexta-feira. Por ser à noite e em um karaokê, não encontrei necessidade de levar muitas coisas além do básico e na foto abaixo vocês podem conferir o quão sem graça eu sou nesse tipo de brincadeira (risos): 
A bolsa de modelo saquinho é a mais recente que adquiri e veio para substituir uma que estava comigo desde 2012 e sobrevivia com a ajuda de aparelhos. Como faz pouco menos de um mês que saquinho e eu estamos em um relacionamento, tenho pouco a dizer, além de que estou satisfeita pois ela atende aos requisitos básicos. E na ocasião em questão, ela estava super dentro da temática tendência anos 90 e combinou com o meu look (que, infelizmente, não foi fotografado. Não desistam de mim, pfvr). Quanto ao conteúdo, como vocês podem observar pela foto, não é nada de outro mundo:

- Chaveiros com as chaves de casa (essa flor amarela com glitter é herança da infância, pois veio com uma Barbie da minha irmã, e já vivemos muitas aventuras juntas);
- Prendedor/elástico de cabelo em espiral (?), que já tá ficando esticado, pois tenho muitos cabelos;
- Carteira com essa ~vibe~ from UK e um adorável cão mordendo um evelope;
- Álcool em gel (muito necessário, sempre carreguem) com cheiro de frutas cítricas (pois sou dessas, meio fresca, me deixem) que comprei na Renner;
- Celular (Samsung modelo S5 Mini), com esse case do amor que comprei na Colab55;
- Fones de ouvido, porque eu sempre saio de casa com fones de ouvido;
- Bolsinha/necessaire que veio com um kit de pincéis de maquiagem, mas que eu uso para carregar outras coisas. Por coincidência, nesse dia, coloquei maquiagem (risos). No caso, pouca coisa, já que já estava maquiada e só levei pó compacto (Vult) e batom (Vinhom, da Quem Disse, Berenice?) para fazer retoques. O pincel é da The Beauty Box e o espelhinho vem da Argentina e foi presente da minha tia.



Eu nunca fui uma pessoa com medo de livros clássicos. Juro que não tô falando isso para parecer aaaah-nossa-que-intelectual-que-ela-é, mas sim para explicar que até um tempo atrás nunca tinha parado para pensar muito no ~peso~ deles. Quando comecei oficialmente a minha vida como gente que gosta de ler, aos 11 anos, não havia muita opção além de Harry Potter, O Senhor dos Anéis e O Diário da Princesa, fato que me faz sentir uma certa invejinha de quem é xófem hoje, que tem realmente MUITAS possibilidades de escolha. Contudo, como dizia, eu não tinha tantas opções, de forma que recorria aos adultos que conhecia à procura de alguma iluminação. Posso afirmar que as melhores recomendações foram feitas pelo meu pai, que me apresentou a alguns dos livros que leu na ~época do ginásio~ e que, por coincidência, eram clássicos: As aventuras de Tom Sawyer, A Ilha do Tesouro e Viagem ao centro da Terra

Então, acho que dá para dizer que desde que me entendo por leitora, já tinha algum contato com os chamados clássicos, às vezes conhecidos como livros inalcançáveis, de difícil leitura e compreensão, além de absurdamente chatos e complexos. Só que não era assim que eu enxergava as coisas, para mim esses livros eram apenas livros que tinham se tornado famosos ao longo dos séculos porque muitas pessoas os tinham lido e aprovado; e isso já era o suficiente para instigar a minha curiosidade em relação a eles. Para a versão menor deste pequeno hobbit, clássicos eram livros como quaisquer outros. Só que aí, as coisas começaram a mudar e o tal do medo resolveu bater à minha porta. Não sei ao certo até que ponto estou correta, mas sinto que comecei a me sentir intimidada por alguns livros clássicos depois que resolvi brincar de booktube. Talvez porque haja alguma ~idealização~ desse tipo de livro, talvez porque comecei a me interessar por clássicos de fato assustadores. Não sei, são questões. O fato é que tenho uma listinha TBR de clássicos que quero ler antes de morrer, mas de uns tempos pra cá, sinto que sou completamente incapaz de riscar alguns itens da lista simplesmente porque eles me intimidam. Me apavoram. Me paralisam. #dramaqueen
Aí, em tempos de quase-BEDA fajuto, sem ideias e com um total de zero motivação, eis que Mia sugere uma pauta que serviu como uma luva, tanto para que eu tire as teias de aranha deste singelo espaço na world wide web, quanto para me lembrar de alguns ~livros de peso~ que estão na minha estante, apenas aguardando para serem lidos e celebrados de alguma forma. Afinal de contas, se eles estão lá é porque eu os adquiri e isso quer dizer que os quero ler. Eventualmente. No futuro. Um dia. Antes de morrer. (Bear with me). Pois bem, sem mais delongas - porque esse introdução já tá enorme -, vamos aos clássicos que me intimidam)

