Se na semana passada eu estava na #paz porque o BEDA estava funcionando super bem e ~mais ou menos~ de acordo com o planejado, hoje eu só quero bater com a cabeça na parede enquanto questiono minhas escolhas e decido se entrego logo os pontos e finjo que essa ideia nunca decolou. Com posts atrasados e com um total de nadinha programado para os próximos dias, acho que é seguro afirmar que o desespero é real e, aparentemente, chegou para ficar. Mas como boa brasileira que sou, não irei abandonar o navio e, mesmo que aos trancos e barrancos, concluirei essa cilada. Desabafos feitos, vamos aos highlights da segunda semana de BEDA.
06/08: vinho -  a única bebida possível em dias frios e preguiçosos

Aqui em São Paulo, o clima anda meio esquisito e na semana passada tive a sensação de viver duas estações diferentes, nas quais morri de frio e de calor também. Em ambos os casos, a predominância foi a de dias ensolarados e eu só tenho a agradecer, já que me possibilitou momentos de caminhada, além de uma disposição um pouco maior para sair de casa e encarar o ~treino  nosso de cada dia~.



Falando em treino, milagrosamente, tive uma semana bastante louvável na academia. Não me incomodei com as pessoas e elas também não foram um empecilho no meu caminho. Muito pelo contrário, foram bastante solícitas e, sem brincadeira, me senti bem pra caramba em suas companhias. Adoro quando as pessoas me surpreendem assim. No mais, continuo em estado de glória por, após quatro meses, finalmente descobrir o nome do instrutor com quem falo praticamente todos os dias! Vocês não têm ideia de como era desconfortável conversar com o cara sem saber como se chamava e sem muita ~coragem~ de perguntar o nome depois de tanto tempo.
Teve isso aqui também rsrsrsrsrs DEUS É TOP

Na quinta-feira (11/08), fez muito frio para os padrões deste pequeno hobbit do verão. Como sabemos, não funciono muito bem em dias frios, chuvosos e cinzentos e dessa vez não foi diferente. Para me distrair da angústia - e do descaralhamento mental que tomou conta de mim essa semana, em partes, por conta da mudança climática - e das absurdas dores musculares de quem começa a deixar o sedentarismo para o passado, decidi que iria cozinhar na companhia da minha amiga ~destemida~ Taylor Swift. Assim, acabei por combinar duas receitas de sopa de tomate (essa aqui e essa aqui) e servi com umas torradinhas que assei na hora também. O resultado foi ótimo e todo mundo aqui em casa gostou.

Tenho para mim que sextas-feiras, por si só, já são dias felizes. Mas quando elas vêm acompanhadas de céu azul ensolarado e pacotinhos de livros novos, são excelentes! Os novos habitantes da minha estante são: a já citada edição em capa dura e em inglês de The Scorpio Races - que eu tô amando ler e se o universo ajudar, devo terminar na próxima semana, com muita dor no coração - e a maravilhosa (espero) biografia do Paul McCartney publicada recentemente pela Companhia das Letras e que eu sei que vou amar. Eu amo biografias de rock!
Aqui em casa, a gente evita fazer coisas ~agitadas~ aos domingos, que consideramos dias preguiçosos e feitos para apenas existir e descansar. Por isso, eu e minha irmã decidimos antecipar as comemorações de dia dos pais. Assim, hoje, foi dia de celebrar o melhor pai do mundo - também conhecido como meu pai. ♥

Como ele é um cara meio (leiam: extremamente) caseiro e inventa um milhão de razões para nunca sair de casa, a gente decidiu que o levaríamos para almoçar fora, beber umas coisinhas, espairecer, recordar uns causos e dar boas risadas. No cardápio, comida mexicana do Carrito Mexican Food, do qual nunca tinha ouvido falar, mas como a comida estava com uma cara boa, resolvemos arriscar. Todo mundo aprovou, pretendemos repetir eventualmente. Também aproveitamos para ir ao cinema e, como fazia aproximadamente 800 anos que meu pai não frequentava um, decidimos que ele merecia uma experiência diferente. Sabem aquelas salas cheias de frescura, com cadeira que vira poltrona e você pode esticar a perna? E que tem tipo um cardápio todo ~diferenciado~ com pessoas servindo comida durante o filme? Pois então, fomos numa sessão dessas. Teria sido ótimo se algum filme de herói estivesse em cartaz, mas como não foi o caso, optamos pelo impopular (?) Valerian e, posso falar?, nem achei esse horror. Visualmente, é lindo e super vale o 3D. A história é interessante também e até dá para lidar com os atores e suas atuações ~esquisitas~. Contudo, alguém deveria ter revisado alguns dos diálogos, pois são meio bregas. Fora que o filme é muito longo e, por Deus, pra que tanto foco no romance? Não precisava de tanto. No mais, dá pra ver.

Ao chegar em casa, me dei conta de que não tinha fotografado o ~look do dia~ e agora a luz tá horrível e meu quarto parece uma zona de guerra. Contudo, segue a descrição: calça rosinha com uma estampa de elefantinhos e corações (o tipo de coisa super nonsense que eu amo vestir), suéter creme e sapatinha igualmente creme com detalhe de coração. Também me dei conta de que finalmente meus cabelos voltaram a ter meu comprimento preferido. Por mais que eu adore enlouquecer e cortar super curto, meses depois começo a sentir saudades das longas madeixas. Da próxima vez, tiro fotos, ok? Não desistam de mim, pfvr.