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(Ou: Uma ode à minha infância)

Eu era muito fã de Sandy & Junior. E até hoje não sei dizer a dimensão do impacto que a dupla e suas músicas tiveram na minha formação e na minha vida de forma geral. Posso até estar enganada, mas creio que o álbum Sonho Azul (1997) foi o primeiro CD da minha ~coleção~. Fui criança nos anos 90 e só sentia que minhas festinhas de aniversário estavam completas se Sandy & Junior estivessem na trilha sonora, tentava aprender as coreografias das músicas e queria todo e qualquer acessório, figurinha de chiclete, sandália/tênis, brinquedo, revista, caderno, etc. que tivesse relação com a dupla (o que não quer dizer que tive). Aí, veio a adolescência. Irei poupá-los de detalhes muito aprofundados e apenas direi que 1) eu queria ser a Sandy; 2) tinha pôsteres do Junior e 3) enlouqueci praticamente todos os adultos da minha vida com a minha ~obsessão~. Em minha defesa, digo que a dupla foi um excelente exemplo para a adolescente impressionável que fui (todos somos, não?) e não sinto nenhum arrependimento por meus excessos. Ser fã é bom demais. #feelingsaretheonlyfacts (Pai, foi mal por todas as vezes que te fiz escutar os CDs em loop eterno no carro) (Mãe, me desculpe por te fazer assistir Aquária).

Creicices à parte, hoje quando paro para pensar naquela época, o faço com muito carinho e saudade. Vejam bem, ser adolescente é complicado. Ser adolescente desajustada é ainda pior e Sandy & Junior faziam parte das preciosidades que me traziam algum tipo de conforto. Eu encontrava muita #paz ao gastar o troco do lanche da escola em revistas sobre a dupla, passar as tardes depois da escola sonhando acordada enquanto a Sandy cantava sobre romance juvenil de um jeito bem psicopata e especulava acerca das próximas confusões vividas pela dupla e seus amigos no seriado que passava na Globo aos domingos (MELHOR SÉRIE DA TELEVISÃO BRASILEIRA). O ápice do fangirling ocorreu durante 2001-2002, com aquele álbum preto e branco, a carreira internacional e o show épico no Maracanã. Foi, de fato, uma boa época para estar viva e ser xófem.

Depois disso eles começaram a fazer um som mais ~maduro~ e que refletia o que estavam vivendo naquela época, sendo eles dois jovens adultos, cujos dilemas e emoções pouco faziam sentido para uma mocinha de 13 anos que ainda nem sabia direito o que era o vestibular e que tinha como principal preocupação a data de lançamento do próximo livro do Harry Potter. Jamais me esquecerei do espanto que senti quando assisti pela primeira vez o clipe de Desperdiçou (Junior sequestrador!!!, Sandy âncora de jornal/repórter!!!! e eu tenho certeza de que poderia problematizar aquele final, mas não). Tudo muito sério, muito adulto. Mas aí, no mesmo álbum, tinha umas músicas de amor e sobre o meio ambiente (?) e tava tudo bem, tudo ótimo. Só que eles demoraram uns três anos para lançar um sucessor para o Identidade (2003), período em que este pequeno hobbit entrou no Ensino Médio, virou uma grande telespectadora da MTV (sdds eternas) e resolveu que queria ser rockeira-alternativa-grunge-indie e não tinha mais tempo para música pop (mentira, porque eu não perdia um lançamento dos Backstreet Boys e da Britney Spears, mas bear with me). Ainda assim, comprei o último álbum de estúdio da dupla, que me lembro de ter escutado uma quantidade de vezes razoável (sem jamais compartilhar este fato, pois precisava manter a minha ~reputação de descolada~).

É importante frisar que mesmo com o distanciamento, a dupla continuou tendo um espaço especial no meu coração, que não teve outra opção além de se partir no dia 17 de abril de 2007, quando o fim da dupla foi anunciado. Fatos dignos de nota: Michelle se formando no Ensino Médio. J.K. Rowling lançando o último Harry Potter. Britney Spears 2007. Sandy e Junior se separando. 
MEU
MUNDO
CAIU
2007 foi, de fato, um ano difícil. Um ano de transição, de incertezas, de novos horizontes, de despedidas. E é claro que o álbum acústico foi a trilha sonora do encerramento da minha vida como a conhecia até então. #dramaqueen #pisciana #eu

Como dez anos se passaram e eu sou muito adepta da nostalgia e da celebração de coisas maravilhosas, não poderia deixar a data passar em branco por aqui. E louca das listas que sou, também não vou perder a oportunidade de contar para vocês quais são as minhas músicas preferidas da dupla. Assim, sem mais delongas porque vocês já sabem o esquema desses posts, senhoras e senhores, com vocês o meu top 15 maiores sucessos de Sandy & Junior!

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(9. An album with good memories)

Quando eu era adolescente e estava iniciando a minha ~formação musical~, tive uma fase meio indie-rock-alternativo, o que quer dizer que eu escutava várias músicas parecidas, de bandas que faziam praticamente o mesmo tipo de som, cujos integrantes eram, essencialmente, uns caras magricelas vestindo calças skinny e camisetas coladas. Tipo o Seth Cohen, se Seth Cohen fosse músico.

I don't know what I'm doing wrong
Maybe I've been here too long
The songs on the radio sounds the same
Everybody looks the same
(In The Morning)

A real é que eu não as diferenciava muito bem e também não ia atrás de me informar melhor sobre o assunto. Ainda assim,  o auge da fase bostaiada indie foi a banda inglesa Razorlight e juro que Johnny Borrell só não foi mais crush porque eu já era completamente obcecada pelo Jensen Ackles (que não é ~teoricamente~ um músico de rock alternativo, mas bear with me). Conheci a banda em meados de 2007 por meio da HBO, que transmitiu alguma reprise de algum festival ou programa - não me lembro, faz dez anos - com várias bandas se apresentando, sendo uma delas o Razorlight. Pouco me lembro da apresentação além do combo skinny branca feat. camiseta branca colada com gola em v usado pelo vocalista, cujos cabelos encaracolados e olhos azuis deixaram uma boa marca na adolescente impressionável de 17 anos que eu era.
"If I saw me I’d want to speak to me, too – I’d think, ‘That guy looks like he’s from Mars, he’s somehow strangely compelling". (BORRELL, Johnny)

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Daí que a primeira semana de quase-BEDA tá chegando ao fim e por aqui tá rolando um pouco de fracassinho já que 1) deixei de postar um dia essa semana e 2) começo a escrever este post às 22h28 do dia 7 de abril. Ah, também não sei muito bem o que será do post de domingo. Mas tudo bem, vai dar tudo certo e no final do mês teremos 15 posts (ou mais! Sou brasileira, after all). A ideia é que alguma coisa mais reflexiva e ~autoconhecedora~ surja no meio disso tudo e enquanto isso não acontece, a gente se vira na medida do possível com os memes disponíveis nessa internet de todos nós, ok? E já que 2017 tem se mostrado um ano de filmes por aqui (apesar de nem de longe estar assistindo a quantidade que gostaria), a escolha da vez é sobre isso. No caso, as perguntas são de um meme cujo nome desconfio que seja Com que filme eu vou? e que vi no blog da minha amiga Sharon. Sem mais delongas, vamos lá!

Qual foi o último filme que você assistiu?
Rock of Ages: O Filme (2012), que desconfio que seja o meu musical preferido no presente momento. Adaptada do musical da Broadway, a história é ambientada na Hollywood do fim dos anos 1980 e nos apresenta à Sherrie e Drew, dois jovens que sonham em viver de música. Obviamente eles vão se apaixonar e obviamente vai ter uma série de obstáculos em seus caminhos. Paralelamente, acompanhamos também a história de Stacee Jax, um rockstar meio falido e que tá tentando se encontrar, além da ~ala conservadora~ que quer acabar com a influência do Rock na cidade. A história é muito básica e completamente previsível, mas aaaaaaah, tão boa! As músicas são ótimas, só clássicos do rock-farofa tipo Bon Jovi, Poison, Journey, etc. E, claro, Tom Cruise todo trabalhado na vibe Axl Rose.
Um filme que você quer muito ver?
Olha, difícil responder apenas um porque 2017 tá cheio de lançamentos interessantes. Os primeiros em que consigo pensar são Mulher Maravilha e, obviamente, Star Wars - Episódio VIII: O Último Jedi (eu perco o sono só de pensar nesse filme, sério). Contudo, preciso dizer que meu coração é completamente vendido para a franquia Piratas do Caribe desde que eu tinha 13 anos e, por isso, tô sim bem ansiosa para a próxima aventura daquela capitão pirata lá interpretado por aquele ator lá. Me deixem. #paz

Um filme para chorar?
Lion: Uma jornada para casa (2016). Não sou uma pessoa que chora muito assistindo filmes, apesar de me emocionar bastante e chegar bem perto de derramar algumas lágrimas. Lion é um desses casos e foi uma grata surpresa. Na minha ~maratona Oscar 2017~, não estava muito empolgada para assistir ao filme, mas resolvi arriscar e que bom que o fiz porque o filme é lindo, gente. Nada menos que isso. Acompanhar a história do pequeno Saroo depois de se perder do irmão em uma estação de trem em Calcutá e passar por muitos perigos até ser adotado por uma família autraliana foi uma emoção enorme e os sentimentos só se intensificaram quando descobri - só no final! - que era uma história real. É um filme para chorar sim, mas daqueles que te deixam com esperança.