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Além do frio, outro ~fator agravante~ para a bad que bateu à minha porta nos últimos dias e que é bastante responsável pela zona que tá o meu cronograma do BEDA, foi a minha péssima-porém-irresistível ideia de escrever um post sobre o meu álbum preferido de todos os tempos, The Dark Side of the Moon, do Pink Floyd. Caso não tenha ficado claro - e é bem possível que não tenha -, eu tinha a intenção de fazer dos domingos os dias musicais do BEDA, só que estamos na segunda semana de folia e o primeiro post ainda está nos meus rascunhos.

Mas qual é o motivo, você me pergunta? E eu te digo que é porque 1) eu nunca sei falar sobre coisas que eu levo muito a sério; 2) eu levo o Pink Floyd muito a sério; 3) eu ando irritantemente teimosa e saio por aí complicando coisas que não deveriam ser complicadas. Bedar, por exemplo. Então, decidi que queria ler uns textos do livro Pink Floyd e a Filosofia e, como jamais poderia ser diferente, caí em um limbo existencialista que nunca-jamais-sob-hipótese-alguma recomendaria. Enfim, também não consegui publicar o texto porque estava ruim e nunca que euzinha teria a coragem de jogar um texto ruim sobre a melhor banda do mundo nessa internet de todos nós. Só que ao invés de largar a ideia e partir para outra, eu resolvi que iria sim escrever sobre o álbum e que faria isso no BEDA. Sob pressão. No desespero de parir um texto por dia. Nem preciso dizer que foi uma péssima ideia, que a patrulha da fraude veio me visitar e que, obviamente, fiquei me martirizando por conta disso por dias. E isso é absurdamente ridículo porque, por Chuck!, eu escrevo porque eu quero, porque eu gosto e porque me faz bem. É pra ser legal, é pra todo mundo se divertir. Uma vez que lidei com essas óbvias verdades, também aceitei que alguns textos demandam tempo e isso precisa ser respeitado. Ou seja, deixei o post descansando e, eventualmente - de preferência ainda este mês -, ele verá a luz do dia. No caso, a luz do dia seis de agosto, que é o espaço que reservei para ele neste prestigioso lugar da world wide web.

Caso alguém se interesse pelo departamento das séries, digo que essa semana comecei a cogitar a possibilidade de simplesmente ignorar a 7ª temporada de Supernatural - pois péssima! - e partir para a próxima. Também comecei a assistir She-Ra: A Princesa do Poder na Netflix e, affff, melhor decisão da minha vida. SDDS She-Ra!

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Caso você tenha chegado aqui agora e não tenha conseguido acompanhar os posts (e é bem possível que isso tenha acontecido, já que me atrapalhei completamente), segue uma listinha do que rolou essa semana:

- Livros que abandonei, mas que ainda quero ler, no qual listo exatamente os livros que se encaixam na descrição do título;
- 50 perguntas que na verdade são 48, no qual respondi um meme e pratiquei o bom e velho overshare nosso de cada dia;
- Conversa, no qual explico ~do meu jeitinho~ um pouco da minha frustração pelo post não publicado e mostro também como é viver na minha cabeça;
- Nevermore (Supernatural #01), resenha do primeiro livro de Supernatural;
- Aquele com as perguntas sobre Stranger Things, no qual respondo um meme e compartilho um pouco das minhas impressões sobre a primeira temporada da série.

Mais uma vez não consegui acompanhar todo mundo e, novamente, não retribuí os mimos de quem passou por aqui. Para vocês, digo muito obrigada e me desculpem. Na próxima semana prometo responder e retribuir as visitas. Ainda assim, na correria, consegui ler alguns posts e esses aqui são os de que mais gostei:

- Amo Mary Crowley e irei protegê-la, no qual a Manu faz uma excelente defesa da personagem icônica de Downton Abbey. Depois de ler, recomento muitíssimo o meme que a Sharon respondeu sobre a série e que me deixou com muita vontade de assistir tudo de novo;
- Pornô de livraria, também da Manu, no qual ela fala um pouco de sua relação com os livros, do porquê de colecioná-los e mostra - em vídeo! - a sua coleção de edições lindíssimas;
- As incríveis aventuras no transporte coletivo, no qual Manu (de novo!), discorre sobre algumas situações que viveu em ônibus e que, além de muito identificáveis, nos fazem pensar que as pessoas são irritantes demais;
- Só acontece comigo #59, no Limonada, onde Tati, como ótima contadora de causos que é, discorre sobre situações que viveu envolvendo "quianças";
- O incrível mundo das notas musicais, também no Limonada, em que Tati fala um pouco sobre como faz para descobrir músicas novas e compartilha algumas de suas descobertas mais recentes;
- Nictofobia, pesadelos e gente escrota, da Mia, que fala um pouco sobre fobia de escuro e de como isso não é uma ~zoeira~ como muitos pensam;
- Tag: florzinha roxa da gratidão, em que a Nicas se propõe a fazer um exercício de gratidão e estende o desafio à todos que quiserem participar da tag;
- Corpo são, mente descaralhada, da Isadora, mas que poderia ter sido escrito por mim. Me identifiquei muito com as coisas que ela fala sobre academia.

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Para finalizar, a música da semana - de acordo com especialistas do Last.FM - foi Love Is Here To Stay, do Lindsey Buckingham e da Christine McVie. Como ando completamente obcecada pelo disco que eles lançaram em junho, não me surpreendo com a quantidade de execuções da música, que é uma das minhas preferidas (todas são). Não achei a versão de estúdio para compartilhar, mas essa apresentação ao vivo, como já era de se imaginar, está excelente.




Um Comentário

  1. Seu dia dos pais parece ter sido maravilhoso! Ah, partezinha do texto que me identifiquei muito "eu escrevo porque eu quero, porque eu gosto e porque me faz bem. É pra ser legal, é pra todo mundo se divertir." 💛

    Espero seu texto sobre Pink Floyd.💕

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