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(Aquele sobre mais uma frustração literária)

Faz pouco mais de um mês desde que concluí a leitura de Juntando os pedaços, de Jennifer Niven, e até agora não sei muito bem como falar sobre a minha experiência. Contudo, depois de muito procrastinar pensar, vou tentar. Acho válido começar dizendo que, apesar de já fazer um tempo considerável que deixei de ser público de livros YA, reservo um espaço especial no meu coração para livros do gênero. Entre os tipos de história que mais me atraem estão aquelas com protagonistas meio desajustados e que só querem encontrar seu lugar ao sol enquanto tentam entender qual é a desse mundo em que vivemos. Tenham em mente que minha alma é bastante vendida para esse tipo de história e, por isso, a determinação para amar o livro é muito real.

Assim, quando soube que Jennifer Niven estava lançando um novo trabalho, minha primeira reação foi berrar internamente e depois pesquisar a data de lançamento, pois já tinha decidido que iria tatuar a história em todo o meu ser. Vejam bem, já estava considerando a autora como minha melhor amiga escritora famosa, tanto porque Por lugares incríveis, seu livro de estreia, mexeu muito comigo quanto porque não tem como não querer ser amiga de uma pessoa que tem ESSA foto de perfil no Twitter: 
Se você pensou que ela faz referências à Supernatural no livro, pensou certo.
Somos todas Jeniffer Niven.
Jeniffer Niven é gente como a gente.
*screams internally*

Então, sim, eu tinha algumas expectativas para Juntando os pedaços, mas juro juradinho que elas não têm relação com minha decepção. Esta fica completamente por conta da premissa excelente, porém, infelizmente, mal executada. Mas calma, vamos por partes.

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(Aquele que não é uma piada de 1º de abril, "me apresento" de novo e me jogo em mais uma cilada)

É uma verdade universalmente desconhecida o fato de que para esta que vos escreve o ano só começa de verdade em março. Assim, não me descabelei com a parca quantidade atualizações dese bloguinho durante os primeiros meses de 2017. No entanto, por mais que eu pense, jamais serei capaz de apresentar alguma resposta plausível para a ocorrência de apenas um post no mês passado. Para todos os efeitos digo que é assim que as coisas são e vida que segue. No caso do blog, isso se dá com a chegada  da hora de dizer adeus à poeira e às teias de aranha da melhor e única maneira possível: na forma de cilada.
É sabido que durante os meses com nomes que começam com a primeira letra do alfabeto a blogosfera old school se joga no desafio chamado BEDA, que consiste na publicação de um post por dia durante 30 dias. Contagiada por essa ~energia~, frustrada por não conseguir escrever e, obviamente, porque adoro um rolê errado decidi participar da brincadeira. E ando tão vidaloka que nem planejamento prévio fiz (leia: só tenho umas ideias anotadas, mas nada muito concreto), então, de forma alguma irei me comprometer com um desafio completo. Logo, fica estabelecido que em abril vai rolar a quantidade de pelo menos 15 (quinze) posts e a ideia inicial é postá-los nos dias ímpares do mês. Qualquer coisa extra será exatamente isso: um extra, um bônus, um plus, algo a mais, etc. Por ora, digo que penso em alguns posts sobre livros, outros sobre música, alguns Projetos Pessoais™ e, claro, aqueles memes espertos que salvam vidas. Mas, de verdade, tô aceitando sugestões. :)

***

Para dar a largada de mais uma maratona freneticamente desesperadora de posts, decidi responder o meme Conhecendo a blogueira, já que o blog do jeito que tá hoje é relativamente novo e eu nunca me apresentei de forma apropriada (não que eu vá fazer isso hoje, mas bear with me). Também é um jeito de mostrar àqueles que estão chegando aqui em abril qual é a deste circo. O meme tem duas etapas: 1) listar onze fatos aleatórios sobre mim e 2) responder onze perguntas feitas por quem me indicou. Como ninguém me indicou e mesmo assim quis responder, pedi para que minhas amigas mandassem algumas perguntas e também vou contar com o auxílio da Michas de 22 anos.

(Se preparem porque esqueci como faz para ser concisa e o post ficou grande)


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